Aprendi que Nao Importa

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... santidades,
heroísmos e condecorações não
passam de penduricalhos humanos
desprovidos, por vezes, de fatos que os
sustentem. Na senda do espírito, no entanto,
a estatura de um Ser é medida por um
único e definitivo fundamento:
a coerência!

O que você precisa não é a disciplina, ela não é uma indulgência que irá te fazer transcender das suas necessidades emocionais, você só precisa de uma motivação.
Motivação é o porquê de você querer fazer algo, e ela não vai cair do céu pra você, a força de vontade é um músculo da alma, por isso você tem que exercitá-la.
Escolha uma motivação, exercite a sua determinação enfrentando seus medos, a disciplina é apenas a consistência disso tudo.

Não perca seu brilho só para deixar visível a sombra e o vazio das pessoas que só fingem se importar com você.

As ideias dignas de destaque não surgem do nada; passam por sucessivas desconstruções e recomposições, até que a mente lhes reconheça valor e a inquietude lhes dê a feição final.

não existe mais original.
Tudo é cópia — mal feita, mal intencionada, mal disfarçada.
A verdade foi falsificada
e vendida no mercado negro da conveniência.
Antes, pirataria era gambiarra do pobre,
um jeito de sobreviver sem acesso.
Hoje é sistema.
É método.
É regra não escrita.
Nada é confiável.
Nada é limpo.
Nada é inteiro.
Helaine Machado

A maior virtude do amor
não é ser leve,
nem bonito aos olhos do mundo —
é ser forte o bastante
pra calar o ódio
quando ele grita dentro da gente.
Porque o ódio invade,
rasga, consome,
faz do peito um campo de guerra
onde tudo perde cor.
Helaine machado

Podes brincar de não me querer… mas não controlas quando vais começar a querer e já não me ter!

A vida no Sul é feita de horizontes que parecem não ter fim e de um silêncio que não é vazio — é carregado de memória, de ausência e de tudo aquilo que o vento insiste em contar para quem aprende a escutar. Aqui, o tempo não corre; ele se assenta. Ele respeita quem finca raiz e não se dobra à pressa de um mundo que esqueceu de sentir.


Entre o frio cortante das manhãs e o calor denso de um chimarrão amargo, existe um ritual que sustenta a alma: o sorgo que gira na roda, a caninha boa que aquece o peito e as lembranças de um povo que aprendeu a resistir antes mesmo de aprender a sonhar. Não é só costume — é sobrevivência transformada em tradição.


Há pegadas de marujo marcadas no chão, há couro curtido pelo sal do litoral e uma identidade moldada entre o campo bruto e a água inquieta. Aqui, a gente aprende cedo que viver é manter o equilíbrio mesmo quando tudo balança — seja no lombo de um cavalo ou no balanço incerto de uma canoa. Aprende-se a ler o céu como quem lê o destino e a entender o silêncio das marés como se fosse linguagem.


Foi assim, olhando o velho pai, que vieram os primeiros ensinamentos — não em palavras, mas em gestos. Nos tiros de laço lançados contra o vento, na paciência quase sagrada da tarrafa aberta na lagoa, na firmeza de quem nunca precisou dizer muito para ensinar tudo. É nesse chão que se aprende que herança não é o que se recebe, é o que se honra.


E quando o olhar encontra o reflexo de uma lagoa verde e azul, não é só paisagem — é espelho de uma identidade inteira. É memória viva, é música que atravessa gerações sem pedir licença, é sentimento que não cabe em explicação. Ali, naquele instante, tudo faz sentido sem precisar de tradução.


Viver no Sul não é apenas existir em um lugar — é carregar um estado de espírito que mistura dureza e sensibilidade, silêncio e profundidade. É entender que a vida não precisa ser alta para ser intensa, nem rápida para ser verdadeira.


É um jeito de viver que não se explica — se sente.
Se carrega no peito como marca definitiva.
E se honra, todos os dias, como quem sabe exatamente de onde veio e por que permanece.


- Tiago Scheimann

⁠Minha melhor versão não é a que todos veem, mas a que eu construo quando ninguém está olhando. Neste 8 de março, meu brinde é para a minha liberdade e para a força que me trouxe até aqui. O futuro é um rastro de perfume que só eu sei onde vai chegar

"Somos fáceis de manipular; fáceis de usar. Ou seja, somos tão acessíveis que não existe nenhuma gota de liberdade em nós".

Sotaque não se corrige — se celebra.
É raiz que fala, memória que respira,
é a terra moldando a palavra
na boca de quem a carrega.

No chiado leve do Rio de Janeiro,
no ritmo firme de São Paulo,
na doçura mansa de Minas Gerais,
no vento aberto do Rio Grande do Sul,
e na cadência viva do Pará,
onde o falar carrega rios, florestas e histórias —
há vozes que não cabem na gramática,
mas vivem inteiras na identidade.

Cada fala é um mapa invisível,
um retrato que não se desenha,
mas se ouve.

Não há língua mais certa que a outra,
há caminhos diferentes para dizer o mundo.
E em cada som, em cada jeito,
o Brasil se reconhece plural.

Valorizar o sotaque
é reconhecer o outro —
e, no eco da diferença,
descobrir que somos muitos
e ainda assim, um só.

A dor você não controla no seu próprio corpo, ela vai embora quando passa, mas o sofrimento só para se você ir atrás de tratá-lo.

Não repita um teste que deu errado porque "vai que dá certo", pintar de azul duas vezes não vai sair vermelho.

A afinidade transita pelo conhecido e pelo que em nós se reconhece; não pertencer é mais do que ter saído, é nunca ter estado.

Tenho a alegria que transborda, a esperança que não cansa,
carrego a paz no peito e a alma de uma criança.
Mas não se engane com o riso, pois há fogo no meu ser:
tenho a loba no rastro e a felina no querer.


------- Eliana Angel Wolf⁠

Há um impacto poético que
acontece entre o mar e a falésia,
não como violência,
mas como reencontro de velhos cúmplices.O mar desfaz-se em espuma, a falésia em ecos.

"Percebi que, quando entregamos demais nossos sentimentos a quem não os acolhe, o silêncio que fica ensina a gente a valorizar o nosso próprio tempo. E, como diz em Provérbios, 'Guarda o teu coração, pois dele procede a vida.' Assim, aprendo a escolher com sabedoria a quem entrego o que sinto."

Não foi conexão.
Foi conveniência.


E o mais difícil de admitir?
Que muitas vezes a gente sabe…
mas escolhe ficar.
Se ajusta pra caber.
Maternar.
Tentar curar...


Como se amar fosse dar conta do outro.
Mas não é!


Quando é real, tem presença.
Tem escolha.
Tem espaço.


O resto… é ausência disfarçada de quase.
Palavras bonitas e ações egóicas, indisponibilidade inconsciente.


Eu parei de romantizar isso.
E foi aí que tudo começou a mudar.


Hoje, a paz é um dos itens inegociáveis pra mim!

Á Ditadura Militar ontem,não se compara com essa Democracia barata e corrupta que fizeram Hoje''

⁠"Não dispute por atenção de ninguém,Prove seu valor nas misericórdias de Deus,pois Ele é o único que conhece as intenções dos nossos corações."