Aprendi que Nao Importa
O otimismo não é capaz de mudar os acontecimentos, mas, certamente, muda a forma como lidamos com eles.
Em uma batalha, quando o inimigo recua, não quer dizer que você vai vencer.
Às vezes é necessário recuar para surpreender.
Cuidado com os rótulos mais bonitos, pois se foi preciso caprichar no rótulo o conteúdo pode não ser tão bom.
Não me considero um produto, não tenho rótulos. Opiniões mudam constantemente. Hoje mesmo já mudei mil vezes.
-Ela nunca recobrou a consciência: não reconheceu ninguém desde o momento em que a deixou, - disse eu - Ela jaz com um doce sorriso nos lábios, e seus últimos pensamentos a levaram de volta aos dias felizes. Sua vida encerrou-se como um sonho suave - que ela possa despertar tão suavemente no outro mundo!
Não espero que entenda minhas razões e nem minhas emoções.
Apenas me aceite com minhas imperfeições.
Não espero que me ame com devoção.
Apenas me ame com o coração.
Eu levanto a minha voz, não para que eu possa gritar, mas para que aqueles sem voz possam ser ouvidos... não é possível prosperar quando metade das pessoas ficam para trás.
Ser correspondido é tão importante quanto sentir, quanto amar. Não adianta de nada você depositar o seu amor, e não receber nada em troca. Busque se interessar/relacionar pelas pessoas que te valorizam, te respeitam. É necessário ser amado SIM. Não vem com essa de que você ama tanto que vale pra dois.
N Ã O!
Não é exigir o amor de alguém, ou que alguém corresponda o que você sente de forma igual. Nunca é igual. Mas se não é correspondido, mude. Joga tudo pro alto e pensa em você.
Se ame! A partir do momento que você se ama, você entende o quanto é necessário receber isso dos outros também. Não por ego ou vaidade, mas porque as coisas mais lindas da vida estão na RECIPROCIDADE.
Reciprocidade é TUDO! Queiram ser amados, se importem com isso. Nenhuma relação é verdadeira se não for mútua.
A vida é cheia de amores, alguns não correspondidos, outros mal interpretados, e sem falar daqueles que foram guardados apenas para sí, mas sim, de fato a vida é cheia de amores.
Amores que à alguns fazem bem e a outros nem tanto, mas sim, de fato a vida é cheia de amores.
Amores alguns até que maravilhosos, já outros imperfeitos, mas sim, de fato a vida é cheia de amores, e de todos os amores que eu pude ter, o amor próprio foi o que eu mais gostei de viver.
Uma lembrança bonita não é saudade. Saudade causa incômodo físico. É quando o corpo diz mudo: - volta pra casa? E a alma, desnuda, responde: - quem sabe um dia...
Meu passado era parte de mim e moldava quem eu era agora, mas não definia quem eu me tornaria. Não me controlava.
Você me enganou. Disse-me coisas que não eram verdade. Tudo bem! Ela pode ficar com você! Você nunca prestou mesmo! Quero mesmo é te jogar no lixo! E ela é o lixo!
Eu vou embora na certeza de que não farei falta. De vez em quando eu olho pra trás pra ver se tem alguém pedindo pra eu voltar, mas nunca tem.
O povo busca um “salvador” na política e nela ele não estará, aí cada um de acordo a sua consciência escolhe seu reflexo para lhe representar...
Gosto dos algarismos, porque não são de meias medidas nem de metáforas. Eles dizem as coisas pelo seu nome, às vezes um nome feio, mas não havendo outro, não o escolhem. São sinceros, francos, ingênuos. As letras fizeram-se para frases; o algarismo não tem frases, nem retórica.
Assim, por exemplo, um homem, o leitor ou eu, querendo falar do nosso país, dirá:
– Quando uma Constituição livre pôs nas mãos de um povo o seu destino, força é que este povo caminhe para o futuro com as bandeiras do progresso desfraldadas. A soberania nacional reside nas Câmaras; as Câmaras são a representação nacional. A opinião pública deste país é o magistrado último, o supremo tribunal dos homens e das coisas. Peço à nação que decida entre mim e o Sr. Fidélis Teles de Meireles Queles; ela possui nas mãos o direito superior a todos os direitos.
A isto responderá o algarismo com a maior simplicidade:
– A nação não sabe ler. Há só 30% dos indivíduos residentes neste país que podem ler; desses uns 9% não lêem letra de mão. 70% jazem em profunda ignorância. Não saber ler é ignorar o Sr. Meireles Queles; é não saber o que ele vale, o que ele pensa, o que ele quer; nem se realmente pode querer ou pensar. 70% dos cidadãos votam do mesmo modo que respiram: sem saber porque nem o quê. Votam como vão à festa da Penha, — por divertimento. A Constituição é para eles uma coisa inteiramente desconhecida. Estão prontos para tudo: uma revolução ou um golpe de Estado.
Replico eu:
– Mas, Sr. Algarismo, creio que as instituições...
– As instituições existem, mas por e para 30% dos cidadãos. Proponho uma reforma no estilo político. Não se deve dizer: "consultar a nação, representantes da nação, os poderes da nação"; mas — "consultar os 30%, representantes dos 30%, poderes dos 30%". A opinião pública é uma metáfora sem base; há só a opinião dos 30%. Um deputado que disser na Câmara: "Sr. Presidente, falo deste modo porque os 30% nos ouvem..." dirá uma coisa extremamente sensata.
E eu não sei que se possa dizer ao algarismo, se ele falar desse modo, porque nós não temos base segura para os nossos discursos e ele tem o recenseamento.
