Aprendeu
Não se preocupe tanto com as vitórias ou com as derrotas.
Valorize, sobretudo, o que aprendeu com cada uma delas.
Antes mesmo de te ver, eu já te sinto,
como um sonho que aprendeu a ter nome: Gabriel Levy.
Te espero nos silêncios do meu dia,
e na pressa do meu coração que já te chama de filho.
Cada amanhecer carrega uma ansiedade bonita,
daquelas que não pesam, só transbordam.
Imagino teu choro, teu olhar pequeno,
tuas mãos segurando meu dedo pela primeira vez.
O tempo nunca foi tão lento…
e, ao mesmo tempo, nunca fez tanto sentido.
Porque agora cada segundo me aproxima de você,
de te ter no colo, de te chamar de vida.
Saiba, antes mesmo de chegar,
que já existe um amor imenso te esperando aqui.
E que esse pai, ainda em construção,
já daria o mundo inteiro só pra te ver nascer.
Não sei se você sente algo ou só aprendeu a fazer parecer que sente. Mas confesso... por um momento, quase acreditei.
🤡😡
A gentileza, o respeito e as boas maneiras
nascem onde a alma aprendeu
a ser elegante.
Não se impõem, revelam-se.
O mundo, exausto de ruídos e atropelos,
carece dessa elegância silenciosa
que não humilha, não grita, não fere.
Essas prerrogativas
são luxos raros
de almas que recusaram
a brutalidade cotidiana.
O mundo, rude e vaidoso,
confunde grosseria com força,
arrogância com poder,
e dessangra-se lentamente
por absoluta falta de elegância.
✍©️@MiriamDaCosta
Ela aprendeu a ler
não somente
as letras,
as frases,
os textos
e os livros ...
qualquer pessoa
alfabetizada
é capaz disso.
Ela
já cursava a leitura
e a interpretação
dos sinais,
das entrelinhas
e dos mistérios da natureza,
do tempo e das pessoas,
antes mesmo de ser alfabetizada.
✍@MiriamDaCosta
"Nunca se sinta satisfeito,
pensando que já aprendeu tudo sobre sua realidade financeira,
mesmo que esteja sobrando dinheiro no seu caixa tenha a certeza de que é possível perdê-lo num momento qualquer de sua vida"
Eu não sou um grande pensador ou um estudioso eu so sou um homem que aprendeu com o tempo que a vida tem seus mistério e que esses mistério devem ser compartilhados com quem está disposto a ler ou a ouvir você.
Ela aprendeu a abrir as mãos
não por fraqueza
mas por sabedoria
Já não implora permanências
nem negocia o próprio valor
com aquilo que insiste em ir
A mulher que desapega
entende que segurar demais
é uma forma silenciosa de se perder
Então ela solta
com o mesmo cuidado com que um dia acolheu
Solta memórias que já cumpriram seu papel
solta expectativas que pesavam mais que sonhos
solta pessoas que não souberam ficar
E no espaço que antes doía
ela se encontra
Inteira
presente
leve
Porque descobriu que nada do que é verdadeiro
se desfaz com a liberdade
E que partir
às vezes
é apenas a vida reorganizando o que merece ficar dentro dela
O adolescente que parece “forte demais” pode ser o que mais aprendeu a se virar sozinho cedo demais.
O homem que vive entre ovelhas esperando tornar-se lobo não percebe que já aprendeu a aceitar o matadouro. Porque a ignorância cria presas; o conhecimento cria predadores.
“Nem toda calmaria chega porque o mar mudou.
Às vezes, é o coração que aprendeu a atravessar a tempestade.”
Vivemos em uma era de extraordinária capacidade técnica. A humanidade aprendeu a manipular a matéria com precisão, a transmitir informações instantaneamente e a conectar continentes inteiros por meio de redes invisíveis de comunicação. Nunca foi tão fácil falar. Nunca foi tão rápido opinar.
Contudo, esse cenário de progresso material revela um contraste que merece reflexão. Enquanto os instrumentos de comunicação se multiplicam, a qualidade da compreensão humana parece, em muitos casos, diminuir. A facilidade de expressar pensamentos não tem sido necessariamente acompanhada pela disposição de compreender o pensamento alheio.
A civilização humana sempre foi construída sobre um equilíbrio delicado. Divergências de opinião, disputas de interesse e conflitos de ideias sempre existiram. O que permitiu à sociedade continuar avançando foi a presença de um princípio simples, porém essencial: a capacidade de reconhecer no outro um semelhante.
Esse reconhecimento é o que chamamos de empatia.
Empatia não significa concordar com tudo. Também não significa abandonar convicções ou abrir mão da própria razão. Significa algo mais fundamental: admitir que cada pessoa carrega uma história, uma experiência e um conjunto de circunstâncias que moldam sua forma de ver o mundo.
Quando esse princípio se enfraquece, o debate deixa de ser um exercício de compreensão e passa a ser apenas uma disputa de vozes. Julga-se rapidamente, escuta-se pouco e compreende-se ainda menos.
Uma sociedade que perde a capacidade de escutar corre o risco de perder também a capacidade de conviver.
Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja apenas desenvolver novas tecnologias ou produzir mais conhecimento. O verdadeiro desafio pode estar em preservar algo muito mais básico e, ao mesmo tempo, mais difícil: a disposição de tratar o outro com dignidade, mesmo quando discordamos dele.
Porque no momento em que a empatia desaparece, a própria ideia de humanidade começa a se enfraquecer.
E nenhuma civilização se sustenta por muito tempo quando esquece aquilo que a torna, de fato, humana.
Nem todo pai ou mãe aprendeu a amar do jeito que você sonhava… e, muitas vezes, nem do jeito que eles mesmos gostariam. Muitos carregam marcas da própria infância, silêncios que gritam, carências que nunca foram preenchidas. Mas alguns, mesmo com todas as feridas, escolhem se reinventar, quebrar padrões, reaprender o que nunca lhes foi ensinado. É um ato de coragem que nem sempre os filhos compreendem, porque crescemos esperando que eles já soubessem tudo.
Há dias em que a dor é só uma marola... suave, quase mansa.
A gente até acredita que aprendeu a lidar. Mas então vem outra onda, maior, e nos engole por inteiro.
Talvez a verdadeira beleza não esteja em quem nunca se quebrou, mas em quem aprendeu a se reconstruir com o que restou… e descobriu que ainda é possível ser completo, mesmo sem estar inteiro como um dia foi… ou achava que era.
