Arrancar do meu Peito
Sua benignidade
A felicidade é tanta que meu coração
Parece que vai saltar do peito
Sei que não mereço tal felicidade
Mas sua benignidade me da tal direito...
Obrigado pai por me mostrar
O caminho a seguir, por novamente
Meu coração instruir!
Me de força jeová, pois confio
No seu poder resgatador
Que me trouxe de volta
Por tão bela demonstração de amor...
Sou grato a ti, por ter sua amizade
Por me fazer reviver, voltar a sorrir,
Por estar na verdade!
Por não somente
Ter me tirado da lama
Mas por ter lavado minha alma
Por ter demonstrado que me ama...
Sou grato a ti do fundo do meu coração,
Por sentir teu amor a cada sorriso,
Em cada comentário, através de um irmão!
Sou um poeta imperfeito,
Mas no meu sonho acredito;
E canto o amor de meu peito,
Sonhando ser infinito!...
ESSE AMOR QUE TU ME DÁS
Esse amor que tu me dás
é quase sem ter medida;
enche meu peito de paz
e de prazer minha vida!
Esse amor que tu me dás
revigora-me pra lida;
faz-me forte, ser capaz,
me protege, dá guarida.
Esse amor que tu me dás
nesta vida - é minha paz;
neste mundo - meu prazer...
Glorifico ao meu Senhor,
pelo teu tão grande amor...
e por tanto amar você!...
SOLIDÃO, nome da minha canção, com refrão de tristeza que levo no meu peito. Como a lua estou só! Lagrimas rolam na minha face, trazendo lembranças que me faz aprofundar na minha terrível SOLIDÃO.
O que eu não faria pelo prazer da sua companhia
Que em meu peito faz moradia
Sinto saudade do brilho dos seus olhos
Da luminescência do seu sorriso
Da excitação da sua alma clarinha
De nossas conversas tão atemporais
Você transita nas estradas do meu coração
Me tira a razão
Sobrando só emoção
Anestesiado nessa paixão
Onde quer que você esteja
Sempre leva meu coração
Você dança dentro do meu peito, onde ninguém te vê. E assim vai acompanhando o ritmo do coração enquanto ele te ama.
"Na noite trágica, uma dor no peito me incomodou, orei pelo meu próprio sofrimento, pedi a Deus que me fossem ali os meus últimos momentos, mas ele não me atendeu...
Prenda linda do meu pago...
Este sentimento que trago...
Dentro do meu peito...
É algo que não tem jeito...
Pois me dá a certeza...
Do fascínio pela sua beleza.
Que a cada silêncio você morra em meu peito, que a cada olhar indiferente eu te esqueça a ponto de não te enxergar mais, que a cada ausência outro fique em teu lugar e a cada desamor eu não olhe para traz e a cada fim de relacionamento eu não me arrependa e siga em frente com meu luto que logo irá passar.
Me parece estar no paraiso
O amor que está no meu peito
Se é paixão vai passar, porém
Em cada minuto penso em ti
Te amo, sem receio, o que anseio
É seres minha e se já és agradeço
O nosso amor ainda promete sucesso absoluto
Ignore, é só solidão
Não ignore o meu peito
deslumbrado feito doido
amarrado
ao teu
E teu sorriso
de menina
transborda
minha falha rotina
de fumar sem companhia
em noites
e tardes frias
Fica
ajeitei teu banco
sem pernas
mas com os prantos
de juras eternas
de mudas conversas.
E se eu disser que
to entregue?
E que a doce solidão
não tem graça
nem disfarça
se for outra mulher?
Teus lábios
resmungaram as palavras
que vibram no mesmo tom
das notas
que saem do meu coração.
Chegue mais perto
sente mais certo
que eu não desaponto, não
só desaponto o lápis
das poesias
que te escrevi
e o sonho
da lápide
com o epitáfio agradecendo a ti.
Fica
não tens obrigação
mas fica
aqui é sem graça
se não fica
Bucólico
aos teus encantos
melancólico
em todo canto
sou eu
a parte que foi minha
mas que agora é linha
pras frases de Romeu
Quando a saudade aperta...
Me dá uma dor no peito...
Mas fingir não é meu jeito...
Vou logo chorando, então...
E as lágrimas que caem dos meus olhos...
Vão confortar meu coração.
Poema:
Lagrimas ao Vento
Sinto um vazio em meu peito,
Sinto a dor de sua partida,
Não era para ter ido sem mim
Vou sentir vontade de te amar
É por você que derramo lágrimas
É por você que acordo todo dia
Eu te preciso, perto de meus olhos
Perto do aquecer do meu coração
Vinde conquistar nossos planos
Nossos filhos, nosso sonho de voar
Vinde, estou a sua espera,
Corra, pule em meus braços
Deixe o sentimento falar por nós
Entenda que nosso amor é o maior
O querer es o desejo de te-la
Então fico a contar as estrelas
Amanheça no meu amanhecer
Todas as manhãs de manhã
Então quis assim o destino,
Segure a minha mão para não soltar
Agora temos nossa sanidade
Temos o incomum cravado pela saudade
Agora é viver cada forma de amar
Apenas amando um ao outro todo dia.
Soneto III
Dor,
Arde em meu peito
E escorre pela boca
Gosto que ao fel mais amargo.
Ardor que não se sente
Nem se vê
Contraditório
Tornei-me você.
Deixei de ser quem era,
De verão à primavera,
De mim ao sofrer.
Paradoxalmente,
Estou tão preso quanto liberto
A este mundo de incertezas.
Sentimentos Ocultos
Eu ando por caminhos
Onde o ermo
Se faz em meu peito;
Nestes momentos,
Sentimentos ocultos
Revelam-se constantes...
Logo a brisa suave
Do entardecer,
Acaricia minha face,
Trazendo-me a lembrança
Do teu ser.
Entre pensamentos,
Um suspiro de esperança
Invade todo meu ser;
Novamente viajo nas asas
Do pensamento,
Onde posso te encontrar...
Dona garota
Nossa, que perfeito
Com esse olhar certeiro
Entrou em meu peito
Um sentimento verdadeiro
Não, não olha assim
Porque assim
Você domina
A mim
Dona de um olhar
Dona de um abraçar
Dona de um amar
Dona garota.
poupa o peito
gasta a ironia
o teu sujeito
é pre dedicado
ao meu
(finjo que creio
logo, poupo linha)
Água e vinho
Você recostava a cabeça ao meu peito,
Sorria das bobagens que dizia
Bebia de meu copo
Arrotava alegria
Não media palavras ao dizer o quanto era especial
Sentia-se bem ao sentir-se mal
Fazia meu dia, cabal
Ríamos dos outros, como quem não faz parte desse mundo
Éramos um do outro, como se não houvesse outros
Dava ouvidos aos meus sonhos imundos
Deu música aos meus ouvidos insossos
Você tomou minha distração e fez dela emoção.
Me fez por noites, fazer planos pro futuro
Você se deu como quem quer meus filhos
Se disse minha estando sozinha
Mas não contente, fez seus dias vazios
E assim se perdeu,
se esvaiu
Nos conduziu ao ponto de partida de qualquer vida vivida
Onde a mesmice de sempre acalenta a nostalgia.
