Aprendi que Nao Importa

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Nos dias de hoje, sentir-se desejado não é algo difícil. Mas, para alguns, quando esse desejo parte da pessoa amada, ele tem um valor inestimável.


​Talvez eu seja ingênuo, mas por que haveria de existir fetiche maior do que ser amado?


​Garanto que qualquer um que tenha provado disso jamais se contentará com desejos superficiais.

Renunciar a si não é amor.
É ausência de si. Transcender não é se anular,
é confiar no fluxo da própria evolução.
Sem amor-próprio, a renúncia vira só um disfarce… de um vazio que tenta se justificar.

Oi, minha filha, hoje eu vi que vc não está muito bem, mas quero que saiba que eu sempre estarei com vc, bom, mas toda vez que vc chora eu estou sempre do seu lado, só que não consegue me ver. ⁠

Não estamos separados da natureza, somos o fluxo dela, a floresta que você vê pode está dentro de você daqui a um ano.

Eu grito,
não mais para o mundo,
mas para me resgatar de mim mesmo.

Grito tudo o que calei,
tudo o que doeu em silêncio,
tudo o que me fez pequeno dentro de mim.

Deixo a dor sair sem pedir desculpa,
deixo o peito tremer,
deixo a voz falhar…
mas não deixo mais ficar.
Porque esse grito não é só ruptura,
é nascimento.

No meio do caos da minha própria voz,
algo em mim respira de novo.

E pela primeira vez,
eu não me sufoco…
eu me escuto.

Hoje não foi um dia bom, nós nos afastamos nem sei por quanto tempo e está doendo muito. Tô aqui lembrando do seu rosto, da sua imagem, mas foi a decisão que tomamos juntos, e mesmo assim me arrependo, mas as circunstâncias nos levaram a isso e se tornou o mais correto a se fazer, mas como eu não tenho um coração, pois o que bate no meu peito é todo seu, nossas memórias sempre estariam aqui. Eu te amo por toda eternidade!

Na vida temos que aproveitar cada segundo que temos com quem amamos, porque talvez amanhã não teremos essa oportunidade.

Por que fazer hoje?
Jamais acontecerá um amanhecer igual ao outro, pois o vento não sobrará igual.
As nuvens não vão estar na mesma posição, formando as mesmas formas.
As ondas não serão as mesmas
Talvez não esteja tão disposto a acordar cedo.
Ou com saúde para caminhar e ver o mar dando um bom dia.
Ou o sol iluminando o seu Ser.
O brilho da luz do sol surgindo entre nuvens na cor vermelha e mudando a cada segundo, se tornando dia.
O espetáculo maravilhoso da criação do Senhor.
O som maravilhoso do mar dizendo :
Estamos todos vivos .
VIVA TUDO O QUE VOCÊ MERECE.
BOM DIA.

Todo homem tem seu momento gay.
A diferença está entre aqueles que realmente não nasceram para ser.
Aqueles que percebem o quanto é maravilhoso ser e permanecem sendo.
E os que não se aceitam e vivem infelizes.
(Nepom Ridna)

"A felicidade não é um destino, é um estado de espírito que se faz. É realizar propósitos com ética, sem prejuízos alheios. Verdadeiramente feliz é quem não se preocupa com o 'será', pois tem a certeza de que já é."

O tempo é o seu bem mais precioso, não o desperdice com aquilo que não contribui para sua evolução emocional, psicológica, intelectual, espiritual e física. Cada minuto você faz escolhas, e ser seletivo nessas escolhas é o que define o rumo da sua vida.

Paladar e conforto eles não retrocedem, depois que você acessa coisas e ambientes de qualidades você se torna um inconformado nato.

Errar é a prova de que você não está apenas assistindo à vida passar da arquibancada, mas que está no campo. Jogando!.

