Aquele que Nao Luta pelo que quer
A DOR DE UM AMOR NÃO CORRESPONDIDO...
Uma frustração,
Um tormento...
Essa dor,
Esse sentimento.
Tento evitar...
Pois me causa,
Um grande sofrimento
Por quê?
Por que isso?
Por que comigo?
Qual o motivo?
Não pedi,
Não escolhi...
Mas aconteceu.
E o que faço?
Luto? Fujo?
Escondo? Espalho?
Sinto saudade,
Sinto vontade.
Sei que não posso
Sei que não devo
Será que preciso me afastar?
Será essa a saída?
Será isso uma despedida?
Essa vontade...
Esse medo,
Esse insaciável desejo...
Amo você.
Mais preciso entender,
Que esse é um amor
Que não pode acontecer.
Demonstrei, falei
Lutei, amei
Tudo ao meu
Alcance eu tentei,
Mas... Mas não te ganhei.
Há amo muito,
E por isso
Abro mão de ti
Somente para, te ver feliz...
E eu? Eu... nesse sufoco
Vou seguindo
Todo iludido,
Correndo atrás,
Desse amor
Que não...
Não pode ser correspondido...
Quantas vezes vamos ter que brigar assim? Você não está cansada disso? Eles dizem que as pessoas continuam brigando pelos mesmo motivos até que isso as separe. E você quer saber? Já chegamos a isso.
Não me julgue pela capa, sou um livro rústico. No que se refere a caráter, minhas páginas têm conteúdo, é só prestar atenção no sentido de cada frase neste livro que é minha vida. Não tenho nada a esconder. As histórias são reais, vividas, choradas, mas sem arrependimentos. Se gostar do livro, leia; se não gostar, não abra, pois se você me julga pela capa, não perca seu tempo para ler. Acredito que eu não lhe julgaria pela capa.
Eu te amo, homem, hoje como toda vida quis e não sabia, eu que já amava de extremoso amor o peixe, a mala velha, o papel de seda e os riscos de bordado, onde tem o desenho cômico de um peixe — os lábios carnudos como os de uma negra.
Divago, quando o que quero é só dizer te amo.
Teço as curvas, as mistas e as quebradas, industriosa como abelha, alegrinha como florinha amarela, desejando as finuras, violoncelo, violino, menestrel e fazendo o que sei, o ouvido no teu peito pra escutar o que bate. Eu te amo, homem, amo o teu coração, o que é, a carne de que é feito, amo sua matéria, fauna e flora, seu poder de perecer, as aparas de tuas unhas perdidas nas casas que habitamos, os fios de tua barba.
Esmero. Pego tua mão, me afasto, viajo pra ter saudade, me calo, falo em latim pra requintar meu gosto:
"Dize-me, ó amado da minha alma, onde apascentas o teu gado, onde repousas ao meio-dia, para que eu não ande vagueando atrás dos rebanhos de teus companheiros".
Aprendo. Te aprendo, homem. O que a memória ama fica eterno. Te amo com a memória, imperecível.
Te alinho junto das coisas que falam uma coisa só: Deus é amor. Você me espicaça como o desenho do peixe da guarnição de cozinha, você me guarnece, tira de mim o ar desnudo, me faz bonita de olhar-me, me dá uma tarefa, me emprega, me dá um filho, comida, enche minhas mãos.
Eu te amo, homem, exatamente como amo o que acontece quando escuto oboé. Meu coração vai desdobrando os panos, se alargando aquecido, dando a volta ao mundo, estalando os dedos pra pessoa e bicho.
Amo até a barata, quando descubro que assim te amo, o que não queria dizer amo também, o piolho.
Assim, te amo do modo mais natural, vero-romântico, homem meu, particular homem universal.
Tudo que não é mulher está em ti, maravilha.
Como grande senhora vou te amar, os alvos linhos,a luz na cabeceira, o abajur de prata; como criada ama, vou te amar, o delicioso amor: com água tépida, toalha seca e sabonete cheiroso, me abaixo e lavo teus pés, o dorso e a planta deles eu beijo.
“Por Tua Culpa”
Não te perdoo por te traíres!
Porque não trai a ti,
mas ao meu coração...
Procurei o teu corpo...
