Aristocracia
Capital concentrada nas mãos da aristocracia. Trabalho duro e educação não permite ascensão social sem qualquer possibilidade de mobilidade social.
A Herança é uma obsessão de herdeiros ricos. Sobretudo os primogênitos.
Uma regra rígida da elite.
Também têm grande poder político movidos por um desejo de proteger sua renda, proteger seu mundo. O poder aristocrático.
A atmosfera das Jóias de Crioula afasta-se do refinamento aristocrático europeu tradicional e se ancora em uma estética de forjaria, artesanato com metais e a profunda devoção cultural de origem. Algumas eram compostas de elementos do cotidiano da cultura mãe afro integrando a materiais orgânicos e naturais locais baianos, mineiros e pernambucanos. Tais como o coral baiano em varias tonalidades, a casca de coco, o jacarandá, o casco de tartaruga e marfim de origem animal selvagens presentes nas regiões. Divididas por mim em três fases. A Atmosfera de Opulência Senhorial, a Atmosfera de Axé e Sacralidade e por fim a Atmosfera de Conquista e Alforrias.
A verdadeira aristocracia é a do caráter: a firmeza branda que rejeita a crueldade, acolhe o fraco e cumpre a palavra dada com o próprio sangue.
No início a educação era privilégio de aristocratas. Hoje ela é luxo de burgueses. Alguém ainda tem dúvidas das razões pelas quais o Brasil é um celeiro de desigualdades!
A gata mulata,
Aristocrata vira-lata,
Entoa estranha sonata.
Sedutora autodidata,
Manhosa acrobata,
No teto, fazendo bravata,
A veterana literata,
Sorrateira, maltrata
O coração que arrebata.
(Urbanhoof for a urbancat)
Homem pobre de bigode é tratado por bigodes, de barbicha, nobre aristocrata, não aceita que o incomodes.
(...) Enquanto a direita briga pelo mel na chupeta e a esquerda por uma chupeta, a aristocracia engorda a mingau de colherada.
A Revolução Francesa derrubou a aristocracia hereditária para estabelecer a aristocracia financeira.
Suspeito que nosso aristocrático Facebook brasileiro supra todos os anseios telespectadores do BBB da globo...
"Como a Aristocracia Romana não se deu conta da necessidade de moderação, logo a corrupção e os desmandos e a anarquia tiveram lugar na República. A nobreza militar ignorava o povo, privando-o de qualquer participação no governo. Para evitar questionamentos ou resistências, distribuíam gratuitamente trigo e divertimentos do circo. O povo degenerou num populacho ocioso, pobre e corrupto. O Senado foi se enfraquecendo no Império. O Governo Despótico que fora se instalando era voraz, sempre faminto de recursos. A corrupção, o despotismo, a falta de moderação, a ociosidade do povo, a infiltração de estrangeiros para administrar as contas do Império e a infiltração de mercenários no Exército foram corroendo o Império. Tudo isto causou uma insegurança interna e externa. A insegurança interna foi causada pela violência militar para conter o povo e pela insegurança jurisdicional, mercê da intimidação ou corrupção dos Juízes, e mercê das intrigas e maquinações que empestavam a própria sociedade. Esta situação era tão forte que Constantino, mesmo quando imperador só do Ocidente, nunca jamais morou em Roma. Deve-se atentar que este Império não deve ser confundido com um regime monárquico.
A insegurança externa ocorreu porque os romanos não foram hábeis em conter seus vizinhos do planalto asiático. Júlio César morreu precisamente quando preparava uma expedição contra um daqueles povos, os Partas. Contra estes, foram empregados em vão todos os recursos políticos, diplomáticos e militares que os imperadores dispunham"
Da Grandeza dos Romanos e de sua Decadência - Montesquieu
Não nasci para pertencer a elite econômica,minha aristocracia será eternamente intelectual, jamais burguesa.
Em momentos de crise o brasileiro encurta o campo de visão, perde o modo Aristocrático, e então manifesta-se dentro dele o ser ególatra individualista, resumindo, o famoso jeitinho brasileiro. O melhor jeito de tornar se uma pessoa com atitudes contemptível.
Como morador de uma favela, não gosto nenhum pouco de ver os aristocratas falando mal delas, sem conhecimento de causa.
Vivemos numa aristocracia maquiada e somos compelidos a acreditar no que os “nossos nobres líderes e soberanos” impõem em nossas mentes.
O que observo é que muitos valores estão manchados pela grande persuasão que essa Minoria possui sobre a Grande Sociedade Falida. Falida mesmo! Porque onde está a sociedade justa e integrada tão proclamada e prometida onde é oferecida vida digna e plena, se o que vejo é a maioria dos humanos como filhos desamparados na miséria? E quando falo em miséria é em sentido amplo, abrangendo o sentindo literal: fome, pobreza, doença e outros; entretanto dando ênfase na acepção da miséria concepcional do pensamento humano. Afastando-nos de conquistar a felicidade nas coisas mais simples e natural em troca de preenchimento por desejos frívolos. Com isso esquecemos a efemeridade da vida e buscamos prazeres inacabáveis com ansiedade em um futuro utópico.
A CORTE DO AMOR
No reino dos sentimentos aristocráticos,
os leais súditos do real, soberano amor,
fazem reverência à graça dos estáticos,
apaixonados pela áurea estirpe e valor.
Sedutores e incitados apostam no jogo
das paixões e querem somente ganhar;
na arena do destino brincar com o fogo
é arriscar e para vencer é preciso jogar.
A inveja é capciosa e a cobiça cortesã,
o orgulho é forte, mas o ciúmes vassalo
do reino, aposta ser o audaz vencedor.
O ódio, por ter sido um mau perdedor,
prefere ser o bobo da corte e de malsã
consciência, difama seu próprio cavalo.
Do seu livro: "Poemética Ambulante"
Não há forma de governo racional e seguro, exceto uma aristocracia. Uma monarquia ou uma república baseada na democracia são igualmente absurdas e fracas.