Não é por acaso que sistemas educacionais de países como a França, Inglaterra, Japão e EUA, por exemplo, destacam instituições universitárias de grande prestígio, com o objetivo político precípuo de formar seus respectivos dirigentes. Nessas instituições, se educam os futuros líderes na afirmação dos valores nacionais; na sublimação do respeito e da valorização de seus antepassados e da sua história; na consolidação de uma enérgica auto-estima; no estímulo a tudo o que promove e prestigia a sua gente, os seus costumes e a sua cultura..."Les Grandes Écoles", na França; Oxford e Cambridge, na Inglaterra; Tóquio e Kioto, no Japão e não menos que uma dúzia de universidades nos EUA - entre elas, Harvard, Chicago e Stanford - são estruturadas, também, com esse fim"
J. BAUTISTA VIDAL - De estado servil...

Se o arrependimento matasse,
não restaria sopro algum sobre a terra —
nem vento, nem voz,
apenas o silêncio pesado
de tudo o que poderia ter sido diferente.


Carrego comigo essa estranha sina:
a de nunca pisar sem antes duvidar do chão,
a de nunca falar sem antes ensaiar o eco do erro.
Cada gesto meu nasce já cansado,
como se soubesse que será revisto,
revirado,
remoído até perder o nome.


Penso antes, durante, depois —
e, ainda assim, falho na paz.
Há sempre um segundo pensamento
que corrói o primeiro,
um sussurro tardio que diz:
“não era isso”,
“não assim”,
“não deveria ter tentado”.


Minhas palavras saem vestidas de despedida,
como se cada uma carregasse em si
um pequeno morrer —
o morrer daquilo que poderia ter sido dito melhor,
ou calado por inteiro.


E então me recolho,
refaço diálogos que já não existem,
reescrevo frases em um tempo que não volta,
tentando salvar, em atraso,
o que nunca esteve seguro.


Se o arrependimento matasse,
eu já teria partido incontáveis vezes.
Mas permaneço: erguendo versões de mim
sobre os escombros do que pensei ter errado,
pintando o quadro da aquarela de meu engano e soprando o vento do meu amago.


E, ainda assim,
há um sopro teimoso em mim
que insiste em continuar,
mesmo sabendo
que amanhã também haverá dúvida,
e então depois,
e depois.

*"Basta Ser Eu"*


Não preciso ser um herói,
Nem um poeta de rimas perfeitas,
Nem um músico de canções doces,
Basta ser eu, para te amar.


Com você, meu amor, eu encontro a voz,
E as palavras simples viram poesia,
Sem máscaras, sem disfarces,
Apenas o coração, que lateja por você.


Eu não preciso de mais,
Apenas ser eu mesmo,
Para demonstrar o quanto te amo,
E o quanto você é meu refúgio.


Você é o meu sol, a minha lua,
A estrela que ilumina a minha noite,
Você é a minha casa, o meu lar,
Onde eu quero estar, para sempre.


Com você, eu sinto paz,
E o meu coração bate em harmonia,
Você é a minha música, a minha dança,
A razão pela qual eu vivo, e sou feliz.


Mas quando você se vai,
A escuridão me envolve,
E eu sinto a falta do seu sorriso,
E o meu coração se desfaz em lágrimas.


Eu sonhei com você,
Em noites de insônia e saudade,
E quando acordei,
Você estava lá, em meus braços.


Você é a minha dor,
E a minha cura,
Você é a minha cruz,
E a minha redenção.

A negação da existência de um Criador, senhores, não nasce — como muitos pretendem fazer crer — de um rigor científico absoluto, de uma demonstração irrefutável. Não! Ela emerge, frequentemente, de um processo interno, psicológico, quase íntimo, em que o indivíduo, confrontado com a dureza da realidade, tenta reorganizar o seu próprio entendimento do mundo.


E quando essa realidade não corresponde às suas expectativas — quando a dor, a frustração e o infortúnio se impõem —, o que faz esse indivíduo? Em vez de questionar suas próprias limitações, opta por descartar a hipótese de Deus. Não por tê-la refutado, mas por não encontrar nela utilidade imediata.


Ora, isso revela um equívoco fundamental!


Pressupõe-se, de maneira absolutamente distorcida, que Deus deva funcionar como um servo das vontades humanas — um agente corretor de erros, um solucionador automático de problemas. E quando essa expectativa infantil não se concretiza, instala-se não apenas a descrença, mas, muitas vezes, uma postura agressiva contra aqueles que creem.


