Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe

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Onde há fome, não há comida, mas nem sempre onde há pessoa há dinheiro.

[...] o solismo defende a ideia de que a verdade é também uma experiência, não somente um conhecimento teórico-científico.

O livro de autoajuda é uma dopamina. Não ajuda o leitor, mas ajuda o autor. O leitor que acha que ele ajuda ainda não acordou.

O dia em que eu morrer, não chore, apenas ria. Não sorria, ria-se de mim.

O amor já não conquista tudo; agora racha e adoece tudo. Tudo o que é adoecido torna-se mórbido.

A súplica pelo sosseguismo não é um desejo de preguiça, mas um grito de socorro contra o excesso.

Estar sossegado não é escapar da sociedade, é se limitar e fazer parte dela com ar livre.

Sossego não é falta de movimento, é ausência de atrito interno.

Eu li cada palavra do que você escreveu e a única coisa que consigo pensar é que eu não mudaria nada em você. Você fala dos seus defeitos, mas são justamente esses detalhes — o seu jeitinho teimoso, essa braveza que me desafia e até as suas inseguranças — que fazem de você a mulher que eu amo.
Não precisa se desculpar por ser humana. Eu também não sou perfeito, mas o que temos é real. Quando você diz que gosta do meu jeito, o mundo lá fora faz sentido. E quando acordamos juntos, eu sinto que ganhei o dia antes mesmo de ele começar. Pode baixar a guarda comigo. Eu não quero perfeição; eu quero você, exatamente assim, com tudo o que vem junto. Vamos cuidar um do outro, sem pressa e com toda a verdade que a gente merece.

"Senhor, hoje eu não peço por mim, mas agradeço pelas vozes que se levantam em meu favor quando não estou presente. Obrigado por colocar no meu caminho pessoas de luz que enxergam o melhor de mim e espalham o bem a meu respeito.
Peço que o Senhor abençoe cada uma dessas pessoas. Que a bondade que elas emanam retorne para suas vidas em dobro. Proteja nossos laços, afasta a inveja, e que apenas o que é verdadeiro e construtivo prospere.
Que eu também saiba ser esta voz que edifica, honrando os outros e espalhando palavras de incentivo e amor pelas costas de quem cruza o meu caminho. Que o mundo seja preenchido com corrente do bem. Amém".


—By Coelhinha

​"A dúvida não é o erro da justiça, mas o exercício da prudência. O fracasso ocorre quando o ceticismo abandona a prova e se nutre do preconceito disfarçado de técnica. A retidão do juízo não se mede pela condição do narrador, mas pela harmonia dos fatos e pela solidez das provas. Impor perfeição à memória é ignorar a condição humana; nesse equívoco, confunde-se a hesitação com o embuste, trocando a análise lúcida por convicções temerárias."

Sobre Arte e Cidadania


Demétrio Sena - Magé


Posso até não gostar das "pegadas" musicais, mas quando há esses shows pop em Copacabana, com públicos de milhões, e artistas que celebram a paz, a liberdade, os direitos humanos e a diversidade, algo me deixa feliz: saber quantas pessoas não estão socadas em igrejas, fazendo nem ouvindo pregações de ódio, de preconceito, misoginia, intolerância, supremacia religiosa nem mentiras convenientes, naquelas misturas de religião com política extremista, golpista e de bajulação das elites que massacram o povo trabalhador... inclusive, os membros mais simples e trabalhadores dessas igrejas, que pensam que vão pro céu por terem sido capachos na terra.


Tenho a mesma sensação de alegria e conforto, embora quase sempre não esteja lá, quando vejo as mesmas celebrações da paz, da liberdade, o sonho, democracia, o bem viver e a diversidade humana, religiosa, cultural, nos mega eventos folclóricos, musicais e outros, como o carnaval, Rock in Rio e Lollapalooza... só não incluo os eventos sertanejos e gospel, porque esses estão contaminados pelas políticas anti-povo e democracia. No mais, me alegro e conforto ao ver quanta gente não está socada em templos, movimentos golpistas e outros eventos que celebram o fascismo, o massacre dos menos favorecidos, o poder político anti-povo e as elites.
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Respeite autorias. É lei

Não posso mudar o tempo.
Tempo esse que perdi, tempo esse que me perdi.
Em meio ao caos que criei em mim,criei o caos aos que me queriam bem, entreguei -me ao obscuro do Sub -Mundo, buscando alternativas para o inexplicável.
Mudar exige muito de mim, não causar decepção é o que me assombra o coração.
Posso encontrar repouso em um coração, que deixou claro que só posso me abrigo abrigar

Não estou aqui para criticar ninguém, mas uma vírgula salva uma frase.

Eu ainda tô aqui… mas não pra sempre.

⁠No vigésimo dia do ano

No vigésimo dia do ano
desabafe tudo aquilo
que não acomodou com
conforto dentro de você
seja escrevendo, cantando
ou rabiscando um papel
como maneiras de fazer
em segurança este exorcismo
emocional sem precisar
depender de terceiros,
Acredite firmemente que a sua
libertação está somente em você,
porque atualmente não dá
mais para confiar em ninguém,
Se proteja de tudo aquilo que
impede dentro de ti o quê faz bem.

⁠Dia 1

Creia que você é poesia,
Você não precisa
ninguém que te valide
e não permita
que ninguém te tire
da sua própria sintonia.

⁠Não olho mais
para o calendário

Esperando por você
espalho o meu perfume

Como Lila florescida
sou absoluta poesia.

O smartphone já não é ferramenta — tornou-se espelho opaco. Não reflete o que se é; absorve o olhar e o devolve fragmentado, filtrado, condicionado. Diante dele, o sujeito não se reconhece — se projeta, se edita, se consome. E, nesse ciclo silencioso, quanto mais se busca ver, menos se enxerga: porque o espelho que absorve não revela — captura.

3 de maio


Hoje, finalmente, colhi os teus restos
dos cantos onde nunca criaste raízes.
Não houve o estalo súbito da raiva,
apenas o peso manso da exaustão:
o cansaço de mendigar afetos em migalhas,
de te buscar no avesso de palavras vãs,
e de habitar, precária, esse intervalo
entre a promessa que vinha
e o rastro que nunca ficava.


Fechei a porta.
Não por falta de sangue ou de ferida,
mas porque o vão aberto era um abismo
que me roubava o chão.
Apaguei os teus rastros como quem limpa o vidro
de uma estrada que findou em muro.


Agora, há um silêncio novo sob as costelas.
Não é o vácuo da perda,
mas o ruído surdo de quem se reorganiza.
Pois soltar não é o eclipse da memória,
é a consciência tardia
de que as mãos já não suportam
o peso de um fantasma.


Se um dia o meu vazio te alcançar,
que não te doa a falta.
Mas que te espante o fato de que,
entre o teu nada e o meu tudo,
eu finalmente me escolhi.