Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe

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A solidão que sinto hoje não será minha companhia para sempre.

NÓS, HUMANOS, SOMENTE OBEDECEMOS. NADA MAIS! E, OS FINAIS FELIZES NÃO EXISTE. TODOS MORREMOS NO FINAL DE TUDO! DEPOIS DOS 30 ANOS, SÓ DOENÇAS E DORES NO CORPO INTEIRO. E, SE NÃO TIVER DINHEIRO PARA CUIDAR E BUSCAR TRATAMENTO, ACABA ADIANDO A SUA MORTE. É A REALIDADE DE TODOS NÓS!

A ESCOLA É UMA PIADA. NÃO ENSINA DIREITO AS 4 OPERAÇÕES E NEM A LER O DICIONÁRIO PARA EXPANDIR VOCABULÁRIO. SÓ FALA DE VILÕES QUE MASSACRARAM A HISTÓRIA!! SACANAGEM. AS 4 OPERAÇÕES, ENVOLVE EMPREENDEDORISMO. ENSINAR A SE COMUNICAR COM AS PALAVRAS CORRETAS, FAZ AS PESSOAS SEREM EDUCADAS E CIVILIZADAS. O SISTEMA NÃO ENSINA CONCORRENTES. ELE ENSINA OBEDIÊNCIA, NADA MAIS!!
TUDO O QUE APRENDI NA VIDA ADULTA, FOI DEPOIS DE PESQUISAR E APRENDER SOZINHA.
ATÉ LER E ESCREVER, EU APRENDI COMPLETAMENTE SOZINHA. TODOS OS DIAS, CHEGAVA DA ESCOLA E TENTAVA LER UM LIVRINHO DA PREFEITURA, SOBRE CÓLERA, EM UMA SEMANA, EU CONSEGUI. NUNCA VOU ESQUECER DISSO.
TIVE UMA ÓTIMA PROFESSORA NO JARDIM. A ELIETE. ELA ME DEU MEU PRIMEIRO CADERNO BONITO, E A MINHA PRIMEIRA CARTILHA, COM A PERSONAGEM LAILA, NA CAPA AMARELA. FOQUEI TANTO A ATENÇÃO NAS LETRAS QUE ELA ENSINAVA, NAS CHAMADAS EM SUA MESA, QUE LER, FOI COMO ANDAR DE BICICLETA PELA PRIMEIRA VEZ SOZINHA, ENQUANTO SE SOLTA OS BRAÇOS.
OBRIGADA PROFESSORA ELIETE!! SEMPRE DIGO QUE A AMO, PORQUE É VERDADE. ELA NÃO FOI O SISTEMA. ELA REALMENTE AMAVA O QUE FAZIA. OBSERVAR AQUELES QUE NUNCA SERIAM IGUAIS AOS DEMAIS, ERA O QUE ELA FAZIA.

NA VIDA ADULTA, NÃO EXISTEM AMIGOS. NEM NO TRABALHO, NEM DENTRO DE RELACIONAMENTO. QUANDO VOCÊ LEVA PARA A SUA CASA, PRINCIPALMENTE. TODOS SÃO CONCORRENTES DA SUA VIDA. VIGIE. APRENDENDO COM O ERRO DOS OUTROS E PASSANDO O RECADO!

Você está atravessando uma fase da vida em que não existem atalhos.
Você precisa atravessar com os próprios pés.
Então vem a tempestade.
A ponte balança, quebra, a água cai violentamente e você sente medo de que tudo desabe enquanto ainda está sobre ela...

Enquanto o resultado não chega, a mente cria cenários.
"E se for alguma coisa?"
"E se der errado?"
"E se eu não conseguir?"
A mente odeia espaços vazios. Quando não possui informação, muitas vezes tenta preenchê-los com possibilidades.

