Coleção pessoal de mairy_sarmanho

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⁠Eu sou a escada que balança
eu sou o vento que dança no varal
eu sou o tempo que ressurge na madrugada
eu sou o nada
eu sou a forma que habita tua alma
sou a plataforma de onde mergulhas
calmo
rumo ao inferno. Ou ao infinito.

⁠dia não, dia sim, o mundo termina amanhã...
e segue depois de amanhã um mundo sem fim!

⁠Sempre sedutor
me cobria de beijos
mas nunca de amor!

⁠Uma mulher, por si só, já é um poema!

⁠Me dê o teu coração,
teu pulmão,
teu olho esquerdo.
Não?
Então me dê,
ao menos,
um beijo!

⁠Solidão é deixar-se morrer devagarzinho...

⁠Vivemos tempos de dor e ninguém acredita, de verdade, na continuidade. Mesmo que a esperança morra, a vida não cede ao desencanto. E permanece, solitária, atrás do momento mágico do renascer.

⁠Em teu útero, mãe, ao menos por algum tempo, fui feliz.

⁠Se pudesse lhe dar um conselho, lhe diria para fazer o que quisesse. A vida é curta demais para ouvir conselhos de outras pessoas!

⁠O mar me ensinou que a vida é uma constante instável e devemos esperar mudanças a cada momento.

⁠Gostaria que não falassem de mim, nem mal, nem bem. Gostaria que falassem dos sonhos, das estrelas, da noite perdida em outra dimensão, da água que corre, silenciosa, sobre as pedras envoltas pela relva. Gostaria que tentassem, só um pouco, serem felizes porque eu já sou.

⁠Te amo! E esse amor explode em mil beijos, como a roupa para lavar e o fogão para limpar...

⁠Por mais que eu te ame, sei que devo me amar ainda mais. Você é meu grande amor, mas se eu não me proteger, não serei mais capaz de amar outra pessoa, nem mesmo você.

⁠Eles plantam árvores exóticas em seus jardins. Eu, louca, planto livros dentro de mim.