Aprender
PROCURANDO APRENDER... MESMO QUE SEJA MUITAS VEZES SOFRIDO.
Na vida o que realmente importa é a nossa felicidade. Procuramos tantas coisas e muitas das vezes não compreendemos que tudo que precisamos é ser feliz com nós mesmos.
Quantas vezes sofremos, choramos e passamos por tantas situações desagradáveis por perseguir alguns objetivos que imaginamos que vai nos trazer a felicidade. E ao conseguir descobrimos que não era exatamente aquilo que nos traria felicidade.
Não consegui até hoje definir para mim mesmo o que é ser e estar feliz. São tantas emoções e sensações em diversas ocasiões da vida que fica muitas vezes difícil de saber exatamente se é a tal felicidade que procuro.
O que me conforta é que algumas vezes me vejo feliz por ver pessoas ao meu redor feliz. Faz muito bem ver e sentir esta sensação de felicidade nas pessoas, pouco importando se são próximos ou não. O importante é presenciar e vivenciar tal situação.
A vida é muito curta para não procurar ser feliz, tenho consciência que perco tempo com muitas bobagens que no fundo nada representam para minha felicidade. Tempo desperdiçado com tantos objetivos que em nada me trazem e nem agregam valor há minha vida.
Procuro e estou a cada dia aprendendo que minha felicidade tem de partir de mim mesmo e não depender de outras pessoas. Sei que não posso ser algo de positivo na vida de alguém se nem ao mesmo na minha própria vida sou feliz comigo mesmo.
Como posso dar alguma coisa a alguém sendo que nem eu mesmo sinto o que quero. Mas sempre procurando aprender, mesmo que seja muitas vezes sofrido.
Marcelo Martins (Marcelo1960)
Aprender separar o joio do trigo nas relações humanas é um grande desafio para qualquer ser humano.
Quantas vezes chorei, dizendo que não deu certo? Até aprender que deu certo sim. Se rimos juntos por estarmos felizes, um do lado do outro. Se, com amor, nos abraçamos e nos beijamos, e não mais queríamos nos soltar, por estarmos vivendo aquele momento maravilhoso, deu certo sim. Se nossos corações, entregou-se um ao outro em amor incondicional e nossos corpos ficaram sedentos um pelo outro, sim, deu certo. Mas, tudo tem um tempo para durar. Dar certo, não significar durar para sempre. Se você viveu cada momento intensamente com aquele alguém, pode ter a plena certeza de que, DEU CERTO SIM.
Nem todos irão reconhecer o nosso esforço. Desta forma, temos que, constantemente, aprender a lidar com isso.
"Tente não ser. Tente não estar. Tente não aprender. Tente não criticar. Apenas seja, esteja, aprenda e sempre elogie."
Eu preciso aprender a nunca mais romantizar tua violência como um ato de amor. Violência não gera disciplina, ela alimenta o medo, enfraquece o respeito e fortalece a insegurança e o ódio.
HUMILDADE e reconhecer que a grama do vizinho de fato e mais bonita e aprender com ele o caminho para tornar a nossa melhor.
Deus sempre ha de exaltar o humide. É biblico!
Fazer terapia, é aprender como funciona nosso psicológico buscando controlar nossas ações e sentimentos não acumular problemas, temos que por pra fora tudo que incomoda para não criar um lugar obscuro em nosso subconsciente.
Quem realmente enxerga o sistema nunca vai se conformar, então vai ter que aprender a conviver com a angustia.
Os anos se passam
A vida segue
A tanta coisa para aprender
Que não cabe em um caderno
Amores que vem e vão
Saudades que mobiliza a vida
Retratos fixados no criado mudo
Os filhos que crescem
Aos 40 anos uma mulher é capaz
De olhar o passado
Ver que passou por uma batalha de vida!
Que no final tudo se ajeitou!
Do seu jeito próprio!
A vida fez a caminhada ser prologada.
De pequenas vitórias
Que constituiu um diário de vida!
É dessa vida cada segundo.
