Aprendeu
Se as marcas da vida te lembrar que o seu caminho não foi nada fácil;
Lembre-se, que você aprendeu e tem capacidade de sobra para instruir com sabedoria!
E se o mundo ainda querer te julgar pelas certas dificuldades que atravessaram defronte suas atitudes!
Lembre-se, que você suportou o peso dele sobre os seus ombros;
E ainda sim, algum sentimento de inveja lhe alcançar... Responda-o, com frieza e personalidade:
Fui guerreira para que as minhas vitórias fossem reconhecidas pelas pessoas que amo e não as que me bajulam;
Como posso escrever uma nova era
Se eu não consigo poetizar o meu futuro
O meu passado aprendeu que só o amor que próspera
E o meu presente ainda se faz prematuro;
Eu sou o tipo de homem que com as dificuldades aprendeu
Que a vida ensinou e tanto acometeu...
Mas os meus pensamentos positivos, dos valores me ensinou
A nunca desistir das minhas lutas
Sempre olhar pra frente e esquecer o que passou;
DOCE AUSÊNCIA.
Estar é estranho quando se aprendeu a não ser. Há um desconforto tênue em ocupar o agora, como se a presença pesasse mais que a ausência. E então, ao espiar por brechas o que floresce sem ti, nasce o desejo de sumir — ser sombra, ser brisa, ser nada. Porque às vezes, a distância dói menos que a consciência de estar fora, mesmo estando perto.
O Brasil ainda cresce desordenadamente pois ainda não aprendeu a trabalhar em feliz e produtiva convivência em uma só direção.
Não tolero quem diz não tolero, cada um é como é, quem ainda não aprendeu isto melhor ir viver sozinho no deserto.
Aquele que reconhece o erro e pede perdão aprendeu,
Aquele que perdoa dominou o ressentimento,
Aquele que esquece vive em paz.
A mulher se torna uma boa esposa quando aprendeu e soube respeitar seu pai. O homem se torna um bom esposo quando aprendeu e soube a respeitar sua mãe.
Um pensador não é ninguém além de quem aprendeu a escrever de forma bonita um pensamento bagunçado.
"Aquele que aprendeu enxergar com os olhos fechados, não é enganado com aquilo que lhe foi mostrado com os olhos abertos.
Tamoatá
Tamoatá não é só um peixe,
é uma palavra que aprendeu a andar.
Inventou pés onde só havia barbatanas,
carrega no casco histórias que desafiam o seco
e planta memórias no fundo das lagoas vazias.
Quando a água foge, ele permanece.
Não se assusta com a ausência,
seu sonho o umedece.
Respirar fora d’água é a poesia do Tamoatá:
ele mastiga o ar como quem se alimenta de esperanças.
É peixe do mato, de água pouca e chão úmido,
veste o barro como quem carrega sua pele.
Faz-se rio onde só há poeira,
e, no silêncio das várzeas secas,
aprendeu a ouvir a fala das poças.
Tamoatá é peixe caipira,
conhece o mato como quem conhece o caminho de casa.
Ele não tem pressa,
faz do brejo um campo de repouso.
Com seus pés de peixe, planta passos na terra molhada,
ensinando ao tempo a ser lento, a ser raiz.
Ele prova que, fora da água, a vida também tem suas correntes,
mesmo que sejam mais lentas.
Na vida as coisas não são como agente quer, quando você compreende isto, você aprendeu a ganhar e a perder.
Um livro não se torna seu quando você põe seu nome nele, mas quando você pratica o que aprendeu nele.
