Arrancar do meu Peito
Sabem os dias difíceis? Pois é eles vem. Algumas das vezes arrancam dos olhos lágrimas e do peito um aperto, faz com que os sentimentos sejam amargos e nos tornam por algumas horas ou dias...impotentes. Desejamos, acreditamos e queremos melhorar mas não temos muitas escolhas e por um segundo da até para sentir bem assim. Sabem os dias difíceis? Eles nos tornam fortes! Entretanto entram sem avisar, faz uma bagunça como um furacão e vão embora, deixa tudo desorganizado, arrumamos a bagunça levantamos a cabeça seguimos acreditando e seguimos acreditando.
Não quero mais amar!
Apredi que amor machuca, doi, doi muito a ponto de queimar o peito, da nó na garganta e inquetar a mente.
O amor de zelo, cuidado e querer bem é amor que escraviza, enlouquece e te angustia.
Amor de mãe...
Filhos que não posso te quardar, não posso te curar e nem te livrar dos males a enfrentar. Será melhor não te-los? livrando assim dessa prisão afetiva? Desse cuidado eterno? Da responsabilidade não escolhida mas amorosa?.. será somente "amor" ou ainda nao tem definicão esse sentiento de tamanha força e de tamanho estrago? Amor de mãe...
Saudade em Septilha
A saudade arranca do peito
O que já foi alegria
Deixa a cumbuca vazia
Pra tristeza passear
Ela passa nesse engenho
Se eu não tirar a que tenho
Não cabe a que vai chegar.
Feliz dia dos namorados para quem, independentemente de ter um amor, tem um coração no peito e respeito na alma.
Se você está amando alguém, você já está seguindo a orientação, secular, de amar o próximo. Seja feliz, porque Jesus, de onde estiver, certamente está feliz por haver amor em você.
Tem dia que a lágrima
Cai no rosto
Quando o peito não
Aguenta a tristeza
A dor dilui e transborda
Deságua o corpo inteiro
Estremece cada parte
Do meu ser
Com a alma vazia
Sinto a leveza do corpo
E a suavidade do vento
Que assovia uma melodia
E deixa doce
O mistério da vida
@zeni.poeta
Não a toa a arma do cupido é um arco: seus dardos são maliciosamente lançados e cravados no peito de um desavisado.
Suas pontas são embebedadas na imagem de alguém aleatório a quem passamos a admirar, e por mais que se tente, não conseguimos arrancar aquele dardo, então vivemos a perambular, com a imagem cravada pelo anjo, que o escolheu para amar.
O amor dói! são flechas impiedosas de uma criança; lançadas, nos enganam com a aparência da ingenuidade, doçura, inocência e leveza... Cada flecha é lançada ao seu tempo, fazendo com que a solidão seja a primeira companhia do atingido.
O cupido sofre com o esquecimento de também atingir o outro da imagem, e assim, o solitário sofre até aquele arqueiro decidir alvejar a quem deveria também no peito cravar a imagem daquela vida sofrida por amar.
Não adianta fugir, chorar, se esconder, fazer calar, se isolar, dormir... essa dor não se cura só! o amor só possui um antídoto: o amar. Até que se tenha, vira obsessão, sonhos, planos, imagens... Sem o outro não há alívio para sua dor, não há remédio para sua febre.
Ai do escolhido!, o amor fere a pele e atravessa o peito, sua dor é profunda e constante, seu arqueiro não usa critérios ou padrões, apenas atinge quem de peito aberto fica da vida a esperar, por isso ganha forças, foco e objetivos ao ser escolhido para amar.
Desespero
As vezes só quero me afundar sabe
Sentir o peito doer
Enquanto os olhos ardem de tanto chorar
E as bochechas encharcam dessas água salgada
Quero andar vagarosamente pelo mundo
Presa em pensamentos caóticos que obviamente não me fazem bem
Quero estar triste
Seja com alguém ou comigo mesma
Ficar desesperada somente uma vez
Quero me dopar de remédios
Quero sentir o corpo adormecer
Dormir profundamente sem previsão de acordar
E quando acordar
Sentir uma dor enorme na cabeça
O peito irá doer novamente
O desespero se tornará presente mais uma vez
A culpa por ter se dopado
Fará festa na alma.
Ora criança, brilho não há mais em seu olhos
E toda tentativa de fugir deste tormento
Resulta em mais remédios e culpa.
~duda_kally
" Não basta bater no peito e dizer que é cria do morro! O verdadeiro cria do Morro, leva rasteiras da vida e com elas adquiri grandes lições. Se não leva tombo, não leva nada... E não se aprende nada! "
Malandra da Ladeira
Um final de tarde cinza...
Ossos gelando, é isso
Ameaça de chuva lá fora
No peito um coração relutante
Enfrento o frio e a chuva
Ou me encolho no medo ?
Obedecer as pernas nem querem
Dão um nó só de pensar
Tantas cobertas na cama
Meu alter ego quer se deitar
Porém no meio do cinza,
Há espaço de sobra pra beleza
Abro a porta, a janela, a vida
E já estou ali fora
Percebo então, decidida
Que em meu mundo há espaço
Pro Sol, pra Lua, pra chuva...
Pra poça d'água na calçada...
O Aviano após ganhar asas voa sozinho;
Mas com a esperança no peito;
A esperança de encontrar outro Aviano.
Que homens são esses;
Que olham para um túmulo;
E veem crianças morrendo nos guetos;
Da felicidade prazerosa;
De estriparem os túmulos dos camelos e leões;
A certeza é de que nunca estaremos certos.
A ansiedade
Não entendo ela.
Um aperto no peito ,que me deixa confusa.
O coração acelera como trem bala.
As mãos ficam geladas e suadas, e o corpo todo treme.
Com a falta de ar,
é tão difícil de respirar.
Medo e desespero, com o pânico que toma...
Lágrimas que percorre, entre as noites de insônia.
Ela te faz ,perder o apetite.
Ela te faz perder peso.
Ela te faz pensar que, tudo está perdido.
Ela é uma luta diária
Muitas vezes eu senti fortes dores no peito e pensei que estava infartando, mas na verdade eram grandes crises de ansiedade.
Marcelo Lima
Há no céu tantas estrelas
que não consigo alcançar.
Mas guardo a lembrança no peito
de cada uma a bailar.
Antes de você chegar, eu já te sonhava.
E já trazia guardado no peito pra te entregar, o que de mais bonito pode-se oferecer a alguém, o AMOR.
Agora, meu coração te pertence.
E passe o tempo que passar.
Eterno ele se fará.
E enquanto eu respirar.
A minha vida será para te amar.