Não era o teu...
Procurei tua boca...
Não era o teu gosto...
Procurei tua mão...
Não era a que me afagava...
E quando quis teus olhos fitar...
E não os achei...
Procurei fechar os meus...
No doce consolo da escuridão...
Não te perdoo por te traíres!
Porque tua dor também é minha...
Porque meu sorriso está ausente...
Por um momento indiferente...
Que me fez vítima e carrasco...
E me deu prazer frio e carente...
Tentando afastar saudade...
De um corpo tão ausente...
Não te perdoo, por te traíres...
Por que violentado fui eu...
Por tua culpa...
Por tua falta...
Porque não foi um pouco antes? Porque não apareceu quando tudo era mais simples, quando a minha vida era menos complexa, quando eu estava descobrindo tudo o que me fazia bem e não tinha um pingo de medo de viver tudo o que eu tinha para viver? Porque não veio mais cedo, não cruzou meu caminho numa daquelas longas viagens, porque não nos esbarramos numa dessas calçadas, num desses bares? Porque tudo agora, tão recente, sem termos a mínima chance de descobrirmos se a gente pode ser feliz, se a gente se completa como nosso abraço diz nos completar? Porque todo esse fingimento, essa farsa de um amor embutido numa amizade linda demais, companheira demais? No entanto, só nós sabemos o quanto nos precisamos, nos fazemos bem, somos felizes juntos.
Porque tudo agora? Tão tarde?
Tudo bem. Conformei-me, já.
É só um momento. Na verdade, é que agora estou aqui sozinha lembrando e com saudades. Todas as vezes que tenho esses momentos eu me revolto com o tempo, me revolto com as ironias do destino, e escrevo. Como se fosse um surto. É rápido. Logo passa. O que não passa mesmo é essa vontade de estar ao seu lado e todas as noites ouvir a sua respiração aqui no meu ouvido, sentir o seu cheiro; mesmo você estando longe, aí, também com saudades porque acabou de me confessar por uma mensagem.
Vai ser assim, pra sempre. Só não se esquece de me levar no pensamento, porque eu te levarei.
Já não choro por ninguém, o que dizem não me toca. Faço o que considero certo, me atiro se sentir vontade. Arrependimento não faz alguém voltar no tempo, nem pra casa, e dos meus erros, hoje, só tento enxergar o lado bom. Tentei, errei, menti pra tentar consertar, e piorei tudo tentando acertar. Segui em frente, fiz as pazes com o passado e as minhas falhas já não me atormentam mais. Dos que me julgam apenas resta o sentimento de pena, e a ironia da falsa perfeição de quem erra no mesmo ponto. Humanos imperfeitos. A paz deve ser isso, construir um refugio em meio a tanto caos. Aprender a sobreviver as catástrofes do dia-a-dia. Já chorei e me importei, fiz o que era correto aos olhos de pessoas incorretas, me arrependi por atitudes que nenhum lamento resolveria. Não seria errado dizer que a felicidade é uma questão de escolha - eu posso ficar mal, é inevitável não se sentir bem o tempo todo, mas eu posso escolher meu caminho. As dores passam, realmente, elas passam, mas às vezes continuamos mal pelo fato de não seguir as linhas de um futuro que nos foi escrito. E quantas linhas você já pulou? Nostalgia, lembranças que ficaram de quem se foi, tempo perdido. E que tempo perdido. Nosso equilíbrio é o que temos, o que somos e o que queremos, estamos sempre pendurados a uma corda bamba segurando um pouco de tudo, se deixarmos que um dos itens caiam, também caímos, ninguém é de ferro, e até o ferro entorta com as colisões. Somos o que queremos, quando queremos, se o nosso querer for além de um simples querer. Somos parte de um universo paralelo, onde a maior regra é ser além. Ir além, conhecer o que existe do outro lado, do próprio lado, do lado de dentro. Se hoje tudo lhe parece estranho, faça o estranho parecer certo. Existe um infinito nas diferenças, pessoas que nascem para serem iguais, morrem como a maioria. Se hoje eu não choro por ninguém, não foi porque eu aceitei a monotonia da vivencia, mas sim, porque encontrei o verdadeiro motivo da existência. Ser o que não pode ser tocado com facilidade, as pessoas só nos machucam quando permitimos que elas cheguem perto o suficiente pra isso.
