Aprendi que se Aprende
Quando você aprende a reconhecer o seu valor, torna-se mais difícil ficar perto de pessoas que não reconhecem isso.
AQUELE QUE CAMINHA NO INVISÍVEL.
Caminho como quem aprende a ver novamente.
Não procuro respostas. As respostas fazem barulho.
Prefiro o silêncio. É nele que a verdade repousa como uma criança adormecida.
É estranho.
Sem querer dizer sim sou levado para fora de mim.
Na memória que não me pertence reconheço teu rosto. Reconheço como se reconhece um deserto.
Não pela aridez. Mas pela fidelidade ao essencial.
Cada lembrança é uma lâmina delicada.
Ela não corta de uma vez.
Ela ensina.
Nota a nota o tempo escreve em mim sua música severa.
Gota a gota a ausência aprende a falar.
Lágrima a lágrima descubro que amar é aceitar ser atravessado.
O infinito não grita.
Ele observa.
Parece vazio apenas para quem olha com pressa.
É pleno para quem aceita perder-se.
E assim sigo.
Mais leve porque ferido.
Mais verdadeiro porque não fugi.
Somente aquele que consente em ser tocado pelo invisível torna-se digno de guardar o eterno no coração humano.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
“Na guerra espiritual ninguém morre, não se machucam e não vencem, mas aprende a se defender daqueles que tentam lhe matar.”
Solitude não me enfraquece. Me fortalece. Porque quem aprende a andar sozinho, não depende de migalhas.
O homem que aprende a caminhar sozinho sem sentir falta de plateia… se torna perigoso, porque nada mais o controla.
Só aprende, quem faz!
Estudar pelo ouvir, é permitir-se esquecer.
Estudar pelo ver, é permitir-se entender.
Estudar pelo fazer, é permitir-se aprender.
Ney Paula B.
O ser humano aprende a orar, mas raras vezes pratica oração, que é orar e agir em favor de um irmão.
Nem todo amor fala. Alguns se movem.
É curioso como, por tanto tempo, a gente aprende a lutar sozinha. A se defender, a sobreviver, a não esperar nada de ninguém — porque quase sempre, quando precisávamos, não tinha ninguém. A gente acaba confundindo amor com palavras bonitas, com discursos ensaiados e juras vazias. Mas com o tempo, a gente entende que amor mesmo... tem mais a ver com movimento do que com fala.
Amor é quando alguém te protege do mundo — não com grades, mas com gestos. Quando percebe sua vulnerabilidade e não se aproveita dela, mas estende a mão. Quando não tem muito a oferecer, mas oferece tudo o que tem.
É aí que mora a diferença.
Tem gente que diz “cuida” e nunca cuida.
Tem gente que não promete nada, mas aparece. Fica. Aguenta. E ama no silêncio das atitudes.
É hora de prestarmos mais atenção nas ações.
Em como as pessoas nos olham quando estamos frágeis.
Em como elas reagem quando erramos.
Em quem nos defende quando o mundo vira as costas.
Palavras qualquer um diz.
Mas o cuidado… o cuidado exige presença.
E a presença, essa sim, é a maior declaração de amor.
Tudo que insistimos, não tem boas chances de terminar das melhores formas.
Triste quando aprendemos algo às duras penas do passado que não temos como reverter agora, no presente..
Não sou frio, sou triste.
Mas tristeza profunda não faz barulho. Ela aprende a se disfarçar em silêncios longos,
em olhares vazios que já desistiram de explicar.
Aprende se desde cedo pela própria caminhada que só há de se encontrar o verdadeiro AMOR se involuntariamente, DAMOS, fortuitamente à outrem o melhor que internamente e espiritualmente, se tem, se possui por nata virtude.
Aquele que ouve sem questionar, aprende mas aquele que ouve, julgando e interpretando a verdade sob seu ponto de vista, não absorve nada do ensinamento.
Ir alem é ter a capacidade de perdoar, apagar, desaprender o que estava errado, equivocado e aprender o certo, tudo de novo.
Em conhecimento por excelência algumas coisas não se estuda em lugar algum, se aprende com a vida diante da necessidade e a responsabilidade de fazer, da melhor maneira.
Em arte se aprende com o passar dos anos que a criação do mais erudito se inspira inevitavelmente no mais simples e popular.
Aprende se muito mais sobre os reais segredos da vida com os jardineiros e agricultores do que ouvir em tese entre os mais letrados e juízes.
Criança com fome não aprende, a educação consciente tem que prover um raciocínio objetivo e simples como uma boa alimentação. O não trabalho infantil no Brasil, é uma demagogia estupida se as plataformas publicas educacionais não conseguem colocar todas as crianças famintas nas escolas. A legalização e a fiscalização imperativa por regras duras do trabalho infantil. atende em si toda nossa social, cultural, profissional e educacional realidade.