Você não está sozinha.
Há outras pessoas atravessando a mesma ponte, enfrentando a mesma tempestade e tentando chegar ao outro lado.
Quando finalmente chega ao fim da ponte, você pensa que encontrou a saída.
Mas não encontrou.
Existe outra barreira.
E ela é ainda mais assustadora.
Uma parede muito alta, feita de areia, molhada pela chuva, cheia de buracos. Pessoas estão escalando, mas você sabe que aquilo não é realmente seguro.

"Você pode se sentir perdida, deslocada ou até colocada no lugar errado, mas isso não significa que ficará ali para sempre."

Você acorda depois do abraço.
Não acorda durante a queda.
Não acorda esmagada.
Não acorda no meio da tempestade.
Não acorda no momento em que a ponte desaba.
Você acorda depois que alguém percebe que houve um engano e oferece acolhimento.

E talvez sua ponte, no fundo, não seja sobre uma catástrofe.
Talvez seja sobre atravessar um período assustador sem saber exatamente o que existe do outro lado.
E mesmo com medo, você continua subindo.

Ás vezes não precisamos apagar alguém do passado para seguir em frente. Precisamos apenas colocá-lo no lugar correto dentro da nossa história.
Nem todo amor precisa terminar em reencontro.
Alguns amores terminam se transformando em memória.
Outros se transformam em perguntas.
Alguns permanecem como uma pequena cicatriz emocional que já não dói, mas nos lembra de quem fomos.

Você não é mais a menina que espera ser escolhida.
Você é alguém que também construiu uma vida que pode ser observada.

Existem estruturas sustentando nossa vida que também não conseguimos enxergar.
Memórias.
Experiências.
Crenças.
Medos.
Esperanças.
Valores.
Relacionamentos.
Tudo aquilo que sustenta nossas decisões, embora não apareça como uma parede ou uma coluna.

Aquilo que aparece diante de nós não precisa necessariamente bloquear nossa visão.
Um medo pode existir sem dominar nossa vida.
Uma lembrança pode existir sem controlar nosso presente.
Uma pessoa pode ter feito parte da nossa história sem continuar sendo dona dela.
Uma dor pode ter existido sem determinar quem seremos daqui para frente.

Muitas vezes atravessamos períodos em que não conseguimos enxergar nenhuma segurança. Olhamos ao redor e pensamos:
"Onde está o chão?"
Mas continuamos de pé.
Talvez existam forças que não percebemos enquanto estamos preocupados demais procurando por elas.

JESUS NÃO GRITOU DE DOR! ELE SUPORTOU EM SILÊNCIO, ATÉ O SEU ÚLTIMO SUSPIRO...
DEVO SER IGUAL!

Jesus não prometeu que todo aquele que morreria teria necessariamente uma experiência de túnel, luz ou encontro visual com ele. O que ele prometeu foi muito mais específico e profundo:
“Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá.”
João 11:25

A curiosidade sobre a eternidade pode ser filosófica e espiritual. Não precisa virar um experimento.

Um Deus criador não precisaria necessariamente ter criado seres humanos eternos. Poderia ter criado organismos temporários, conscientes durante determinado período, destinados simplesmente a existir, experimentar, amar, criar, sofrer, aprender e depois deixar de existir.
E, curiosamente, isso não necessariamente destruiria o significado da vida.
Talvez até o aumentasse.
Se eu soubesse que uma música terminaria depois de cinco minutos, isso não faria os cinco minutos deixarem de ser música.
Se uma flor dura alguns dias, isso não significa que sua existência foi inútil.
Se uma vida dura algumas décadas, talvez seu valor não esteja em durar para sempre, mas em ter acontecido.

Não transformar aquilo que eu desejo que seja verdade em aquilo que afirmo saber.
Eu posso acreditar em Deus e dizer:
“Eu creio na vida eterna, mas não consigo demonstrar empiricamente como ela funciona.”
Também posso dizer:
“Tenho dúvidas sobre a existência da consciência depois da morte, mas continuo acreditando em Deus.”
E posso ainda dizer:
“Não sei.”