Aprender Ler
Nas prateleiras do quarto se encontram os romances que ela gosta de ler, no guarda-roupa os tons claros que ela combina com os escuros dos acessórios, acima ela guarda seus sapatos de bico fino e ao lado seus tênis vans com os coloridos misturados ao xadrez que lhe são característicos.
Queria agora poder ler teu pensamento. Saber se também pensa em mim quando deita, se perde o sono lembrando de nós. Queria por um instante decifrar teus segredos, descobrir qual o seu medo, e romper as barreiras invisíveis que estão nos vencendo.
Eu queria poder ler a sua mente apenas por um minutinho... só para ter certeza do que você realente sente por mim.
Aaah se escrever desse dinheiro... Eu escrevia sobre tudo o que os outros quizessem ler, escreveria sobre tudo o que não vivi como se tivesse vivido. Não pelo dinheiro, mas apenas para que os sonhos saíssem do papel para animar a vida de outros e para que meus pensamentos fossem vividos por outros. Mas escrever não dá dinheiro, o que dá dinheiro é estudar e estudar é ler o que os outros dizem que é certo, é acreditar no que lhe é dito.
E acreditar de mais é ilusão e de ilusão não se vive.
"Ler, na forma como o concebo, significa pensar profundamente que Deus Existe.
pensar que o astro sol nada mais é que um sorriso espelhado da face de Deus"
Quero ler tua vida
Quero ler tua mente
Quero ler os teus lábios
Quero ler teu olhar envolvente
Quero você aqui
Me quero ai contigo
Sem você nada faz sentido
Com você tudo é mais divertido
Mil sentimentos, mil egoismos
”Mil livros pra ler, mil bandas pra ouvir, mil coisas tentando ocupar o lugar, e só o amor (ou a falta de alguem) é o que me leva à escrever. Se eu paro pra ler cada uma das minhas frases ou textos, é tudo relacionado à isso. Tão pouca coisa sobre culpas, medos, fracassos, desapegos. Se pedissem pra eu me definir em uma só palavra, eu me definiria: Egoísmo.
Amor, amor amor. É tanto amor que começo a odiar essa palavra. São tantas as coisas das quais eu gostaria de falar, tantas, mas o meu excesso de fraqueza não me deixa. Eu passo o tempo todo procurando uma pessoa pra pensar, alguma música que me lembre alguém. Tantos são os problemas lá fora, aqui dentro, e só o amor me leva a escrever, e muitas vezes até ler. Os livros que não falam dele não tem o mesmo sabor, e o mesmo acontece com as músicas e os assuntos com as pessoas que me rodeam. Eu queria, por Deus eu queria algo que fosse além do amor, algo que me fizesse sentir, por Deus ou por qualquer coisa que as pessoas acreditem, qualquer coisa que me faça acreditar, qualquer coisa além. Além de mim, além do mundo que eu criei com todas essas barreiras impermeáveis, que antes era repleto de lágrimas e que hoje procura a raiva ou a indiferença. As coisas vão acabando tão rápido, sobra tão pouca coisa de tudo aquilo que a gente acreditou um dia, e quando nos vemos estamos com as mãos livres, livres mas vazias. É como no filme: “-De que adianta poder voar se não pode sentir o vento?”. É assim que eu me sinto, e é assim que quase todos sentem, até nisso eu deixei de acreditar, deixei de dar valor aos meus próprios sentimentos por saber que todos sentem a mesma coisa. Valor? Qual é o valor de todos esses dias? De todas essas coisas comuns que todos fazem? Chega de acreditar que aos 16 anos você é fora do comum, um ser estranho que parece ter vindo de outro planeta. Não sou assim, ninguém é assim, em algum lugar nessa mesma hora dessa mesma noite, existe alguém com esse mesmo sentimento de incapacidade, esses mesmos fracassos que ninguém conta nem pro travesseiro. Existe sim, em algum lugar dessa terra suja, alguém esperando o futuro pra poder realizar algumas de suas poucas vontades que ainda restam, pois os sonhos já deixou de sonhar à muito tempo. E não dói pensar isso, não dói pensar em mais nada, é aquela tal coisa seca que o Caio Fernando Abreu já dizia, e diz todos os dias através de cada uma dessas pessoas que sentem a frieza querendo tomar conta de si, mas insistem em, às vezes antes de dormir, pensar que algum dia alguém ou alguma coisa vai te tirar dessa. Não vai, não vou, não vamos. ”
O Ministério da Saúde adverte, acessar o FB e ler as atualizações hilariantes:
Contribui para os risos, e isso faz bem à saúde.
