Arte
Na Política-Espetáculo, fingir preocupação
é a Arte que o Estado domina com muita maestria;
o intrigante é o povo acreditar.
Há algo de profundamente teatral na forma como o poder se apresenta.
Discursos carregados de urgência, promessas anunciadas como salvação e gestos calculados só para as câmeras.
O problema é raramente a ausência de palavras — estas nunca faltam —, mas a distância silenciosa entre o que se diz e o que se faz.
No palco da política contemporânea, a indignação tornou-se figurino e a empatia, um roteiro ensaiado.
Tragédias sociais são tratadas como episódios de uma série que precisa continuar alimentando a Economia da Atenção.
Anuncia-se uma comissão, cria-se um grupo de trabalho, promete-se um plano.
A sensação de movimento substitui o próprio movimento.
E, enquanto o espetáculo se desenrola, o público aprende a confundir encenação com ação.
A cada novo ato, a cada nova coletiva, a esperança é novamente convocada para assistir, acreditar e aguardar o próximo capítulo.
Talvez o elemento mais fascinante dessa dinâmica não seja a habilidade do Estado em representar — instituições sempre dominaram a arte da narrativa —, mas a persistência com que a plateia insiste em ignorar o cenário.
Não por ingenuidade pura, mas, porque admitir a encenação exigiria algo mais desconfortável: assumir que a transformação não virá do palco.
O espetáculo funciona porque oferece catarse sem mudança, emoção sem responsabilidade e crítica sem consequência.
Ele permite que todos participem da Indignação Coletiva enquanto a estrutura permanece cuidadosamente intacta.
No fim, a Política do Espetáculo não se sustenta apenas pela habilidade dos atores principais — os políticos-influencers —, mas pela cumplicidade silenciosa de quem continua comprando ingressos.
Afinal, questionar o teatro é fácil; mais difícil é aceitar que, fora dele, a realidade exige Protagonistas — não Espectadores.
Olhos cor de mel
Quando observo os seus olhos eu percebo que eles são a minha obra de arte favorita, Eu amo quando eu olho para você e você já está olhando para mim com os olhos brilhando, pois sempre que eu vejo os teus olhos me sinto bem, pois algo neles me traz calma a alma são como Um abrigo Seguro e meia tempestade, quando eu vejo parece que tudo se cala
Eu amo seus olhos castanhos, Eu vejo neles um universo tão lindo quase que infinito, eu amo o tom de mel que eles têm, pois quando observo eles me levam para um além.
Saibas tu, que quando eu olho para eles parece que o mundo para e tudo fica mais bonito pois eu estou naquele momento contemplando a beleza do infinito.
Eu poderia passar horas contemplando eles e ainda assim acharia detalhes únicos.
Muitas vezes me faltam palavras para descrever o que eu sinto quando olho para eles
A verdade é que os seus olhos são os meus olhos favoritos
Saibas que os olhos verdes de Capitu não são nada comparado aos teus olhos castanhos castanhos cor de mel a qual sempre que os observo eles me levam ao céu.
Eu te amo, Eu amo esses seus olhos castanhos mas não qualquer castanho, o meu castanho favorito, o castanho dos teus olhos que tem um universo tão bonito
Esse castanho que é tão lindo quanto o céu, eu amo observar os teus olhos cor de mel.
Os olhos verdes de Capitu não são nada comparados aos teus olhos castanhos, castanhos cor de mel, sempre que olho para eles, me sinto no céu
Eu te amo, eu te amo em cada universo e por isso eu te escrevo esses versos
— Patrick Wallace
Caminhar Junto
A Arte da Sintonia, Caminhar junto é mais do que dividir o mesmo espaço; é sintonizar a alma com o outro. É estar sempre atento ao que o parceiro precisa, decifrar o silêncio de um olhar e acolher o sentir-se à vontade de quem escolheu seguir ao nosso lado.
O verdadeiro artista,
gosta e tem orgulho de ser lembrado e reconhecido pela sua arte.
O medíocre pseudo artista,
se realiza ostentando as conquistas materiais e a posição social que adquiriu através da arte.
Para o artista real, será a arte em si,
a realização total.
"No teatro do mundo, a maior obra de arte é a coragem de ser você mesmo. Quem se veste de autenticidade, caminha livre da opinião alheia.
Depois dos 50, não sou mais vitrine… sou obra de arte...
quem entende, admira, quem não entende, passa batido.
Estrutura cultural...
Mais valia ainda depois de muitos anos a arte expressa o abismo social.
Muitas vezes a crédito da existência
Torna se objeto transformação da pobreza extrema.
