Apoiar nossas Loucuras
Jesus deu o mais precioso exemplo do que deve ser nossas prioridades no ministério (serviço) de almas: desmistificar os desejos da carne como grandeza, poder, méritos e honras.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Quantas vezes já priorizamos nossas tarefas e temos deixado de lado a vontade de Deus?
Você pode pensar: “ah, mas Deus não precisa de mim”. Certamente, o homem que venceu a cruz não precisa de mim nem de você, mas quem somos nós diante da vontade de Deus?
Livro: Servir, o maior dos desafios
Novos galhos se constroem, oferecendo-nos sempre capítulos na árvore de nossas vidas, Deus sempre tem uma nova história pra nós.
Deus nos purifica de todas as nossas transgressões e coloca um novo cântico em nosso coração para engrandecer seu nome, Deus da nossa salvação. Bom dia na paz do Senhor.
As nossas escolhas nunca foram apenas nossas,
se assim fosse,
não haveria o peso por afetar todos a nossa voltar.
Não estamos mais perto do fim, somos o fim.
Sentenciamos uns aos outros de acordo com as nossas crenças e valores.
"O sofrimento ou é merecido por causa das nossas culpas, ou é meritório em ordem ao nosso aperfeiçoamento espiritual".
Nossas escolhas representam 50% de nosso desenvolvimento, enquanto 30% provêm do DNA e 20% do ambiente em que vivemos. O sucesso de nossa existência depende de nossas escolhas, que estão em nossas mãos.
Que possamos resistir ao diabo para este fugir de nós, para que a alegria de Deus encha nossas vidas. Bom dia na paz do Senhor.
"O Brasil de hoje não pode depender apenas da tecnologia para educar nossas crianças sobre os valores essenciais. Precisamos resgatar princípios básicos de convivência e socialização. Para isso, é crucial que professores, merendeiras, faxineiras e responsáveis compreendam a importância do amor, do carinho, do respeito, da solidariedade e de outros valores que moldam uma sociedade."
O nosso cilo sempre foi sazonal por isto nosso amor nunca acabou, nossas almas se encontraram após várias tormentas e pronto, somos felizes assim, pertencemos um ao outro.
Compreender que por esse mundo ainda passaremos enquanto nossas ações forem diferentes de tudo aquilo que falamos, já é um passo para a mudança de tudo aquilo que precisamos modificar em nós. Como podemos ter a pretensão de querer "um lugar ao céu" se nem com nós mesmos conseguimos ser verdadeiros! Onde a pureza habita não existem véus!
Todas as nossas obras são inúteis em relação à vida eterna, se não forem perfumadas com o bálsamo da caridade.
Sempre somos os heróis das nossas histórias e o vilão na história dos outros! Acontece que as pessoas raramente estão dispostas a olhar para si mesmas e falar: “O que eu poderia ter feito diferente?” Sempre querendo ser movidos por uma “ganância própria”, uma “vítima”.
Assim funciona um relacionamento.
É difícil. É uma dualidade, uma união de indivíduos. Ocasionalmente, uma briga acontece e ambos erram na maioria dos casos. No entanto, é importante compreender que nem sempre somos os heróis e que a culpa não recai apenas sobre o outro. É necessário analisar nossas próprias ações, reconhecer nossos erros e estar dispostos a mudar e melhorar.
A capacidade de autoreflexão é essencial para um relacionamento saudável. Ao invés de culpar constantemente o parceiro, devemos analisar nossas ações e comportamentos, em busca de maneiras de melhorar o relacionamento. Essa atitude de autoavaliação é fundamental para crescermos como indivíduos e como casal.
É importante lembrar que as relações são compostas por duas pessoas, cada uma com suas próprias perspectivas e experiências. Ao reconhecer que ambos têm sua parcela de responsabilidade nas disputas, podemos alcançar uma maior compreensão e respeito mútuo.
Portanto, em vez de nos colocarmos como vítimas, devemos buscar uma abordagem mais equilibrada e empática nos relacionamentos. Assumir a responsabilidade por nossas ações e estar abertos ao diálogo e à mudança pode ajudar a construir relacionamentos mais saudáveis e duradouros.
Ao adotar uma abordagem consciente em relação às nossas intenções e comportamentos na rotina diária, é possível nos tornarmos seres humanos melhores.
Aqui estão algumas razões:
1. Autenticidade: Ao estarmos mais conscientes das nossas intenções, podemos agir de maneira mais autêntica e alinhada com nossos valores e crenças pessoais.
2. Responsabilidade: Assumir a responsabilidade por nossas intenções e ações nos capacita a fazer escolhas mais deliberadas e a assumir o controle de nossas vidas, em vez de nos sentirmos passivos ou desamparados diante das circunstâncias.
3. Empatia: A reflexão sobre nossas próprias intenções pode nos tornar mais sensíveis às experiências e perspectivas dos outros, promovendo a empatia e a compreensão nas nossas interações interpessoais.
4. Crescimento pessoal: Ao nos desafiarmos a examinar nossas intenções e comportamentos, podemos identificar áreas para crescimento pessoal e desenvolvimento, buscando constantemente nos tornar versões melhores de nós mesmos.
5. Impacto positivo: Agir com intenções positivas pode ter um impacto duradouro não apenas em nossa própria vida, mas também nas vidas daqueles ao nosso redor, contribuindo para um ambiente mais positivo e gratificante para todos.
Portanto, ao cultivar uma prática de reflexão e consciência em relação às nossas intenções e comportamentos diários, podemos nos tornar seres humanos mais autênticos, responsáveis, empáticos e capazes de causar um impacto positivo no mundo ao nosso redor.
Quanto mais colocamos Deus no centro de tudo em nossas vidas, mais O adoramos em espírito em verdade: Ele nos perscruta!
Florescem nossas vidas, apagando as feridas,
Estrelam nossas memórias, enobrecem nossas histórias queridas.
Tão lindas quanto a noite, tão marcantes, tão fortes,
Aprendem sempre, não sabem tudo, mas têm corações nobres.
Não amam tudo, mas aqueles que amam, amam para sempre,
E nesse amor eterno, encontram a essência do ser presente.
Precisamos aprender a perder para descobrirmos o real valor daquilo que tínhamos em nossas mãos.
Precisamos, também, sentir a dor da perda de alguém que amamos para aprendermos a valorizar o amor, quando ele não é o centro de tudo que fazemos.
