Argumento
Tristeza e aflição são coisas às quais o cristão está sujeito, e estou pronto a defender o argumento que a ausência de um sentimento de tristeza no cristão em certas circunstâncias não é uma recomendação para a fé cristã. Não é natural, não vem do Novo Testamento, e é uma característica produzida mais pelo estoicismo, ou um estado psicológico produzido por certas seitas, do que pelo cristianismo. Não há nada mais instrutivo ou encorajador, ao ler as Escrituras, do que observar que os santos de Deus estão sujeitos às fraquezas humanas. Conhecem a dor e a tristeza, sabem o que é sentir solidão e desapontamento. Temos exemplos abundantes disso nas Escrituras; e o vemos na vida do apóstolo Paulo, talvez mais do que em qualquer outro. Ele estava sujeito a estas coisas, e não escondia o fato. Ele ainda era muito humano, apesar da sua extraordinária fé e das notáveis experiências que teve em sua comunhão com o Senhor. Pois bem, estas coisas podem ser encontradas ao mesmo tempo, e o cristão jamais deve considerar-se como alguém que está isento de sentimentos naturais. Ele tem algo em si que lhe permite elevar-se acima de todas essas coisas; mas a glória da vida cristã é justamente que podemos viver acima destas coisas, ainda que as sintamos. Não é uma ausência de sentimentos ou emoções. Esta é uma linha divisória de extrema importância.
Quebre o ciclo.
Não use como argumento o sofrimento que lhe causaram , como argumento para suas atitudes à terceiros.
Não é porque você sobreviveu que o outro consiguira.
Esteja atento! Você sabe que caminho seguir.
Esteja atento! Você sabe como mostrar o caminho.
Não ataque para justificar o afastamento dos que rodeiam
Sutileza é o raciocínio ou argumento de grande finura e complexidade dita de forma inesperada e inteligente. Quantas vezes me perco entre linhas, transmitir informações importantes, mas um tanto sutil, que nem sempre todos hão de compreender infelizmente. Mas pode ser o inverso, pois parece que ser sútil pode se ter influência, entra no seu inconsciente e se faz questionar se há verdade, no que da boca para fora, se ouve afirmar constantemente, que apenas tu tens razão. Permita se permitir discordar ou não, mas também ouça a opinião daqueles que já viveram intensamente outras situações e que somente a experiência e sofrimentos passados, nunca lhe agiram com sutilidade. Sutilmente espero que esta noite pense e repense e que com sanidade nos permita agir corretamente. Mas sinceramente muitas vezes sou bem direta.
As considerações cotidianas
Eu vejo um reflexo, na palavra exata e no argumento sem nexo, sou eu que penso, que imagino, indago e pressuponho, são trechos vagos ao pensamento complexo.
Na variante estrada das decisões está o coração, mas diz a palavra não se engane por este não, tome seu domínio e a chamada razão.
Cotidianamente vem as indagações, perguntas e perturbações, a medida pede para não se turbar as emoções, manter, conter a ansiedade pois os laços da verdade é um aparato onde as respostas vem, pode ser que nem sempre é do agrado dos olhos, mas há explicação em cada ponto e vírgula direcionada pelo altíssimo.
Tenho vivido dias novos, onde alguns questionamentos surgem e a estrada da resposta parece infinita, que ignorância maldita que alimenta a confusão e engano, e sendo sabedor permito que me sangro, também posso dizer que tenho algumas considerações eficazes, quando respiro meus pensares são capazes, sim, pela fé e temor e veneração da cruz, a esperança que aquele sangue produz, de vida e renovo, das promessas que o senhor tem ao povo, e eu aqui todo preocupado, por simplesmente não ter coisas ao lado, mas sendo conhecedor o quão é infinito senhor, indescritível e incalculável, de uma imensidão profunda, e eu, eu aqui de novo continuo pequenino, pareço aquele menino amedrontado.
São essas falácias, um pouco de mim, ao que nada pode lhe chamar atenção, não liga não, só quero meditar enquanto escrevo, pois sou sucumbido e padeço quando paro para reclamar, mas também sei do céu que posso alçar, quando permito minhas asas voar, mesmo que seja na imaginação, o rei diz sim enquanto o mundo diz não, e por todo constrangimento e toda aberração, para todo ponto uma indagação, vencer, vencer as mentes profanas, aqui estão algumas considerações cotidianas.
Giovane Silva Santos
Me prove na “real”
Não quero os “noves-fora”
Pois, há erro
Preciso de um argumento certeiro
Sem secura na boca, nem malícia,
Sem gaguejar, nem desmentir a física
Quero uma operação real
Uma prova nada subjetiva
E que seja objetiva
A diferença é que conduzir é algo feito pelo poder do argumento e do convencimento, da persuasão, enquanto que dirigir é uma atitude imperativa. O poder de mandar e de dirigir é diferente do de influenciar.
"Uma vez Salvo, Salvo para sempre não é argumento para viver uma vida segundo os próprios conceitos, mas sim uma afirmação que Tudo é Determinado por Deus, até mesmo quem vai ser Salvo ou não."
Um conflito sempre começa com uma questão – uma diferença de opinião, um argumento. Mas no momento em que se transforma em uma guerra, a questão não importa mais, porque agora apenas uma única coisa tem importância: quanto cada lado odeia o outro.
O argumento dela foi simples: existe alguém para todo mundo. Do ponto de vista estatístico, quase com certeza ela estava certa. Infelizmente, a probabilidade de eu encontrar essa pessoa era minúscula. Mesmo assim, aquilo gerou um incômodo no meu cérebro, como um problema matemático que sabemos que deve ter solução.
Pode até parecer besteiras
Aos olhos passageiros o argumento do não, o desprezo pelo que a escrita do coração, pode até parecer besteiras, é certo de como é a vida, imbuída de asneiras, mas o meu falar ou escrever, é o meu sentir, meu velar, são letras que contém meu particular, entendo que possa se identificar, muitas vezes a redação é uma forma embriagante, no entender por cada vírgula intrigante, a quem diga ser um papagaio falante, também compreendo o quanto é nulo o ignorante, pois bem, apenas uma consideração e tenho mais de sem, porém reclamar e lamentar não convém, é que minha teimosia de escrever a quem não aprecia, nos deleites fugaz da palavra, os inimigos da resistência, o mundo sem paciência, na frenética música aborrecida, o conteúdo da vida, a que se possa explorar, as glórias do maior colocar, falo do que simplesmente merece altar, meu senhor em todo lugar.
Giovane Silva Santos
