Aprendi que não Adianta
E foi com as turbulências que eu aprendi a voar .... céu de calmaria na maioria das vezes não te faz um bom piloto ...
Você não era pra mim ... demorou mais eu entendi..eu aprendi que nem tudo que chega e pra ficar ... nem todo sorriso é amor... eu abri meus olhos.. você caminhava comigo . Mas não segurava minha mão.. ai eu entendi que caminhar por caminhar ..prefiro seguir sozinha mesmo ...
Eu não sei ser fofa.. também não sou fria ..sou realista... Pé no chão, precavida... Aprendi a levantar, me reerguer, me transformar, aprendi que chorar não vale a pena, mas se preciso desabar eu desabo e limpo meu choro e recomeço denovo do zero...sorriso no rosto e cabeça erguida ..ninguém precisa saber da minha dor, das minhas fraquezas e das minhas falhas... Sou eu por mim mesma.. a minha força vem de dentro.. sou fênix renascendo das cinzas... Sou lua nova, sou primavera...forte, viril, vitoriosa... Aprendi a não sofrer com os tombos..aprendi a recomeçar quando preciso..
Em meio as ruínas da vida,aprendi que perder não é sinônimo de derrota e que vencer não é tudo,afinal o que importa é tentar,vencedor é aquele que mesmo no abismo nunca perde a fé e a esperança em Deus
Onde
Tenho contado com muita sorte
Com o tempo aprendi
Traçar na pedra o necessário corte
Como fez Miquelangelo na estátua de Davi
Muitas pancadas foi dada
Segurando em outra mão
O cinzel que me ajudava
Assim seguia a construção
Necessário manter o plumo
A parede no mesmo rumo
Uma luz sempre me guiava
Hoje vejo essa escultura
Que não falta nem moldura
Mas onde que será pendurada.
“O despertar do corpo não é apenas um evento físico, mas um portal para novas experiências e aprendizados que o dia oferece.”
Aprendi... Quando a gente fica em silêncio Deus age por nós, e as pessoas que esperavam o contrário se incomoda por não compreender o valor do mesmo.
Eu aprendi que caminhos não nos levam a lugar algum; eles aparecem quando a coragem, cansada de negociar com o medo, decide pisar onde ainda não existe chão.
Alguém me disse que nunca haveria de conseguir, mas determinado
eu continuei; errei e aprendi e agora volto para ensinar.
Eu só me reencontro quando eu me perco, é estranho viver assim, mas é assim que aprendi a viver. A vida passa muito rápido, tenho pouco tempo para arrependimentos, por isso vou continuar vivendo cada minuto como se fosse o único.
Há um princípio fundamental para se equilibrar os dons da carne com os dons do espírito. Aprendi, com muito sofrimento e vivência, que a arrogância do saber sufoca o que temos de melhor no espírito. Todo talento herdado ou aperfeiçoado com estudo e prática laboriosa, quando sobrepõe a modéstia, a humildade e o amor, vira lixo, lixo humano que nada edifica...
Eu sou burro, dizem.
Não aprendi a ser hipócrita.
Não sei sorrir com o fígado doendo,
nem elogiar quem me envergonha.
Nasci torto pra esse mundo liso,
onde a esperteza é se calar,
e a virtude é caber na média.
Não sei me vender.
Não sei bajular.
Não sei.
Só sei ser inteiro.
E isso, hoje, é burrice.
Vejo os que vencem —
sabem o tom, a pose, o disfarce.
Sabem dizer sim sem concordar.
Sabem pedir desculpas sem culpa,
elogiar sem respeito,
defender sem acreditar.
Eu não.
Eu sangro na frente de todos,
falo o que penso,
perco amigos,
perco oportunidades,
perco o conforto.
Mas durmo.
Durmo sabendo quem sou.
E isso, talvez, seja o que ainda me mantém
vivo — mesmo fora do rebanho.
Eu sou burro, dizem. Não sei me posicionar, não sei me calar na hora certa, não aprendi a jogar o jogo. Nunca entendi o valor de um elogio falso, nem a importância de um aperto de mão estratégico. Não sei fingir respeito, não sei sorrir com o fígado amargo. Nunca aprendi a ser hipócrita — e isso me custa.
Enquanto outros sobem, eu permaneço. Enquanto fazem alianças por interesse, eu perco oportunidades por lealdade. Enquanto moldam a voz ao que o outro quer ouvir, eu falo o que penso, mesmo que doa, mesmo que afaste. Eu não me adaptei. Não consegui. Há quem chame isso de orgulho, de teimosia, de burrice mesmo. Eu só sei que não consigo ser outro pra agradar. Só sei ser eu — e isso, hoje, é visto como falha.
Não é que eu goste da solidão. Nem que me orgulhe da minha margem. É que a conta que me pedem pra pagar pra caber no mundo — ela custa minha alma. E isso, não. Prefiro perder, prefiro errar, prefiro andar só. Mas durmo. Durmo sem vergonha. Durmo em paz com o homem que carrego dentro. E isso, talvez, ainda seja o que me salva de virar o que todos esperam.
Não vim a ti dizer algo desagradável
Antes, vim agradecer
No pouco tempo de nossa união
Aprendi que, não raro, viver só
É ter a certeza de que tudo muda
E sempre prá melhor
Então, não se preocupe
Sem você, a vida ficou mais leve
O bom de mim e a alegria
Se ataram em doce comunhão
Aprendi que, liberando a alma da pessoa presa por maldições pessoais, as bênçãos atraem alegria completa e benefícios espirituais.
Aprendi a não praticar o mal com as pessoas más, uma vez que elas são as primeiras alunas das trevas, tentando imitar os professores inimigos da luz de Cristo.
Aprendi que tudo na vida precisa esperar pela sabedoria de Deus em primeiro lugar; caso contrário, será um tempo perdido.
Aprendi que interceder pelos fracos, desanimados e insubmissos à vontade de Deus, é reconhecer o amor de coração do Senhor Jesus pelas Suas ovelhas.