Mas vejamos com clareza lógica: a ausência de prova não é prova de ausência! Esse é um princípio elementar, que qualquer raciocínio minimamente estruturado deve respeitar. Da mesma forma que a fé não se sustenta exclusivamente em evidências materiais, a negação também não pode se arrogar o monopólio da verdade.


O que se observa, portanto, não é uma superioridade intelectual da descrença, mas, em muitos casos, uma projeção de conflitos internos — uma tentativa de transformar frustrações pessoais em posição ideológica.


E aqui está o ponto central: a fé, para milhões, não é ingenuidade. É estrutura. É força. É reorganização da própria existência.


Por isso, o que se exige — não como favor, mas como princípio de civilidade — é a simetria intelectual: que ninguém imponha sua crença, mas que também ninguém desqualifique a fé alheia como se detivesse uma verdade absoluta.


Porque, no fim, senhores, tanto a crença quanto a descrença caminham sobre o mesmo terreno: o da limitação humana diante do infinito.

Não quero falar da tragédia do mundo.
Ela já grita sozinha.
É preciso olhar além do caos, além das dores,
além da pressa,
além da ilusão de controle,
além até da esperança.
Não olhar de modo ansioso,
mas com consciência
e profundidade.


Plantas conversam em línguas que não ouvimos, animais atravessam o planeta sem mapas, Águas-vivas ensaiam a eternidade, Peixes vão tão fundo
que a luz fracassa, a arte dá formato a cenários mentais. E mulheres fabricam universos
dentro do próprio ventre.


Como negar
que algo sagrado respira aqui?
Talvez maturidade seja isso:
tentar ver o mundo além da nossa bolha,
além do reflexo corrompido da nossa alma.
Libertá-la.
Conectar-se com os milagres.
Aceitar a própria animalidade.
E lembrar
que não somos feitos só de ambições,
mas de experiências.
— Allan Meraki

Água.


Não é recurso.


É origem.


Corre silenciosa entre raízes, rasga a terra, desenha caminhos que não pedem permissão. Sustenta o invisível, revela o essencial. Onde ela chega, a vida insiste.


Mas onde falta, o mundo se recolhe.


O que ainda chamamos de abundância já carrega sinais de exaustão. Rios interrompidos, nascentes esquecidas, ciclos rompidos. Não é sobre escassez futura. É sobre ausência presente.


Proteger a água é proteger tudo o que ainda respira.


Dia Mundial da Água.

Não tão querido, diário....

Cocei meus olhos com mais força que o esperado, me machuquei no meu afago e bocejei lentamente ao começo do dia, mordi a língua ao enrolar mais e, ao decorrer, vivi assim: bebericando café com o gosto mais amargo que o normal, tropicando nos degraus da vida e com dor na lombar de carregar o peso do meu ferimento.

Na metade do dia, senti uma angustia profunda e um embrulhar no estomago, vi a imagem perfeita do meu outro eu imbuído em magoas e perdas, sofrendo mais pelos cheiros do que os acontecimentos, doendo mais no peito do que o local do ferimento. Minha metáfora falha e a piada e caçoada, meus sentimentos afogados e meus fios desgrenhados afagados por mãos falsas.

No fim do dia, no anoitecer melancólico e quase libertador, no feixe de uma dor sem rancor, no sonhar de um horror e o perfume de minha essência, são onde escondo minha dor.
Demorei mais tempo que o normal no banheiro e me banhei ao custo do meu sofrer, sufocando em lágrimas mal derramadas e no amargar do café, que desde o começo dia, esquecido ao lado estragou ao se deixar ser abandonado.

Aquele mesmo corte feito no amanhecer, fraco e pequeno mas que dói mais que o esperado. Aquele que me traí ao arder durante meu sorriso, aquele que fisga quando digo que não tenho medo, o que machuca quando estou tão perto de mim e me afasta ao mesmo tempo.

O que me lembra que as piores infecções não surgem dos cortes mais profundas, mas das suturas mal feitas.