Arnaldo Jabor Politica
A política, em sua essência, revela a complexidade da natureza humana, onde a astúcia se torna uma ferramenta necessária para compreendê-la e moldá-la.
Em política nada se faz sem calcular. Mesmo as paixões e os gestos inesperados são medidos antes de acontecer.
Entendam, na política o candidato ou agente público sempre será a ultima pessoa a saber de tudo e sempre será a primeira a dizer que vai resolver algo. (Mas isso fica apenas nas palavras, não criem expectativas)
Uma boa política econômica se faz com um comércio fluindo em consonância com o consumo sem o Governo extorquir da população (e não com tecnicismo inútil dos economistas).
Em síntese a política se resume na seguinte frase:Aos amigos as benesses, para os inimigos, os rigores da lei.
Sempre fui criticado por dizer que a junção de religião e política, é a mesma de socialismo e comunismo. Aí está o resultado dos palanques dos últimos dias de liberdade.
Nem direita, nem esquerda...
Você não gosta de política?
Com certeza, meu CPF, é a política inicial enquanto cidadão livre que já nasci, e não me prendo a piadinhas de quem nada sabe, sendo melhor do que eu acredito...
E o que eu acredito?
Em seguir em frente, não me corromper por ideias das quais não acredito.
Mantenho o respeito e trabalho, pois nunca foi fácil e pra alguns, em alguma época , com certeza não era política, de repente, "politicagem!"
Sejamos racionais!
O “ser cristão” não deve se tornar uma bandeira política ou ideológica. Partidarismos, conservadorismos, liberalismos, não devem definir a pessoa cristã: “Candidata Fulana de Tal, mulher de Deus”.
Igualmente, o “ser cristão” não deve se tornar um trampolim para um profissional fazer nome em cima do nome de Deus: “Empresa tal sob direção evangélica”.
Para que mostrar esses atributos se o que realmente fala mais alto é o testemunho de vida? “Vai que” algo dê errado nessa campanha ou nessa empresa sob cada título respectivo: “Ué, mas não era uma mulher de Deus?!”; “Ué, mas a empresa não era sob direção evangélica?!” Péssimo testemunho!
Então, pra que “usar” Deus e coisas relacionadas a Deus através de vocativos, denominações etc.? Qual a verdadeira intenção por trás disso? Quaisquer que sejam as respostas a essas perguntas nada justifica usar o nome de Deus por motivos egocêntricos, pois quem o faz não está buscando honrar o nome de Deus, mas buscando tirar vantagem do nome de Deus.
Muitos políticos e profissionais têm feito isso — usar a posição de cristão para angariar votos ou para atrair clientela. Uma forma de tirar proveito da fé cristã, respaldando-se na Pessoa de Cristo, Deus.
Um dia alguém diz: ”Ao defender princípios cristãos em detrimento de outras religiões você erra porque cada um tem a sua religião que deve ser respeitada por todos”. O tempo passa e essa mesma pessoa muda o seu discurso: “Olha a religião da fulana. Isso vai contra os princípios cristãos. Isso não corresponde às doutrinas bíblicas”. Em um momento, põe-se em defesa das várias religiões; em outro, crítica a religião de uma pessoa por não ser cristã.
Quanta contradição em uma mesma pessoa! Ora faz censura ao cristianismo, ora faz apologia. Essa pessoa é cristã por conveniência; não é uma cristã genuína.
Nessa conveniência, ela pode estar manifestando um posicionamento anticristão por motivo de rebeldia contra a palavra de Deus, indiretamente defendendo atitudes liberais, ou aderindo a movimentos com base em ideologias conservadoristas ou tradicionalistas em prol de partidarismos político-sociais. Ou seja, nada a ver com fidelidade à fé cristã e ao seu Senhor.
Numa era de desvalores , investir em política pública para idosos, é mais que necessário, é inteligente.
Toda arte é política, Johnson, caso contrário seria apenas decorativa... E todo artista tem algo a dizer, senão faria sapatos.
(Conde de Oxford)
Respeito sua opinião sexual, se respeitares minha opinião política
Respeito sua opinião política, se respeitares minha religião
Respeito sua opinião religiosa, se respeitares minha cor e raça
Respeito sua cor e raça, se respeitares teus pais
Respeito meus pais, se respeitares minha idade
Respeito sua idade, se respeitares minha profissão...
Respeito se você me respeitar... Será que isso está certo?
Cada um defende sua opinião, quer seja religiosa, política, cultural ou sexual
E o ciclo se repete infinitamente, todos cobrando respeito em troca de respeito.
Mas o certo seria, dar respeito simplesmente por que o respeito deve ser dado e não cobrado.
Enquanto o foco for a cobrança por respeito, a entrega genuína do mesmo cairá no esquecimento!
O modelo de política educacional quantitativa – com diplomas universitários praticamente vendidos em quermesses – é a tradução mais fidedigna do velho e bolorento populismo. A Educação precisa ser qualitativa. Menos e melhores diplomas universitários. Menos burocratas e mais lideranças. A Educação, sem dúvida alguma, é a mais importante política de Estado. A base de tudo.
"A política é uma arte, um ofício e um sacerdócio. É a arte de viabilizar a vida em sociedade a partir da gestão técnica e responsável dos recursos públicos objetivando promover o bem comum e criar as condições para uma vida com dignidade. É um ofício que exige habilidades e para alcançar seus nobres objetivos, exige que seus postulantes tenham uma vida de coerência e caráter ético e moral inquestionável. A boa política exige uma abnegação que só se compara ao ofício sacerdotal. A política não é e nem pode ser o fim em si mesmo, mas o meio para tornar a vida das pessoas dignas".
Lições que se aprende na política:
Quando vc pensar em sair do lugar onde está para algo melhor, conte com as pessoas desconhecidas. As pessoas que te conhecem sabem de onde vc veio e por isso não vão querer te ver “acima” delas ou “em situação melhor que elas”.
As pessoas estranhas sempre vão te dar o valor que vc merece, elas tentarão te acompanhar neste caminho...logo, não tenha medo dos próximos, tenha reservas, não tenha medo do estranho, seja criativo, proativo, fiel à sua causa e siga em frente.
