Aprendeu
Tamoatá
Tamoatá não é só um peixe,
é uma palavra que aprendeu a andar.
Inventou pés onde só havia barbatanas,
carrega no casco histórias que desafiam o seco
e planta memórias no fundo das lagoas vazias.
Quando a água foge, ele permanece.
Não se assusta com a ausência,
seu sonho o umedece.
Respirar fora d’água é a poesia do Tamoatá:
ele mastiga o ar como quem se alimenta de esperanças.
É peixe do mato, de água pouca e chão úmido,
veste o barro como quem carrega sua pele.
Faz-se rio onde só há poeira,
e, no silêncio das várzeas secas,
aprendeu a ouvir a fala das poças.
Tamoatá é peixe caipira,
conhece o mato como quem conhece o caminho de casa.
Ele não tem pressa,
faz do brejo um campo de repouso.
Com seus pés de peixe, planta passos na terra molhada,
ensinando ao tempo a ser lento, a ser raiz.
Ele prova que, fora da água, a vida também tem suas correntes,
mesmo que sejam mais lentas.
Na vida as coisas não são como agente quer, quando você compreende isto, você aprendeu a ganhar e a perder.
Um livro não se torna seu quando você põe seu nome nele, mas quando você pratica o que aprendeu nele.
Mas existiu amor. Sempre existiu. Ainda existe. No entanto, o coração se conformou e aprendeu a aceitar quando as coisas não estão dando certo.
Todas a chances você teve,
Todo caminho percorreu até aqui.
E o que aprendeu?
Os passos não foram em vão,
Pois a caminhada não acabou.
O dia que estiver cansado,
Pare e pense que sonhos ainda existem.
A realidade que vive agora,
É aquilo que você aprendeu até aqui,
Viver é mais que uma simples rotina,
Sua vida é o que você é representa,
Para você e para os outros.
Coisas boas e más, o que fica é
A experiencia de ter vivido.
Se queixar é podar o destino,
Lutar é confrontar o mundo e
Conquistar o seu lugar.
Quando você deixar de existir,
Nunca existirá alguém no seu lugar,
Porem o mundo nunca vai parar de girar.
O bom leitor, é aquele que aprendeu a ler todo tipo de obra escrita e, só pára, quando chega ao término da leitura!
Caríssimo Lucius aprendeu, de forma DEFINITIVA, que deve tratar a cada um, exatamente de acordo com a medida de sua natureza. Nem mais, nem menos. Pois se tratar alguém além do que merece, estará se desrespeitando, cometendo como que um sacrilégio contra si mesmo. E se tratar aquém, estará sendo injusto contra a pessoa. Logo, tratará a cada um, conforme seu próprio nível de merecimento.
⚖️
Eu sou um sonhador, que entendeu que a vida é muito dura com os sonhadores, mas que aprendeu a seguir, porque parar nunca foi uma opção.
Na montanha-russa da vida, Ivo aprendeu que a coragem nos picos e a resiliência nos vales são as chaves para desvendar os notáveis momentos de superação.
Amor moderno: onde sentir virou vergonha e fugir, regra.
Parece que a gente aprendeu a fugir antes de tentar.
A evitar sentir, como se emoção fosse fraqueza.
Todo mundo com medo de demonstrar, de se entregar, de errar.
Como se amar fosse sinônimo de perder.
Hoje, ninguém olha nos olhos por tempo demais.
Beijar virou passatempo.
Dizer “eu te amo” é piada.
Demonstrar interesse? Humilhação.
Responder rápido? Desespero.
E aí a gente finge desinteresse para manter alguém que também está fingindo.
Troca profundidade por distração.
Conexão por validação.
Carinho por curtida.
E chama isso de relacionamento.
No fundo, está todo mundo carente.
Querendo colo, presença, verdade.
Mas se escondendo atrás de filtros, frases prontas e joguinhos.
Achando que isso protege quando, na verdade, só afasta.
O amor moderno virou medo.
Medo de parecer fraco.
Medo de sentir demais.
Medo de se entregar e não ser correspondido.
Mas amar, de verdade, sempre vai ser um risco.
A diferença é que, quem se permite, também se cura.
Porque tem coisa que só o amor real consegue tocar.
Ela aprendeu a não implorar por presença.
Quem quer ficar.
Quem sente, mostra.
Ela cansou de ser abrigo temporário para corações indecisos.
Agora, observa em silêncio.
Se encanta sozinha.
Se retira sem avisar.
E se um dia ela voltar o olhar para você, agradeça.
Nem todo mundo tem a sorte de ser lembrado por alguém que já sentiu com a alma.