Queria ser imune ao sono só pra escrever, escrever e ler.
Porque imune eu sempre estaria disposta, faria tudo que tivesse que fazer e entre um trabalho e outro ...ler, ler e ler.
Sofro por causa do meu espírito de colecionador-arqueólogo; Quero pôr o bonito numa caixa com chave, para abrir de vez em quando e olhar. E depois de ficar olhando quero escrever, escrever e escrever. Pode ser sobre política, sobre mulheres, sobre moda, sobre vidas, biografias, história, filosofia ou sobre desenvolvimento social de um país.
Pode ser a notícia que ainda não foi dada ou a imagem que ainda não foi publicitada.
O prazer que eles sentem curtindo uma balada eu sinto entre meus livros, meu noty e rabiscos. Vai entender?
Luto contra o sono até não conseguir mais, acordo o mais cedo que posso pra fazer o dia render e escrever, escrever e criar.
Tenho que tomar cuidado com isso, a gente se acostuma com a companhia das letras, viaja tanto que nem sente o tempo passar. E o tempo passa e como passa.
A maneira como vivemos pode se tornar um memorial ou pode sumir como poeira.
Queria ser imune ao sono só para poder escrever. Mas o que eu mais amo nos escritores é que eles eternizam suas vidas através das palavras.
Quem escreve não morre nunca, passa séculos falando através das letras para quem quiser ouvir.
É mágico!
Eu gosto de me ferir. Quanto mais vezes no mesmo dia melhor… Buscar, correr atras pra poder ler palavras e apelidos que me doem mais que facadas, lembranças que basicamente ‘amassam’ meu coração, meu pulmão, minha cabeça… Eu gosto que doa, porque eu sei que hoje vai doer mais que amanha, e depois de amanhã então menos ainda… Eu sei que um dia vou sentir falta da dor, porque eu sinto saudade de emoções, se é pra escolher entre ficar anestesiada e sentir tristeza… que venha a tristeza! Depois de dias lendo e lendo essas palavras, essas risadas, essa sua felicidade, esse seu novo amor, finalmente chega o dia em que eu me preparo pra sofrer de novo.. E então eu releio aquilo novamente, e percebo que não passam mais de palavras. A dor terminou, me acostumei, sumiu… Eu leio e não sinto emoção nenhuma, como se fosse feita de pedra. Eu releio, e nada… Eu releio e fico feliz pela sua evolução, eu releio e acho graça. Eu releio e fico com orgulho por ter seguido em frente, porque hoje, eu estou mais feliz que em qualquer outro dia.
Partidário, houvesse tempo em que pensei ler algo e realmente ter a certeza que daquilo que li certamente é assim mas por hipocrisia ou inteligência modifiquei seu sentido, mas que sentido? Assunto revolucionário essa é a estética de um povo cigano, ou não.
Não basta ler, saber e estudar é preciso procurar desenvolver a capacidade de interpretar e assimilar as diversas faces desta interpretação.
Ler e escrever
Alguns dizem que escrever é um dom.
O certo é que quem não lê ou lê pouco, não tem facilidade para escrever.
Já, quem lê muito, sente a vontade, que se torna uma necessidade de externar a sua própria opinião.
Escrever é uma questão de começar e praticar.
Depois de algum tempo você começa a procurar uma ideia, uma boa ideia, qualquer ideia para escrever.
A partir daí escrever se torna quase uma obsessão .
E isso é muito bom!
Só permanecerá contigo até o fim, quem ler a tua alma. Só continuará contigo é quem realmente te conhece. Independentemente, do modo com que está vivendo, essas pessoas te acolherão. Esses são, verdadeiramente, considerados amigos, seus compreendedores.
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