Arnaldo Jabor Politica
A política é o sono que não se tem durante a noite, mas, que se sonha ter um dia em terra de desconhecidos.
A política séria, nos torna solitários perante a vida, porque aprendemos a viver sobre as suas pressões e, sobre as suas imposições.
Fazer política de oposição é sempre mais fácil que estar em frente a governar, pois, os marinheiros se opõem sempre ao curso que o comandante indica, mas, quando atingem o Porto Seguro, todos reclamam pelo mérito, por fazerem parte da embarcação.
Assistimos impávidos e serenos, o mundo a entrar de decadência política por causa do sensacionalistas, que profetizam melhores condições de vida para o povo, alicerçando as suas ideias em fantasias populistas.
Não se pratica a política com mero sensacionalismo social, pois, a vida do povo depende de decisões práticas e não de ensaios populistas que assentam em ideologias romancistas.
Debater política é essencial, mas o mais importante é votar certo! O direito ao voto é uma das maiores liberdades e um dos maiores poderes da democracia: exerça o seu!
O que acontece é que no mundo há muitos políticos estúpidos que só fazem política para os seus próprios umbigos. Não conseguem se unir para envidar esforços para salvar a humanidade. É um grande jogo de interesses. Eis a razão de tanto ódio e violência da população. Estamos na base do "salve-se quem puder" exatamente como acontece no "reino animal".
A política da garça
A garça precisa voar para tirar os dois pés da lama! Não adianta alternar, encolhendo ora um, ora outro.
É incrível a historia política de minha cidade, tão grande, mais ainda tão provinciana, cultura de roça, natural da minha terra, mas somos marcados pela ambição de homem e politica, que se juntam na decisão de se honrar nossa gente e respeitar nosso chão.
Mais a ambição de um futuro se assopra e se desmancham em generosas manhãs, cultivada pelas ganância e soberbas. Fechando a porteira da evolução, mas como filho emprestado e raiz acredito na mudança, creio no cidadão de pé no chão que faram o seu melhor para espantar os males que nos cercam, abrindo assim a porteira.
Meu velho pai José Borges (in memoriam), me ensinou desde pequeno que política, religião e futebol, não se discute, vive-se e pronto. Abraços.
