Argumento

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Em Tempo de Poeminha

Tamanho nunca foi documento
É chorar nunca foi argumento.
Ganhar no grito é feio
E ser feio não é bonito.

Ciranda nem sempre foi cantiga
Cantigas nem sempre foram de roda
Gato nunca usou bota
E foi-se o tempo do relógio de corda.

Assim como foi o tempo do orelhão
E das fichas de telefone
De crença em Coelho da Páscoa
E medo de Lobisomem.

E quase sempre o tempo
Acaba sendo a cura de tudo.
E quase sempre a cura de tudo
Acaba vindo com o tempo.

A parcialidade é a arma de quem não tem argumento e castra a informação com a única intenção de manipular.

"A nudez é um fato, mas a sensualidade é um argumento. Ela não precisa de pele exposta para se manifestar; ela se revela no modo como o tecido de uma camisa de linho reage ao movimento de um corpo que sabe exatamente aonde quer chegar. É o contraste entre a formalidade de um traje e o descaramento de um olhar que despe sem tocar. A verdadeira voltagem não está no que se entrega de graça, mas na tensão de cada centímetro que ainda permanece coberto, transformando o ato de desabotoar em uma conquista, e não em uma simples tarefa."

"Enquanto, os lamentos da vida, forem o argumento, dificilmente haverá prosperidade.

Quando o olhar é expressão do argumento, a resposta está camuflada no silêncio.

Silenciar alguém não é argumento, é apenas uma demonstração do próprio despreparo e insegurança.

O silêncio fala por si próprio... não há argumento mais poderoso!

A ausência de conteúdo genuíno não apenas revela a fragilidade do argumento, também expõe a pobreza intelectual dos seus defensores.

Aqueles de persuasão fácil (ou "cabeça fraca") recorrem ao deplorável: a replicação sistemática de mentiras e ao ataque virulento contra quem preserva a verdade, a família e os bons costumes.

É a prova cabal de que o patrimônio financeiro jamais compensará a indigência do caráter e a escassez de conhecimento.

A mediocridade é, o argumento do subversor.

Sobre Ans.


E a existência de Deus


Nesse argumento que é ontológico


A primazia de ser sem duvidar


E ser e pensar que existe


Permite a existência.

Há uma tendência perigosa de minimizar certos atos sob o argumento de que são simbólicos ou inofensivos. Pintar uma estátua pública com batom, por exemplo, pode parecer um gesto pequeno, quase irrelevante à primeira vista. No entanto, a lei brasileira é clara: intervir na integridade de um monumento público, ainda que de forma aparentemente leve, configura infração.
Não se trata de exagero jurídico, mas de um princípio básico de convivência social: o respeito ao patrimônio coletivo. A legislação enquadra esse tipo de conduta como ato de conspurcação, sujeito a pena de detenção e multa. Quando o bem atingido possui valor histórico, a gravidade aumenta, e com razão.
É preciso reconhecer que manifestações e críticas têm espaço legítimo em uma sociedade democrática. Mas há uma linha clara entre expressão e degradação do que é público. Ultrapassá-la não fortalece causas; ao contrário, pode fragilizá-las ao deslocar o debate para o campo da ilegalidade.
Em tempos de tensão social e discursos intensos, vale lembrar: nem todo gesto simbólico é juridicamente neutro, e nem toda intenção justifica o meio escolhido.

"O cheiro também é argumento."
Marilene Mesquita e Theo Emmanuel, 2026.

"A ofensa gratuita é a arma de quem não tem argumento nem caráter. Seja próspero sendo um homem de palavra e de respeito."

Quem xinga muito é porque tem pouco argumento e zero visão.

Podemos vencer inteligentes, estudiosos e até sábios, com um simples argumento; mas, é quase impossível, qualquer racionalidade, com quem é ignorante, alienado ou enviezado ideologicamente.

Prof. Eduardo Henrique Cabrera

Quem vive de opinião não sustenta argumento.

Se alguém não valoriza a lógica, que argumento lógico você utilizará para demonstrar a importância da lógica?

Há quem só saiba se impor estalando o chicote verbal, como se o medo ainda fosse argumento.

..."Um bom argumento pode parecer resolver tudo, entretanto a sabedoria do silêncio no momento certo nunca comete erros"...

Esse argumento parece partir da ideia de que o trabalhador brasileiro acorda de manhã com uma lista de empregos perfeitos na mesa e escolhe o 6x1 por hobby. A realidade é bem diferente: a maioria aceita porque precisa pagar aluguel, comida e contas — não porque acha a escala maravilhosa. “Se está ruim, troca de empresa” é um conselho fácil de dar quando não se depende desesperadamente do salário no fim do mês.
E curioso como toda vez que se fala em melhorar a vida do trabalhador aparece o mesmo roteiro apocalíptico: “vai quebrar empresas”, “a economia vai acabar”, “ninguém vai sobreviver”. Diziam isso contra férias, jornada de 8 horas, descanso semanal e até contra o fim do trabalho infantil. A história mostra que a economia não acabou — ela apenas teve que se adaptar a limites mínimos de dignidade.
Outra coisa engraçada é tratar exaustão como se fosse frescura. Um funcionário trabalhando 6 dias seguidos, vivendo cansado e sem tempo pra família ou descanso não vira “mais produtivo”, vira só mão de obra esgotada. Depois reclamam de depressão, burnout, afastamentos e baixa produtividade como se tudo surgisse do nada.
E o argumento entra em contradição quando admite que o problema real são impostos altos e falta de apoio às pequenas empresas, mas ainda assim prefere jogar o peso inteiro nas costas do trabalhador. Ou seja: o empresário sofre com o sistema, então quem tem que compensar isso é o empregado abrindo mão da própria qualidade de vida.
No fim, “aceitou as condições” não é argumento moral, é argumento de resignação. Quem aceita algo por necessidade não está dizendo que aquilo é justo — está dizendo que precisa sobreviver. Tem diferença.