Aprendi muito com Vcs
Eu na vida já aprendi muito, e quero a cada dia aprender mais.
Aprender a agradecer pelo que tenho, que para muitos pode ser pouco, mas para mim é meu mundo e sou feliz assim.
Afastar de mim o que atrasa, atrapalha, o que vira peso nessa caminhada diária que fazemos por dias melhores, por uma vida mais plena e cheia de paz... O que torna tudo mais leve e da vontade de ir mais longe.
Cuidar... de mim,da minha saúde, da minha felicidade e de tudo e todos que escolhi para estar a meu lado, os verdadeiros tesouros que me apoiam na derrota e se alegram comigo nas vitórias, esses tesouros não tem preço. E minha mãe é o maior deles.
Agradeço, a cada manhã que tenho a possibilidade de viver outro dia,a cada um que me dá bom dia e incentiva a ser melhor, a vida, as pequenas coisas que fazem um dia perfeito, um sorriso, um abraço, um afeto, pequenos gestos que te fazem sentir bem.
Enfim... nada a pedir, muito a agradecer.
Convivi muito em equipe, e aprendi que a gente precisa aceitar as pessoas como são, não importando se achamos que elas estão certas ou erradas. A única coisa que não dá para aceitar é falta de caráter. É como uma laranja podre que contamina o resto.
A minha vida melhorou muito depois que eu aprendi a isolar da minha vida as pessoas que me colocavam para baixo.
Ele diz com certo desdém, que eu mudei. Mas a crítica não me abala, muito pelo contrário. Aprendi com a própria vida, que lagarta que não deixa o casulo, não se transforma em borboleta.
Aprendi muito, com essa viagem, particularmente na URSS. Os dias passados em Baku foram inesquecíveis; o Congresso surpreendeu-nos em pouco, pela maneira como foi organizado, mas a cidade era fascinante, na sua mistura de influências orientais, ancoradas no passado histórico, e condições modernas, como a da existência do metrô, inaugurado há pouco; e o povo era muito parecido como nosso: MORENO, ALEGRE, HOSPITALEIRO; a festa de despedida foi o maior espetáculo a que já assisti..."
A FÚRIA DE CALIBÃ, pág. 210
Sabe, aprendi com alguém muito especial que não importa o que aconteceu no passado, nunca é tarde demais para construir algo novo.
Aprendi muito cedo que devemos superar as nossas dores, amores, cicatrizes.
Talvez a palavra
não seja "superar"
Acredito que devo aprender com tudo isso
a "continuar" sem medo de que tudo se repita novamente e eu não esteja pronta a não sofrer tanto pelas mesmas situações que enfrentei.
Resolvi lutar.
Por mim...
Por você...
Pra ser feliz !
Aprendi que vale muito mais a pena amar a si mesmo do que amar os outros, pelo menos você sabe que vai ser valorizado.
Deus, estou gostando muito mais das nossas conversas, agora que aprendi à parar de pedir e simplesmente agradecer por tudo que fez e tem feito por mim.
Mais uma vez Obrigado, Pai.
Eu já aprendi muito da vida e cada dia que passa aprendo mais, eu aprendi a viver sozinha, a procurar meu caminho e anda na linha certa, claro que pra chegar onde cheguei tive que me aconselha-se, mas hoje o meu caminho sou eu que faço
Eu estou muito velha para esse negócio de ficar
Tenho muita pele dos dias por viver
E aprendi: ficar é um verbo frouxo, que não cabe no meu corpo [não cabe].
Quero alguém que não venha por carência —
mas pela urgência do ser a dois.
Alguém que se sente do meu lado com firmeza,
como se ser parelha fosse natural, inevitável.
Alguém que apresente minha pele–história
à família, aos velhos amigos —
como quem expõe um gesto de honra.
Quero alguém que seja coautor da casa que habita meu sonho:
cada cômodo planejado no calor do desejo compartilhado,
cada canto respirando o nosso agora e o depois.
Quero alguém que entenda que construir família
é um verbo contínuo —
não um projeto estático,
mas o pulso insistente das certezas e dúvidas
que se renovam e endurecem e curam juntos.
Quero alguém que saiba
que votos não são palavras soltas ao vento,
mas carnavais de promessa,
ternuras assumidas em público,
como se cada “até que a morte nos separe”
fosse gravada na carne do tempo.
Estou velha demais, disse:
velha para brinquedos de amor novo,
para encontros sem peso,
para corações improvisados.
Quero alguém que queira morar dentro dos meus medos e descobertas,
que saiba que ficar é escolher
não fugir daquilo que assusta —
mas abraçar o medo como se fosse casa.
Eu já sou casa,
sou árvore, sou vento e sou cinza.
Quero alguém que me encontre inteira,
com minhas ranhuras e minha fome de pertencer —
pertencer a um “nós” mais vasto que o medo,
mais vasto que a própria solidão.
“Aprendi que, mesmo depois de muito tempo, ainda posso ser; e só descobri que muito posso ser quando decidi procurar saber.”
Eu, por mim, não aprendi muito – e é por isso que valorizo cada fiapo de ensinamento que os dias foram me dando.
Eu, por mim, não aprendi muito – e é por isso que valorizo cada fiapo de ensinamento que os dias foram me dando. E valorizo sobretudo o que aprendi à minha própria custa. Não é por vaidade, acho que é porque doeu mais aprender desse modo, custou mais caro, e a gente esquece menos.
Aprendi a muito que quase tudo tem dois lados
Aprendi tentar ouvir o outro lado sempre
Aprendi que é bobeira você brigar sem saber o que aconteceu
Aprendi que é preciso ouvir
Aprendi que para ouvir é preciso passar a raiva
Aprendi que as pessoas com raiva falam o que não querem
Aprendi que as pessoas com raiva não são o que querem
Aprendi que é preciso dar um espaço para a paz chegar
Aprendi que o espaço ajuda as pessoas pensar
Aprendi que no mínimo o espaço ajuda acalmar
Só não aprendi a falar que eu também mereço
Eu seria muito injusto com a vida se eu levasse o pouco que aprendi, comigo em minha lápide (CLARIANO DA SILVA, 2016)
Aprendi que é impossível progredir sem mudança, não é possível mudar sem motivação e muito raro se inspirar sem novos ares. Aprendi que ser criativo é um desafio que não depende só de meu humor e que criar depende de tudo que está a minha volta. E nada se aprende se eu não sair da zona de conforto que tanto luto para entrar.
Com o tempo aprendi uma coisa muito interessante.
Sempre que um palavra por mais que seja importante é gostosa de se pronunciar, repetitivamente.
Ela se tornará obsoleta até mesmo desprezada.
Mas por consciência quando decidimos deixa lá de lado, acontece bela surpresa da falta, e da ausência de ouvi-la, criar a nassecidade de fazê-la presente novamente , assim fazendo que seja apreciada cada sílaba desta palavra.
"Te Amo".
