Aquelas Pessoas que me Odeia
Daqui alguns minutos fará 24 horas que tu me disse aquelas palavras, ainda me falta o ar desde que elas entraram nos meus ouvidos.
Aquelas ideias fixas que se tornam verdades para você, acabam com sua Prosperidade porque te limitam, bloqueiam seu fluxo natural com Universo.
Um exemplo bem simples, como uma pessoa que diz "dinheiro não traz felicidade" pode querer prosperar?
Como uma pessoa que diz "a vida é difícil" pode querer que as coisas deem super certo e sejam fáceis?
Como alguém que vive repetindo "ninguém quer nada sério" pode encontrar uma pessoa bacana para namorar?
Cada palavra tem o poder de manifestar na sua vida. Elas são representações do que você pensa e acredita. SÃO CRENÇAS!
Suas palavras tem poder porque são representações de sua força interna.
SOMOS PÉTALAS HUMANAS
Somos pétalas humanas
Nestas rosas de dor
Aquelas que choravam
As mágoas, os medos
As vitórias, as derrotas
As desilusões, as dores
Mas dou graças a Deus
Por ter-me dado asas
Hoje vivo o dia a dia
Sem sonhos, nem ilusões
O presente está aqui
Ao alcance da mão
Na inutilidade das lágrimas
Com a esperança, com sol
Alegria feita no encantamento
Das tardes mornas, noites quentes
E nelas sentir o amor desejado
Entre a calma dos longos beijos
Prefiro curar minha alma da inveja e das mazelas que só pensei. Certamente são piores que aquelas que pratiquei...
Imagine uma barrinha com botão similar aquelas de temperatura, quanto mais você aperta mais o ponteiro sobe, se tu para de apertar ela desce até o início novamente.
A vida é assim, quando você se estimula todos os dias em atividades que te fortalecem a tua barrinha vai estar no alto, se tu para e começa a se fechar para tudo que a vida pode te oferecer sua barrinha vai descer, você vai se descuidar e desanimar rápido.
Isso te deixa a um passo da depressão, não deixe isso acontecer contigo nem com as pessoas que são próximas a você, viu que alguém sumiu? Manda mensagem e dá uma atenção, isso pode ser o suficiente para salvar uma vida.
O senhor tempos nos ensina que nenhuma cicatriz será maior em nós, dos aquelas produzidas pelo desistir de algo bom por medo ou insegurança, pois carregar as incertezas que serão nossas vão nos ferir por toda uma vida..
Ainda não esqueci entre aquelas mesas do bar as nossas trocas de olhares,
pena que naquele dia a coragem se escondeu da oportunidade.
"Pelo que é de saber que de todas aquelas coisas que vencem o nosso intelecto, tal que se não pode ver aquilo que são, é convenientissimo trata-las pelos seus efeitos; de onde de Deus, e das substâncias separadas, e da matéria primeira, assim tratando, podemos ter algum conhecimento." (Convivio, pp 121)
Só vou pegar as coisas boas que você deixou
Aquelas que você disse por raiva ou dor
Deixo para os dias mortos de maio.
Alexandra Barcellos
Árvore Mãe
Poesias
Sabe aquelas noites em claro fora de casa? Aquela respiração ofegante que insistia em ficar a noite toda com a gente? Aquela sensação de que seu peito vai explodir, ou sair pela boca, porém você não quer sair daqueles braços, daqueles toques que desenham seu corpo inteiro ... A cada toque daqueles dedos, aquele olhar que infiltrava dentro de nós e trazia uma sensação de paz e segurança!
Abre um portal no meu quarto
Ficarei bem, é breve o pensar..
Sobre aquelas lembranças
Sobre aqueles dados significativos
Faz tempo que não escrevo
O nostálgico ficou para trás a tempos
Ainda sinto alguns devaneios
Quando caminho por aí
Ou apenas parado olhando o céu
De dia ou noite as estrelas estão lá
E nem conseguimos alcançar Las
Quanta ignorância nossa
Nem pertencemos aqui
Mas aonde iremos depois daqui
Tanto para entender na terra
Mas a ampulheta está esvaindo rápido
Apresse se, ou não é necessário ?
Terei tempo logo após o intervalo ?
Então acalme se, é o melhor caminho..
Ainda ouço krusseldorf
Me faz lembrar a infância
Ou melhor, quando estava no útero
Sensação de alívio, e sem preocupações
Como o tempo voa não é mesmo ?
Ou melhor, ele nem existe
Apenas não acaba, bom, para os humanos ?
A para nós sim, temos prazo de validade
Um corpo que não suporta muitos anos
Mas e a alma ? O mistério, a dádiva..
A, essa nunca morre, única e intransferível
Um meio de locomoção no cosmos
Cheia de Galáxias e planetas, infinitos seres
Como pode ser possível
Algo impossível de desvendar
Por hora limitado a este corpo
Mas por outra nem posso imaginar
Então a espera, a paciência, a resiliência
O aprendizado, o bem, o perdão
Viemos pela missão
Um propósito além da nossa compreensão
Ou não faria sentido a vida existir
Creia no que vem do coração
Creia do que aprendeu com a dor
Creia em algo chamado, natureza
Respeite, cuide, pois ela é daqui
Nós sim...
Partiremos..
Em breve..
Seja grato!
