Arnaldo Jabor Politica
O pai dos burros é a ignorância dos que Ora MILITAM na POLÍTICA e na RELIGIÃO pelo simples fato de não saberem a onde ir e desconhecer o que são DOGMAS.
Ficam ou BALINDO no APRISCO religioso ou MUGINDO no curral eleitoral
"O antagonismo da política é coisa muito engraçada pois os políticos falam uma coisa mas em geral fazem de outra forma."
A política, como a hipocrisia, é um mal necessário para a existência da sociedade – e em todo caso, um mal.
Vivemos em um país de tribulação, desastres naturais, assassinatos, a política vai de mau a pior. Se o simples fato de tentar fazer a diferença lá na frente deixando algo que no futuro possa a ser aproveitando para pró do beneficio político ou social, então começamos a fazer agora, só de falácia disto lá em Brasília está cheio...
A esquerda politica nunca foi prejudicial em se tratando de avanços científicos e tecnológicos e a direita politica nunca foi prejudicial em defesa das posses e família o que é prejudicial é um Brasil de esquerda tacanha e de ideais de corruptela e libertinagem e a direita com ideais preconceituosos e de vilipêndio.
A política é tão destruidora quanto à guerra. Pessoas morrem por crueldade da batalha e incompetência política.
Nunca misturem política, desporto ou quaisquer rivalidades com o amor, sobretudo com o amor próprio.
A ciência política começa no instante em que Platão e Aristóteles estabelecem a diferença entre o discurso do agente político e o do observador científico. Quem quer que discurse em nome de um partido, de um grupo ou de uma instituição é, por definição, um agente político.
Discutir política com um Moçambicano da Frelimo, não se difere de jogar xadrez com pombos: eles irão desorganizar as peças, cagar no tabuleiro e ainda se acharão vitoriosos.
A doença política do Brasil é a condensação de um handicap cultural crônico, a pequenez da alma e o estreitamento do imaginário ante a complexidade da existência. Os brasileiros vivem citando Fernando Pessoa, mas não tiram de um de seus versos a conclusão mais necessária e urgente: Nada vale a pena quando a alma é pequena.
Há uma visão estereotipada na sociedade do que seja política.
Sempre se pensa em política como algo vinculado aos gabinetes públicos,
partidos, agremiações políticas ou sindicatos e, pior ainda, existe a convicção de que as pessoas que fazem política são somente aquelas ligadas a esses órgãos de representação popular, jurídica ou pública.
Segundo alguns estudiosos de comunicação, a política não se
faz na arte, a não ser quando a arte tem caráter ideológico; há preconceitos, às vezes por parte dos mesmos, em contextualizar novelas, filmes, livros ou desenhos animados como obras políticas. Veremos que elas, mesmo os desenhos animados e as histórias em quadrinhos (que parecem serem obras ideologicamente inocentes) nada têm de inócuo, pois são muitas vezes impregnadas de características de cunho político.
