Arrancar do meu Peito
O amor é como uma chama que se lasta por todo o meu peito, efeitos colaterais que me deixam a delirar, a sentir o que não sei explicar, Que me deixam em êxtase em uma brisa que somente eu sei admirar.
Atualmente estou fechada para mágoas!
Este tipo de sentimento não deixo fazer
morada em meu peito! Nada que
um perdão sincero não resolva!
No sonho que contigo sonho...?...
há no leito em que meu peito se deita
um - chega-te a mim - sem receio
uma unção, de perfumes feita
um tocar como boca, suave beijo.
nesse peito, que leito me abraça
mora um desejo fecundo de mim
que amiúde me ajeita, desvelo laça
de um jeito, que meu peito
se deita e ama, sem acordar no fim.
Hoje escrevo: Saudade!!
Saudade que feriu meu peito
Que adoeceu e se partiu em meio
Pela dor doída da paixão
Sem devaneio e sem hipérbole
Não é mais saudável, tão pouco refrigério
O que sinto em meu coração
Dói, diante ver tudo se dispersar
Machuca, pela madrugada velar
E aos poucos, perdendo minha identidade
Hoje, diante a insanidade
Perdoe-me, o poema é saudade
Uma grande dor, uma vasta solidão e uma enorme "cratera" em meu peito, isso nao é nada mais que feridas causadas por sentimentos inuteis, que, quando nos apegamos e apaixonamos vão embora sem que haja preocupação conosco.
Sentimentos
A escuridão bate forte no meu peito, me nego por inteiro, me leva a sentir desejos.
Meu inconsciente responde de onde vem os três controle, do real ao ser, uma provocação sem pudor, você é um equívoco, sai de baixo que a escuridão não é o único objetivo.
Amor sem fim!
Dor no meu peito...
Sai desse jeito tão simples assim tenha compaixão de mim...
Te amo enfim nesse coração que não tem fim...
Eu sou um ser humano relutante em aceita que eu sou so mais um.
Sendo que no meu peito arde dizendo que vou fazer algo incomum
A MAGIA
(07.01.2018)
Abro meu peito para sentir as palavras,
E perceber que são levezas da alma.
Nesta verdade existente em mim,
Vejo a luz encantar em seu surgimento.
Numa MAGIA que soa o grito da liberdade,
Em SÃO JOSÉ, bela cidade!
No qual vivo para sempre,
A poetizar de verso e coração.
Uma energia viva,
A irradiar todos os sentimentos,
Cuja sonoridade musical,
Vem nos presentear.
Por isso, os campos são floridos,
Enquanto a lua não desponta nos céus,
Mas quando ela surge, é uma inspiração,
A qual posso todos os dias respirar.
Chove chuva, chove por mim, chuva
Derrama em mim teus pêsames
Prol do vácuo em meu peito
Frustrado demais para não chorar
Mas ainda assim no mesmo tempo
Cansado demais para fazê-lo.
Chove chuva, chove por mim, chuva
Conceda a mim um arco-íris
Amparo dos acontecimentos
Metas de outro tempo perdido
insolente demais para mudar
Insolúvel demais pra aguentar.
Chove chuva, chove por mim, chuva
Tarde abraça-me toda azul
Bálsamo do maldito momento
E que venha tu a ser um dia
O suor do futuro agora
Não lágrimas deste mundo triste.
Uma lágrima de dor noite a dentro, meu peito aprisiona a vontade de gritar, meus olhos fantasiam uma verdade oculta em uma mentira; dentro de mim uma guerra de sentimentos, meus ouvidos ainda escuta o som da sua voz uma música lenta suave É fato que a madrugada se arrasta para dentro de mim. "Vivíamos como a noite e o dia, quando um silenciosamente chegava, sorrateiramente o outro saia".Você não sabe, mais estive esses dias com a lua. Perguntei-lhe sobre sentimentos; Pedi-lhe inúmeros conselhos
Dirigi-lhe perguntas sobre amor
Sobre paixões proibidas, sobre a dor. Fiz a ela confidências
Contei-lhe do meu amor por você Ela me contou que' O sol e a lua tiveram um atrito por causa de um encontro marcado ele veio esperou o dia inteiro ela chegou demasiada mente atrasada já era noite. Sendo assim Não conversam mais, agora
Quando um chega, o outro se vai,por um instante se olham mais cada um tem seu compromisso. Boa noite.
Pedido
Para onde iríamos? Para meu peito eu digo. Cantar e cantarolar, dançar até o sol raiar, quero-lhe prometer o mundo porém Não é só meu.
Tudo que me pertence, e seu.
Meu sorriso, minhas forças, minha paixão...
Quero ficar com você do fundo do meu coração.
Está tudo escuro
Sinto sua cabeça em meu peito
Seu corpo me abraçando
Suas mãos vão acariciando
Você treme e sua
Sua voz sussurra
Ouço gemidos silenciosos
Meu corpo está quente...
Corações se chamam
Pensamentos se perdem...
Meu olhar some nos teus olhos
Meu toque ti procura...
Encontro um beijo.
Descubro o medo.
Meu peito está transbordando
Não consigo escrever mais,
Esse amor está me esvaziando
O que foi que tu fez rapaz?
POR QUE DEVO SOFRER?
O coração que pulsa incessante em meu peito,
É a morada do agonizante sofrimento.
Sim! Ela é cruel e se chama vida.
Vida essa que fere ainda mais as minhas feridas.
Ao choro do nascimento,
Não devo meu agradecimento,
Pois por sua causa estou preso,
Nessa vida que exala indiferente e cortante desprezo.
O que está lendo? Simplesmente indignação.
Sou poeta e sinto a emoção,
Mas porquê vivo essa maldição?
Já não sei a resposta, mas aqui deixo minha mágoa,
Meu ressentimento e minha lágrima.
Por que devo sofrer?
Este é o questionamento
E perante a vida o meu comportamento.
De tal sistema se fez em meu peito,
Mavioso, transgride a imensidão,
Manto infinito sob qual o leito
Dos amores, se ceva na paixão.
Se instaura em mim o sistema amoroso,
Por vossa vista branda e imponente,
Regido pela lei efervescente
Cuja aos meus olhos, gera o ser airoso.
Constituído de postulações
E por tuas palavras, assi implantado
Gestos brandos e amenas orações.
Que o coração se deixa enamorado.
Assi sendo, tal lei que a vida rege
É o amor pelo qual se submerge.
Não me julguem pela melancolia que carrego em meu peito, pois ela é o intrínseco no meu convívio humano.