Seja grato por sair e resolver suas coisas, por ir no mercado fazer aquelas comprars chatas, por sair de casa toda manhã para fazer o mesmo trabalho de sempre, seja grato por ter disposição e saúde para sair e dar aquela corridinha ou fazer aquela atividade física a qual você tem preguiça. Seja grato por ter que fazer seu jantar toda noite.
Muita gente com problemas não tem força psicológica pra realizar essas tarefas corriqueiras, você tem noção do peso dessa carga?!
Toda a luz que enxergamos, e mesmo aquelas que não enxergamos, são luzes que vêm de Deus, porque tudo o que vem d’Ele é bom, sejam situações, caminhos ou pessoas... Olhos purificados pela fé são capazes de enxergar tais luzes...
Dizem que existem as mulheres para uma única noite
E existem aquelas que merecem estar anos e anos na sua vida
Dizem que existe a mulher vulgar
E existe a mulher santa, recatada e do lar
Dizem que tem aquela que corre fogo pelas veias
E aquela que acalma a brasa, que assopra o calor do vento
Dizem que tem aquela que é pra sempre
E aquela que é pra curtir só em um momento
A louca
A velha
A criança
A ciumenta
A perfeita mais imperfeita
Ou apenas a fantasma, que somos sem deixar bilhete, nenhum rastro
Ouso dizer que já fui, serei ou sou cada uma delas
Somos todas as versões em variadas ocasiões
Todas fomos ou podemos ser uma dessas mulheres marcantes
Perturbadoramente instigantes Por algum segundo, em algum momento, na vida de alguém
E tá tudo bem
Seremos a dor, a ferida, a festa ou o acalento
Porém, jamais seremos as mesmas
Seremos a lição que a coincidência exigiu
E, assim, iremos
Voltamos pra nossa casa, a nossa essência, que mora aqui dentro
Ora, ou outra poderemos nos perder
Mas nunca, jamais, em nenhuma circunstância iremos deixar de ser. Apenas ser.
- O que queima aqui acende a verdade inefável do nosso próprio ser
Você passa e encontra muitas flores na sua jornada rumo ao seu objetivo final. Mas existem aquelas que se destacam por sua beleza indescritível e são essas que tem os seus espinhos mais afiados.
Ricardo Baeta.
[FONTES DIALÓGICAS]
Entenderemos como ‘fontes dialógicas’ àquelas que envolvem, ou circunscrevem dentro de si, vozes sociais diversas capazes de dialogar e de se confrontar na própria trama discursiva da fonte. Podemos chamá-las também de ‘fontes polifônicas”, considerando que a sua principal característica é a presença marcante destas vozes internas que encontram expressão na trama textual e terminam por dialogar, confrontar-se ou interagir umas com as outras de várias maneiras. As “vozes” podem ser falas de indivíduos, presenças no texto de distintos representantes culturais, confrontos de forças políticas que encontram um espaço de disputa através do discurso (ainda que de maneira encoberta), culturas ou civilizações que se contrapõem, classes sociais que se embatem através de contradições interindividuais ou outras, gerações que se contrastam, narrativas que se entrelaçam, e assim por diante.
Para entendermos com maior plenitude porque as fontes que se enquadram nesta megacategoria podem ser compreendidas como 'dialógicas' ou 'polifônicas', o primeiro passo é entendermos mais claramente o que é “polifonia”. Busquemos o sentido para este conceito no ambiente original ao qual ele pertence, antes de se ter espraiado para outros campos de saber. Na Música, campo de expressão artística e de saber de onde a expressão “polifonia” foi importada – primeiro para a Linguística, depois para a História – a textura polifônica corresponde àquela modalidade de música na qual podemos ouvir claramente, com protagonismo musical próprio em cada uma delas, distintas vozes melódicas que interagem umas com as outras
Pensemos, por exemplo, na música de Johann Sebastian Bach (1685-1750), ou nos quartetos de Jazz nos quais cada instrumento conduz sua voz com uma mesma importância na trama melódica. Esta modalidade de música desenvolve-se de maneira distinta em relação ao que ocorre naquelas canções mais singelas – para as quais podemos encontrar uma infinidade de exemplos na música popular – em que existe apenas uma melodia principal que recebe o apoio harmônico de outros instrumentos, mas sem que estes tenham uma importância maior no que concerne à condução mais propriamente melódica do discurso musical. Este segundo padrão, baseado em uma melodia única que é apoiada por uma harmonia de acordes que fornecem o clima e o jogo de tensões e relaxamentos da música, é chamado de “homofonia”, constituindo um modo de expressão musical bem diferente da polifonia.
Destes dois padrões musicais muito comuns em uma variedade de gêneros musicais, a polifonia apresenta uma sintonia com os tipos de fontes que podemos denominar 'dialógicas' ou 'polifônicas'. Fontes textuais como os jornais - com a sua configuração multiautoral de textos que compartilham o mesmo veículo e frequentemente a mesma página de jornal - ou como os processos criminais, que trazem nas suas estruturas textuais uma multiplicidade de depoimentos de natureza distinta que representam diferentes posições sociais e que situam seus autores em distintas circunstâncias jurídicas, são tipicamente polifônicos. Os historiadores precisam compreender claramente as diferentes vozes que circulam nestas e em outros tipos de fontes polifônicas, decifrando suas posições, seus espaços de confronto, suas tensões mútuas, suas assimetrias, a diversidade social e cultural que transparece estes discursos no interior de um discurso maior.
[extraído de 'Fontes Históricas - introdução aos seus usos historiográficos'. Petrópolis: Editora Vozes, 2019, p.280-281].
