Arte

Cerca de 11995 frases e pensamentos: Arte

"Revolta-me fazer o jogo dos indiferentes
Eu tenho é sangue quente
Enoja-me ver atitudes prudentes
Quando a vontade é arreganhar os dentes
Irrita-me esse controle doentio
De gente completamente imbecil
Só o que me conforma é que na arte
Tudo faz parte
Tudo é embuste
Tudo é verdade
Fala-se tudo o que se finge
E finge-se tudo o que se fala...

Inserida por palcodasflores

Nunca se permita ser um ditado na boca dos outros. És poesia, e tua vida é valiosa aos olhos de quem sabe apreciar a arte.

Inserida por Haydensophie

Tudo tão lindo
Tudo tão seu,
Que inspira em
Todos nós .

Inserida por gustavoboroni

Busquei inspiração em você para me fazer feliz.

Inserida por gustavoboroni

CIRANDAR

Cirandar nos torna unis e ao mesmo tempo livres. A essência do cirandar com as crianças está na verdade e na alegria do perceber, em que juntos, ⁠nos fortalecemos em vínculos, aprendizados e desenvolvimentos. Somos Um.

Inserida por ErikahMadeira

⁠Tiro os óculos e fica tudo meio embaçado, mas a alma continua distinguindo os detalhes, mesmo no erro da máquina. Arte é política, arte é procurar novas descobertas e sensações nos erros ou no caos. Arte salva.

Inserida por allecgomes

Vamos incentivar nossos filhos, cada qual em sua diferença mas de uma grandiosidade ímpar em sua potencialidade. Às vezes um simples traçado é uma forma de expressar seus sentimentos e emoções. Faça desse traços indefinidos uma arte de sua alma...

Inserida por Lulena

⁠Pintar é conscientizar a mente do homem adormecido pelas mentiras do mundo.

Inserida por ArnobioVerde1

⁠Se Deus me permitisse eu repintaria o mundo com novas cores.

Inserida por ArnobioVerde1

⁠Somos um artista dentro de nós mesmo.

Inserida por ArnobioVerde1

⁠A paciência martela a alma e faz jorrar sabedoria.

Inserida por ArnobioVerde1

⁠Sábio é aquele que sabe a ineficiência, a fraqueza, a necessidade da bondade e da misericórdia.

Inserida por ArnobioVerde1

⁠Um pintor, um artista não deverá ser escravo de uma cópia do já pronto, pois o mesmo deve ser mestre da sua inspiração.

Inserida por ArnobioVerde1

⁠O pincel de Arnóbio Verde desliza sobre a tela como um poema silencioso, dando vida às cores e formando um mundo onde a beleza é eterna.

Inserida por ArnobioVerde1

⁠Eu pintei o meu sonho e o meu sonho foi pintado.

Inserida por ArnobioVerde1

⁠O amor não é apenas poesia ... é vivência e a verdade que se pratica.

Inserida por EdgarFonseca

Designer ajuda a tornar o mundo mais bonito um layout de cada vez.

Inserida por LeonardoBrelaz

⁠Dentro de cada artista vive uma criança que escapou da máquina social.

Inserida por LeonardoBrelaz

Quando Vincent Van Gogh deixou este mundo em 1890, considerava-se um fracasso. Vendera apenas três quadros em toda a sua vida e o mundo via-o como um perdedor sem talento.

Mas a sua cunhada, Johanna Van Gogh, recusou-se a deixar o seu trabalho desaparecer.

Primeiro perdeu o marido Theo, o único que acreditou em Vincent. Viúva e com um filho pequeno herdou 400 quadros de um artista desconhecido e um apartamento em Paris. O que é que ela fez? Vendeu tudo e apostou no Van Gogh.

Transformou sua casa em uma pensão para sobreviver, mas no seu tempo livre escreveu cartas, organizou exposições e publicou a correspondência entre Vincent e Theo.

Em 1905, conseguiu o impensável: organizou uma grande exposição de Van Gogh em Amsterdã. O mundo finalmente viu o que Vincent deixou para trás.

Se hoje conhecemos Van Gogh, é graças a uma mulher que se recusou a esquecer.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Cecilia Payne:
A Mulher que Revelou a Essência do Universo.

A maior parte de nós aprendeu, nos bancos escolares, que Newton descobriu a gravidade, que Darwin explicou a evolução e que Einstein nos revelou a relatividade do tempo.
Mas, ao abrirmos um manual científico e lermos que o elemento mais abundante do universo é o hidrogênio, raramente surge a pergunta essencial: quem descobriu isso?
Não foi Newton.
Não foi Darwin.
Nem Einstein.
Foi uma mulher.
Foi Cecilia Payne.

Nascida em 1900, Cecilia enfrentou, desde a juventude, o peso de um mundo que ainda negava às mulheres o direito de transpor as fronteiras do saber.
Sua mãe, presa a convenções da época, recusou-se a custear sua formação universitária.
Cecilia, no entanto, não se deixou deter: conquistou uma bolsa e ingressou em Cambridge, onde brilhou pela genialidade e pela firmeza de propósito.

Concluiu seus estudos com distinção, mas Cambridge — fiel ao conservadorismo de então não concedia diplomas a mulheres. Simplesmente as excluía do reconhecimento oficial.

Sem se resignar, Cecilia atravessou o Atlântico e foi para Harvard, onde se tornaria a primeira pessoa, homem ou mulher, a obter um doutorado em Astronomia pela Faculdade Radcliffe, instituição associada à universidade.

Sua tese, intitulada “Stellar Atmospheres”, foi descrita pelo eminente astrônomo Otto Struve como

“A tese de doutoramento mais brilhante já escrita em astronomia.”

E não era exagero.
Cecilia Payne desvendou o segredo da composição do universo: demonstrou que o Sol e, portanto, a maioria das estrelas é constituído quase inteiramente de hidrogênio e hélio.
Ela foi a primeira a enxergar o que ninguém antes percebera.

No entanto, o conservadorismo acadêmico mostrou novamente o seu rosto.
Henry Norris Russell, seu colega e referência da época, a dissuadiu de publicar suas conclusões.
Anos depois, ele mesmo apresentou as ideias como suas e a história, como tantas vezes fez com as mulheres, atribuiu-lhe o mérito.

Ainda assim, os alicerces da astrofísica moderna repousam sobre o trabalho de Cecilia Payne.
Todos os estudos posteriores sobre as estrelas, suas temperaturas, luminosidades e composições, partem das bases que ela estabeleceu.

E, paradoxalmente, os obituários omitiram sua maior conquista.
Ela não teve monumentos erguidos em sua memória.
Não foi celebrada nas praças da ciência.

Mas deixou marcas que nem o silêncio da história pôde apagar.
Cecilia Payne tornou-se a primeira mulher professora titular de Harvard, abrindo caminhos para outras mentes brilhantes que, como ela, ousaram pensar além das fronteiras impostas.

Ela descobriu do que o universo é feito e, ironicamente, quase ninguém sabe o seu nome.

“As estrelas podem não falar, mas Cecilia as fez confessar o seu segredo.”
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4