Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe

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Não saber é um estado; a seletividade em cascata o promove a veredito.

Transparência não é mostrar tudo; é deixar rastro do que se procurou.

Abrir um arquivo não é atestar; não abri-lo não é negar. Entre os dois erros, a cascata faz morada.

Diante da cascata, o Estado não deve dizer o que é crível; deve garantir que o julgamento seja possível.

O sigilo é o primeiro dos seis filtros; a seletividade em cascata começa nele, mas não termina nele.

A seletividade em cascata não é censura, nem sigilo, nem conspiração: é a rotina produzindo o efeito da intenção.

Cada etapa da cascata se defende sozinha; só a sequência inteira não tem defesa.

A seletividade em cascata não é o erro de um filtro, mas o efeito de filtros que se herdam.

Chamar o ignorante de burro não adianta, ele fica lisonjeado.

Aquele que não se permite amar, na verdade não ama a si mesmo, pois todo o que ama a si mesmo anseia pelo amor.

Invista em você, para que possa escolher e não ser escolhido.⁠

Uma história que é marcante torna-se sempre presente. Sentimentos efêmeros não me trazem tormento, mas o que é perene são como algozes em minha mente.

A vida não vem com manual de instruções — ela é uma projeção interna daquilo que você pulsa.

“É preciso saber viver.”
Mas quem o sabe? Uma vez que essa passagem não tem bilhete de volta e nem roteiro de viagem.

O sentimento da visualização é o mesmo — se não semelhante, ao de ouvir uma música que te transporta para outra dimensão. Uma sonata, uma música instrumental, um canto lírico ou algo transcendental. Se utilizar dessa mesma força para visualizar seus objetivos, não há quem te intente algum mal.

Não se pode ver o que se sente,
Mas ao contemplar o observador,
Torna-se residente do presente.

Qual seria o manual da existência se não a própria consciência de existir?

Não seria a dúvida a mais sincera das orações? Pois não busca agradar, e sim tocar o mistério.

Eu já percebo que a religião não vai acabar. Não será o despertar de uma formiga que irá derrubar o tamanduá.

Não é frio na barriga.
É paz.
É deitar ao lado de alguém
e o corpo finalmente entender
que pode descansar.
É o silêncio confortável,
o braço encaixado sem pressa,
o cuidado nos detalhes pequenos:
o cobertor puxado devagar,
a mão que procura a outra
mesmo dormindo.
Amar assim não dá borboletas.
Dá sono.
Um sono profundo, pesado, tranquilo,
de quem não precisa vigiar o mundo
porque encontrou abrigo em outro peito.
Tem gente que fala de coração acelerado,
mas bonito mesmo
é quando alguém desacelera a gente.
Quando o abraço vira casa,
o carinho vira travesseiro
e dormir ao lado da pessoa
parece a coisa mais segura do mundo.