Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe
"Fui na agricultura, e não encontrei uma dama. Pensei que estava sozinho, mas os quadrados demonstravam seus esforços.
Entretanto enxerguei alguns brotos,
e a felicidade se espalhava pelo ar.
De repente veio a chuva,
e um outro homem se molhava.
Nisso surge uma canção,
e os agricultores dançavam.
Mas acharam as vestimentas estranhas,
e passaram a circular.
És que ouvem um estrondo,
cujo o raio não foi planejado.
Dispersão daquele círculo,
e o desespero surge por todos os lados.
Mas um broto se queimou,
para tristeza daquele solo.
Porém surge uma luz,
e não reconhecemos aquele homem.
Um riso estonteante parece nos alegrar,
e de repente aquele broto,
passa a florir.
Vasto campo de damas, onde o anoitecer nos permite sorrir."
Pensamentos investigativos, mas o livro de pesquisa não revela um conteúdo precioso. Então surge o Neuromarketing e analisamos os diagnósticos relatados. Dúvidas em um nepotismo socialista, onde à cultura apresenta vossas estruturas específicas.
Visualizações através dos feitos moldados por mãos calejadas. Mas as escutas não seguem uma crença passada?
Frequência que se altera no ar inapropriado, revelando as pressões de uma natureza devastada.
Musicalidade que expressa o fluxo de vossas funcionalidades, demonstrando a lama das barreiras impostas pela mente.
Sintonização de energias naturais, mas os robôs apresentam os próprios ideais.
Partimos para o cinema, pensando nas literaturas não contempladas.
Mas percebemos diferenças contextuais, e os(as) professores(as) pedem os jornais.
Classe escolar que comenta sobre os filmes, cuja as críticas não satisfazem o próprio clima. Braile nas adaptações de uma vida, e as imagens não foram percebidas.
"Me interessei por aquela música, não entendendo à letra expressiva, mas entendi uma parte, que dizia sobre espiritualidade. Me fizeram assistir o vídeo clipe, mas me interessei por outra música, que falava de religiosidade também. Porém se revoltaram com o evolucionismo, mas preferimos saber sobre as letras. Dançamos na balada, cantando aquelas letras."
Não sou um verso solto de uma letra esquecida!
Sou o refrão com a mais linda melodia
Que vai ficar gravada em sua mente, noite, tarde, dia!
Oh tempo que venera as mudanças de rotinas, literaturas cuja as páginas não respondem as dúvidas coletivas. Mas da poeira surgem as alegrias de um instante, onde uma página cativa os leitores estranhos. Entretanto surgem as arestas de um livro esquecido, onde a memorização se torna um aprendizado repentino. Versos que transcrevem os pensares longínquos, revelando um grande otimismo. E assim viram às páginas amareladas, chamando o interesse de várias gargalhadas.
Esforços físicos, mas que não foram realizados pelo físico. Atividades de intensidade variável, mas os esforços seguem um clima experimentado. Natureza de revelações surpreendentes, mas não se reconhece os parênteses. Distâncias percorridas em uma rotina, cuja as metas são competitivas. Porém não competimos pelo contato físico, mas sim pelas origens do empirismo.
Buscas pelas falas não exclusivas, mas encontram uma criatividade ilusionista. Mágica que condena uma crença, no passado de exigências infinitas. E transformam os períodos em imensas sintonias, das quais as sinfonias não ditam os ritmos de vida. Louvor de um período esquecido, e os interesses se tornam imperativos.
Felicidades transformadas,
mas momentos vividos no passado.
Atitudes distorcidas,
na era não vivida.
Conjunção de pensares,
no interior das vaidades.
Itinerário de longa trilha,
no MBA de várias vidas.
Humanidade que se reconstrói,
na fidelidade de vossos heróis.
Papéis sobre a mesa,
onde perdesse a selva da existência.
Roda roda e não gira, onde a trava do cronômetro pede pilha. Fraqueza energética, onde Li resolve um papel esquecido. Tabela de variações na natureza, mas esquecem do tempo vigente da própria natureza. Gestação não existente, onde os momentos se tornam presentes. Mas buscam a semelhança de Deus, acreditando nas crenças ruins. Confusão de homônimos terrestres, mas a prova só demonstra desgraças na Terra.
Visão modificada, mas as memórias não estão intactas. Dificuldades no reconhecimento pessoal, e cometem erros pessoais. Entretanto vasculham à natureza, afim de conquistar à própria natureza. Dança de acasalamento, mas o tempo demonstra outro relacionamento. Horóscopo de incertezas, mas ditam uma estrela. Brilho que reflete um carisma, na eterna vontade divina.
Obsessão de deficientes físicos, mas não são sentidas as incapacidades. Sensações de uma longa trilha, onde as moradas não apresentam vidas. Escolhem um grupo, mas à cultura não se torna relativista. Energia que se demonstra através dos corpos, mas as áreas estão instáveis. E assim seguem um caminho, cujo o passado foi desprezado.
Vida que se torna eloquente,
nas escolhas de vossos parentes.
Certezas não ditas,
onde a vida se torna perdida.
Caminhos não sentidos,
na espiritualidade de um espírito.
Moldam os pensares,
no livre-arbítrio dos pesares.
Mágoa profunda,
no tempo descrito das viúvas.
Tristezas irreparáveis,
nas emoções frustradas.
Momentos que seguem um enredo,
nas batidas de um peito.
Dizeres ao vento,
e encontram os espelhos.
Reflexos de um tempo,
onde o relógio segue um ciclo imperfeito.
Fotos passadas, mas as montagens são escancaradas. Tempo de interações verdadeiras, onde não apresentam mentalidade verdadeira. Consciências deturpadas, mas as crenças são doutrinaveis. Espiritualidade deficiente, e as histórias não são recentes.
"Mostrei vossos pesares, mas não minhas alegrias. Saudades memorizadas com o tempo, onde não reconhecem o próprio tempo de vida."
"Emoções reprimidas,
de um tempo não vivenciado.
Saudades na mente,
decifrando alguns relatos.
Vejo uma rosa,
e o jardim mostra uma falta.
Seguimos um texto,
onde os espinhos machucam.
Continuamos emotivos,
na esperança conclusiva.
Mas o tempo passa,
no desenrolar de um filme.
Arte expressada em uma tela,
nos revelando as cores da Aquarela."
Visualizamos uma tela medieval, porém não enxergamos as formas. E lhe entregam um pedaço de papel, dizendo: "no mâ d es". Por um instante pensamos na linguagem escrita e não na visual. Seria uma cena, à reflexão de tal simbologia?
"Justificamos nossas atitudes, mas não pensando no futuro das aves. Comportamentos introspectivos, nos trazendo um brilho nos ares.
Então busco uma verdade, esquecendo das malandragens.
Dou um tempo no raciocínio, mas sinto um vazio das partes.
Imagino um horizonte, onde se esconde à beleza estonteante.
Mas o vazio me consola, no momento de glória.
Batalha não disputada, mas foi perfeita à cavalgada.
Justas não disputada, na infinita inspiração de uma fada."
"Estava triste na escola, e pensei na minha flauta. Era hora do recreio, mas não me interessei pela lancheira. Nisto a professora chega, com uma caixinha de suquinho. Vi aquela cena e peguei minha lancheira, tirei à garrafinha com suquinho e bebi tudinho... A professora sorrindo me viu e pediu um pouquinho. E lá estávamos nós, bebendo um suquinho."
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