A ARTE DE VIVER
Viver é uma arte ou é arte viver a vida? Eis aí perguntas que confundem nossa mente e nos deixam em reflexão.
As duas são verdadeiramente e simplesmente verídicas. Viver é simplesmente uma arte, seja ela moderna ou contemporânea não importa, o que importa é que temos que ter em mãos o pincel, a tela e as tintas.
Escolher bem as cores, o que pintar e habilidade com o pincel, são os atributos principais para uma tela perfeita. Esta tela requer luz, harmonia, vida e principalmente aos olhos de quem a aprecia pureza e paz.
Assim é a nossa vida, regada com uma pitada de cada um dos ingredientes usados para a pintura da tela da vida; que consiste em saber qual caminho trilhar e o que fazer quando o caminho escolhido está diante de nós.
Quando começamos a pintar, todo nosso pensamento deverá estar focado exclusivamente para à tela a nossa frente. Os traços deverão ser harmoniosos, os objetivos traçados deverão seguir o alvo desejado e com a ajuda do cosmo dar o que há de melhor da nossa alma ao que planejamos.
A tela da vida depois de pintada com a sabedoria de um grande mestre requer que tenhamos todo um cuidado especial para não deteriorar com o tempo por falta de cuidados e carinho.
Estes ingredientes que deverão ser utilizados para que a tela seja conservada sempre com a mesma cor e harmonia deverá estar em perfeito equilíbrio com muita vida, só assim sobreviverá os futuros conflitos do tempo.
Que a tela da vida esteja eternamente viva e em harmonia.
Ser Poeta é transformar a dor em arte. Em cada verso as palavras encontram abrigo e ganham asas para a imaginação. O Varal literário é um livro aberto ao vento.
A Arte de Recomeçar
Dizem que, quando entramos em um mundo desconhecido e lá encontramos algo que permanece vivo dentro de nós, é porque o que vivemos ainda não acabou. Há ainda sentimento, há algo a ser desbravado. E nesses encontros que a vida insiste em nos apresentar, ficam peças para se encaixar, momentos a viver, reviver e encarar. Ficam histórias para contar, e esperamos ansiosamente o momento de terminar o quebra-cabeça – para, então, recomeçar um novo.
Vivemos em constantes mudanças: de humor, de comportamento, de atitude, de rotina, de aparência, de emoção. Há aquelas em que mudamos de casa ou de cidade. A de casa, basta chamar uma empresa especializada. A de cidade, comprarmos uma passagem e seguimos em frente. E quando decidimos mudar os móveis de lugar? Ah, essa é a mais fácil! Basta arrastá-los e, de repente tudo muda. O ar fica leve, o ambiente mais aconchegante. Percebemos que um simples gesto pode transformar o que parecia igual.
Existem também as mudanças climáticas e ambientais – essas, difíceis de encarar, pois não temos domínio sobre elas. E quanto as mudanças culturais e sociais? As de costume, de valores, de mentalidade, de paradigmas? Essas, depende de nós. A vida, generosa, vive estendendo um tapete vermelho para que caminhemos sobre ele e entremos nesse grande evento simbólico que é a mudança – um ato de prestígio e celebração. Mesmo com medo, acabamos encarando o tapete. Mudanças são assim: inesperadas, desafiadoras, às vezes doloridas, mas essenciais para que as boas novas entrem em nossa vida. Para isso, é preciso caminhar confiantes o tapete vermelho, de cabeça erguida, com coragem para enfrentar o novo sem medo.
As mudanças existem para isto – para nos ensinar a seguir em frente, sem saber o que vamos encontrar. O segredo é não temer. É viver plenamente tudo o que nos foi destinado – seja na vida profissional, seja no amor – com a atitude de quem entende que mudar também é uma forma de florescer.
... do imperfeito ao perfeito,
a arte de viver demandará perspicaz
reconhecimento e similitude com nossa
estimável interioridade de espírito em
laboriosa feitura - para tanto, as infindáveis
idas e vindas favorecendo tão
extraordinária jornada...
Assim é!
... da rudimentar cognição
aos expressivos lampejos de sabedoria,
a arte de viver, exigirá perspicaz similitude
com nossa inalienável interioridade como
espíritos em fazimento... Para tanto, as
ininterruptasidas e vindas por mundos
e humanidades endossando
tão especialíssima
travessia!
... a arte,
é o ente abstrato que
entrevê e avança sobre realidades
e ambiências inacessíveis aos seres
comuns, buscando resgatá-los
do jugo e das limitações
deste mundo1