Não volte
não, eu não quero ser falso
quero dizer-te que ames
ames um outro alguém
ame outros braços
ame talvez outro coração
sejas feliz
se for preciso, não volte
não lhe quero por perto
eu amei-te
amei-te muito
talvez amei
como nunca amei ninguém
porque tanto sofrimento?
porque amaste-me?
porque enganaste-me?
não, eu não quero sua volta
vendo você passar
eu distraio-me
penso em todas lembranças
que hoje não sobram nada
meu coração ainda é tolo
e sempre acreditou
que tudo era verdadeiro
que nada teria fim
eu sofri
eu aprendi
eu vivi
eu cresci.
Vesti um espantalho com o vosso último traje e ficai nú a seu lado: quem não saudaria primeito o espantalho?
Demorei tempo demais para conseguir escrever sobre isso. Harry Potter. Não só ele, mas também Hermione Granger, Rony Wesley, Gina Wesley, Os gêmeos, Hagrid, Snape, Minerva, Dumbledore e, é claro, Lord Voldemort. São tantos nomes que compõe essa história, muito mais que esses, cada um com seu valor, cada qual representando mais de uma década de história. Eu, você, NÓS somos a geração Harry Potter, e eu me orgulho muito disso. Fomos nós quem chorou e riu, quem leu todos os livros e tem, dentro de si uma parte do que representa a nossa vida. Há tantas coisas que eu gostaria de expressar, a minha vontade instantânea de chorar quando eu penso que é o "fim". Eu vejo as notícias na televisão e me dá um nó na garganta. Infelizmente, eu nao poderei assistir ao ultimo filme na estréia do mesmo. É claro, eu sei o que acontecerá no final. Mas enxergar isso, diante de uma tela de cinema, e escutar o "hino" de HP pela ultima vez, me causará uma dor aguda, que eu já tive um pequeno vislumbre quando vi Dobby morrer. Não quero que acabe. Não quero ter que chegar em novembro ou julho e não ter nenhuma estréia de Harry Potter para acontecer. É repugnante! É tão clichê dizer: não é o fim, nunca será o fim, a menos que eu mate essa história dentro de mim. Mas eu acho que é isso que reconforta. É essa ideia de que a saga criou uma amizade em forma de teia, e no momento em que um de nós esquecer o quanto foi importante em nossas vidas, o resto irá se romper. Lembro quando li pela primeira vez "A cicatriz não incomodara Harry nos últimos dezenove anos. Tudo estava bem." Foi o terrível momento em que eu desabei em lágrimas e pensei "haverá o filme, e eu mal posso esperar para assisti-lo". Mas agora que o filme chegou e realmente terminou a história, eu imagino o que vou pensar quando a ultima cena acabar e as luzes do cinema acenderem. Não há o que pensar. Porém, deixo com Harry e todos os seus amigos o amor sincero que iniciou na minha infância e persistirá por toda a minha vida. Lerei os livros mais uma vez, assistirei aos filmes mais algumas milhares de vezes até me conformar. Foi, com certeza A MELHOR HISTÓRIA QUE O MUNDO JÁ VIU. Pottermaníaco ou não, o mundo inteiro conhece a história do bruxinho com uma cicatriz em forma de raio na testa. Assim, com minhas sinceras palavras termino isso dizendo uma única coisa: nunca haverá um adeus para Harry Potter.
Confesso que não sei como me sentir em relação à isso, nunca o tive mas agora realmente não o tenho.
Crepúsculo
Na hora em que o dia
não é mais dia,
em que a noite
não é noite ainda,
tudo é magia,
e o céu parece
veludo furta-cor
escorrendo das mãos vazias.
Que impeça minha Loucura,
Caso te assuste o esquisito,
Caso Você Não seja a Cura,
Que me esqueça ao Infinito.
O comprometimento do homem não brota de palavras mortas ou discursos vazios, desprovidos de humanidade...
Brota do silêncio mediado pela consciência do fazer sem alarde.
Não existe gelo neste mundo
Capaz de nos fazer frio
Juntos nos esquentamos.
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