Aprendi que Nao Importa
Eu aprendi ouvir o silêncio de quem se cala, e a não escutar o barulho de quem me tormenta. Eis aí, uma grande diferença, entre ouvir e escutar.
Aprendi a ser mais sossegada com a vida, que nada vale à pena se não for vivido com intensidade, e que os anos nos ensina que as piores pessoas vêm para nos tornar fortes e as melhores para não nos esquecermos que mesmo que o mundo pareça hostil ainda há um fio de amor e mesmo que seja em poucas pessoas não da para desistir.
Seja amor por onde for.
aprendi que na vida
se não for de um jeito
com certeza será de outro
se não for brigadeiro é poesia
se não for tristeza é alegria
se não for com coragem
vou com um baita medo
se não for chá, é café
se faltar razão, vou com emoção
se for com desejo, eu boto fé
se não for do meu jeito
será do jeito que Deus quiser
e ainda sim vou de qualquer jeito
com ou sem defeito
bem ou mal feito
desde que tudo seja feito
com muito amor no coracao!!!
Muito do que aprendi está escrito aqui, no livro da minha vida.
Aprendi com minha mãe que não sou todo mundo e a ficar em silêncio quando necessário. Aprendi a ser mãe como ela, a ter educação e a agradecer por isso.
Aprendi com a Cora Coralina a fazer doces (como brigadeiro) e a escrever poemas.
Aprendi com a Clarice Lispector que sou companhia, mas também posso ser solidão. Que sou tranquilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. E também a guardar minha dor no bolso e a cuidar das amizades, dos familiares e dos parentes quando for necessário.
Aprendi com a Frida Kahlo a cerrar as sobrancelhas quando algo não me agrada ou quando me sinto mais feliz do que imaginava.
Aprendi com a Cecília Meireles a escrever sobre a lua e suas fases, assim como sobre as minhas fases, boas e ruins.
Aprendi com a Rachel de Queiroz a gostar de cada detalhe de mim, sem me preocupar para que os outros gostem.
Aprendi com a Lígia Fagundes Teles a ficar sozinha, pois tenho a necessidade de me libertar de tudo e todos.
Aprendi com a Adélia Prado que não tenho tempo a perder, pois ser feliz me consome. Caso contrário, ou eu “viro doida, ou santa”.
Aprendi com a Hilda Hilst a escrever, a falar, a sentir e a recitar o amor.
Aprendi com a Carolina Maria de Jesus que temos um quarto de despejo dentro de nós, onde jogamos tudo, inclusive o amor que nos falta.
Aprendi com a Ana Maria Machado que devemos escrever, aprender a falar e lidar com a criança interior, principalmente com aquelas pessoas que esquecem de crescer e amadurecer.
Aprendi com a Lya Luft que podemos ser mais irmão, mais amigo, mais filho, mais pai ou mãe, mais humano, mais simples e mais desejoso de fazer os outros felizes.
Aprendi com a Martha Medeiros a brincar seriamente de “faz de conta”.
Aprendi com o Fernando Pessoa, meu xará, que “o que chega, chega sempre por alguma razão”. Tenho certeza de que todos que chegaram até mim foram por causa da minha própria maravilhosidade e da minha linda pessoa. Agradeço por fazerem parte da minha vida, e se alguém partiu, foi porque “tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível”.
Também aprendi muito com Machado de Assis, Carlos Drummond, Mário e Oswald de Andrade, José de Alencar, Castro Alves e outros escritores que li na infância e adolescência. Eles ajudaram na construção do meu saber e do meu ser, tornando-me mais humana e menos ignorante.
Aprendo até hoje com meus pais, irmãos, filhos, parentes, amigos e até inimigos o ato de pedir perdão, me retratar, me desculpar e amar incondicionalmente, independentemente dos defeitos e erros.
E aprendo demais com Chico Xavier, Allan Kardec, Paulo de Tarso, Lucas e toda a Espiritualidade Amiga que se faz presente em minha vida. Principalmente com Jesus, o nosso Mestre, que me ensina a ser eu mesma, a aceitar minha condição de espírito inacabado e imperfeito, mas que posso e devo ser melhor a cada dia da minha existência, ora humana, ora espiritual.
Gratidão!
Aprendi que:
Deus não nos orienta para seguirmos a viajem em atalhos, porque Ele sabe que indo por este caminho, acabarás por não aproveitar a viajem como deve ser.
Não ter concluído o ensino médio para mim foi como ter que aprender a nadar, fora d'água; eu aprendi, o jeito foi ser autodidata!
"O que sinto é parte de mim, eu não esqueço e continuo desejando... Aprendi a não colocar intenções nas minhas ações e não quero criar retorno em recompensas... Eu me sinto feliz com a sua presença e até mesmo em pensar em ti; Fazer parte do seu coração é uma conquista valiosa, quando do meu, eu te chamo de dona."
Sou órfã
Sou co
Sou só
E assim aprendi a ser a minha própria companhia e já não tenho a necessidade de entender certas ausências.
Aprendi a olhar com serenidade o movimento da vida. Já não tenho grandes ilusões... O tempo nos transforma, e, somente ele permanece do mesmo jeito, sempre passando.
Um brinde ao tempo que esculpiu em mim
a marca da experiência.
Tim, Tim! Ao Tempo! Ao Tempo!
Aprendi a relevar tudo o que não me faz bem e guardar no coração❤ os eu TE AMO de um certo alguém...
-@CruS'h
Aprendi a perdoar. Quando o que me restou fora o sofrimento .
E a certeza de que não era inocente.
E ai decidi viver em correntes me prendendo ao Passado...
Talvez ainda com receio, mais não mas com medo.
E ainda um pouquinho infeliz caminhei.
Sumido entre sonhos acusadores, vez ou outra aparecia quando covinha.
Lembre-se você é a única inigualável.!
Com erros ou não. Mais um ser distintos neste universo. Abraça-se primeiro...
Raiane oliveira
Amadurecimento
Aprendi dos erros
A ser rígido em pessoa
Em vivência
Diversas adversidades
Não paralisei e cai
Todavia busquei soluções
Que Levaram ao crescimento natural.
Aprendi que com o tempo as pessoas vêm e sem tempo elas vão. Não há tempo que diga quanto tempo uma pessoa vai permanecer ao nosso lado.
Uma das coisas que aprendi para valorizar a mim mesmo, é deixar de chorar por aquilo que não vale mais a pena.
A questão,meu bem, é que eu aprendi a decifrar o silêncio.
E foi o que você não disse,que me disse tudo.
É bastante facil amar alguém;... basta que você não o conheça bem.
Aprendi que de perto, sob uma lupa, todos somos estranhos.