Tem um valor insubstituível.
Queria voltar no tempo.
Começar de novo toda essa jornada.
O primeiro aprendizado é o que tempo.
Não volta!
Que preciso apreciar cada instante!
EU DEVIA APRENDER A ME CALAR!
Hoje foi um começo. Sofri, mas creio em algum reflexivo resultado inicial. Por mais de cinco vezes, eu percebi que não deixava a minha sócia de existência encerrar um pensamento. Eu acobertava o pensamento dela com o meu. Ela falava. Eu interrompia. Ela falava; eu interrompia. Ela falava, eu interrompia. Ela falava eu interrompia. Ela falarrompia...
O machismo estrutural afeta o nosso psicológico. E isso é forte em mim. Venho enfrentando esse meu comportamento em prol do respeito humano. Eu achava que respeitava bastante, até porque fui “menino criado com vó”, e ela me ensinou a respeitar as mulheres no sentido de assédio e abuso, sexualmente falando. Porém, com o tempo, aprendi que há outros tipos de assédio e abuso.
Ao interromper uma linha de raciocínio, estou praticando abuso. Ao me achar mais inteligente em detrimento de outrem, estou praticando assédio. Esses comportamentos são tenebrosos, infelizes e não nos fazem evoluir, pois realizam a manutenção de uma pseudoautoridade e um real autoritarismo de um “status quo” machista.
A cultura e as relações com o meio, enquanto linguagem, acabam definindo pontos de vista nocivos, sem que paremos para refletir sobre a coerência dos aprendizados embutidos em nossos campos do conhecimento. Pedrinhas confundem-se com sementes, dado nada vicejar nesses terrenos do discernimento ativo. Apenas aceitamos como verdade e pronto.
“E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.” Isso consta na Bíblia, em 1Tímoteo 2:14. A mulher, pelo que parece, transgrediu, porque foi enganada. Então, se um estelionatário me enganar, eu não sou vítima dele, mas comparsa ou cúmplice na transgressão, na infração, na violação da lei?
Em 1Timóteo 2:11-15, “A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio”. Talvez, em razão de ensinamentos como esse, não tenhamos uma papisa, uma rabina ou uma aiatolá. Ou seja, os líderes máximos das religiões abraâmicas (judaísmo, cristianismo e islamismo) são homens.
Vocês podem rebater imediatamente dizendo que tais sentenças são coisas do passado. Mas o que dizer do que ocorreu em fevereiro deste ano (2021), quando Yoshiro Mori, presidente do comitê olímpico de Tóquio, disse que mulheres “têm dificuldades em ser concisas. (...) Se uma levanta a mão (para falar), as outras acham que também devem se expressar. É por isso que todas acabam falando”. Ele ainda deixou claro que o comportamento das mulheres, nesse sentido, era “irritante”. Com essas declarações, Mori recebeu duras críticas veiculadas na mídia. Ele, então, retratou-se e renunciou ao cargo. Agora é ex.
Nós, homens, em uma parte expressiva, não nos damos conta do que fazemos com as mulheres quando sem perceber lhe cerceamos a fala e nos colocamos num degrau acima.
Aliás, o ato de um homem, de forma desnecessária, interromper a fala de uma mulher tem nome: MANTERRUPTING, neologismo criado pela jornalista Jessica Bennett. Outra situação que passa despercebida ocorre quando uma mulher já explicou algo, e o homem explica de novo, como se ela não tivesse condições de ser clara ou concisa, o que pode criar um embaraço, um mal-estar ou um constrangimento. O nome disso é MANSPLAINING, termo inspirado pela americana Rebecca Solnit.
E é isso, gente!
Eu preciso terminar aqui, porque – que bom! – a minha amada está me chamando e estou ansioso para ouvir tudo o que ela tem a me dizer.
Sem interromper, aprendendo a me calar. Abrir a boca então? Só para amar!
Nossos Sonhos
"...O meu sofrimento me colocou limites e me fez aprender a gostar mais dos outros e isso não é egoísmo..."
