Anti Narcisismo

Cerca de 663 frases e pensamentos: Anti Narcisismo

⁠Nem todo mundo
QUER O SEU BEM.
Alguns usarão o que você lhes contar sobre suas fragilidades para beneficiar a si mesmos, e não para ajudar você.

Inserida por audreybueno

⁠O problema não é o que o outro diz de mau sobre nós, mas quanto concordamos com ele.

Inserida por osvaldojose

⁠Só consigo pisar na sua autoestima se ela estiver a altura do chão, a não ser que eu seja gigante

Inserida por Riqarma

⁠*Quem mente inconscientemente é vacilão;
*Quem mente compulsivamente é doente;
*Quem mente para evitar um inconveniente é oportuno;
*Quem usa a mentira em forma de argumento é um ser desprezível.

Inserida por TcheSchultz

⁠Tudo se torna estranho quando o íntimo é revelado.

Inserida por julianascm

⁠Sem maldade não se compreende o mundo.

Inserida por julianascm

⁠A vaidade do leitor dificulta a compreensão.

Inserida por julianascm

⁠Nunca houve eu e você
Havia apenas eu.

Inserida por Wilkye_Sabio

⁠O narcisista usa várias formas de manipulação com suas vítimas. A mais comum é atribuir a elas a culpa pelo comportamento desrespeitoso dele. Não pense que poderia ter sido diferente se a tua reação à falta de respeito dele tivesse sido outra. Independente do que você faça, ele vai sempre dar um jeito de culpar você. Não se engane: O narcisista é como um dado viciado. Não importa quantas vezes você o jogue, o resultado vai ser sempre o mesmo.

Inserida por ednafrigato

⁠Quem aprende a amar o instrumento acima da música, não entende que o instrumento e a técnica, são apenas agentes catalisadores dos nossos sentimentos para que a beleza de uma canção assuma a sua primazia, e atinja a sua plenitude, livre do narcisismo do egocentrismo humano.

Inserida por LeniltonJS

O brasileiro é como uma criança esperneando para que a brincadeira não acabe.⁠

Inserida por Oaj_Oluap

⁠Uma das piores forma de egoísmo que existe é: a pessoa pensar que se tudo estiver bem para ela, nada mais lhe interessa.

Inserida por RGSNOBREGA

⁠Nem sempre é perda, quando o tempo passa e você olha para trás, tem certeza que foi livramento…
Os mesmos gestos, as mesmas ladainhas, a mesma falsa solidão, a mesma teia enganosa que a caranguejeira tece minuciosamente para atrair, prender e sufocar suas vítimas. Assimcomo as caranguejeiras, é assim que o Narcizista patológico faz, ele prende e se alimenta da dor e do sofrimento alheio, fazendo com que a sua vítima morra um pouquinho a cada dia, enquanto ele observa a vida esvair-se do corpo de suas vítimas.

Inserida por Lu_Correia

⁠Dê um espelho
a um urso
e em duas gerações
toda sua família usará escova progressiva.

Inserida por MarceloLarroyed

Com o não aceitar menos e o querer receber mais, o amor próprio não está a tornar-se narcisista?

Inserida por Sararomano

A princípio, o brilho narcisista deslumbra e, depois, cega. // Livro: Amores de Alto Risco⁠

Inserida por Paticunha

O maior “golpe” pra uma pessoa instável, que vive do controle emocional dos outros, é perder o poder de te afetar.

Inserida por tainahferreira

⁠A dor de se sentir invisível por alguém que tem poder emocional sobre você é um dos sentimentos mais cruéis que existe. Não importa se é amor romântico, amizade, hierarquia ou tudo junto. Quando essa pessoa te nega reconhecimento e respeito básicos e distribui sorrisos seletivos ao lado, isso atinge diretamente seu valor percebido. Especialmente quando o comportamento do outro oscila. Um dia é frieza, no outro é sorriso e “toquinho de mão". Isso te prende num ciclo de “recompensa emocional”, igual vício. A necessidade quase insana de validação se transforma em migalhas, junto com a anulação própria pra ser “visto”.
A questão é: ou você acorda e muda. Ou vc aceita essa condição e adoece.

Inserida por tainahferreira

⁠Quem só aparece quando precisa de algo não está com saudade de você, está com saudade do que você oferece.

Inserida por pameladesideri

⁠Os arquitetos do vazio…

Sob a luz pálida de um sol amortecido, um salão vasto e mal iluminado estendia-se como um campo de batalha velado. As mesas alinhadas eram cercadas por cadeiras que pareciam tronos de um reino que se sustentava em falsidades e segredos. Ali, onde o ar tinha o peso de um segredo mal guardado, seis figuras dominavam o espaço, cada uma com sua própria máscara, cada uma com suas ambições ocultas.

No centro de tudo, havia Lívia, a líder do lugar, embora o título parecesse um adorno mais do que uma verdade. Ela era jovem, mas sua postura encurvada e o olhar vazio faziam-na parecer mais velha, como se carregasse o fardo de uma vida que nunca aprendeu a viver. Sua presença era um paradoxo: uma figura que deveria inspirar, mas que transmitia uma inquietação quase palpável. Havia algo de sombrio em suas expressões, uma tristeza que parecia nascer de um vazio interno, como uma casa grande e rica, mas sem mobília. Ela nutria uma amizade peculiar com Clara, a outra mulher do grupo, uma relação que os olhos mais atentos poderiam chamar de genuína, mas que, nas sombras, era distorcida por interesses e manipulações.

Clara era uma especialista em disfarces. Seu sorriso largo e suas palavras doces escondiam uma mente afiada, acostumada a esquadrinhar as fragilidades alheias. Era como uma serpente, deslizando suavemente, mas pronta para atacar quando fosse conveniente. Enquanto fingia lealdade a Lívia, tecia em segredo uma trama venenosa, espalhando palavras como lâminas, afiadas pela raiva e pelo desprezo que sentia pela líder. Não era difícil perceber que Clara não tinha apreço por ninguém além de si mesma, e seu mundo girava em torno de benefícios que pudesse colher sem esforço.

Entre os homens, destacava-se Elias, vice-líder, o mais jovem da equipe. Sua juventude era marcada por uma habilidade peculiar: a mentira. Ele mentia com uma facilidade que quase parecia arte, moldando realidades paralelas que o favoreciam, como um espelho distorcido. Sua personalidade refletia a de Lívia, ambos unidos por uma escuridão que não admitiam em voz alta. Elias era astuto e sabia que, para sobreviver, precisava jogar um jogo perigoso, mesmo que isso significasse destruir quem estivesse em seu caminho.

Davi, o assistente que ocupava o quarto lugar em idade, era um homem de aparências e fantasias. Ele havia se construído em cima de histórias que não eram suas, pavimentando sua trajetória com mentiras que contava a si mesmo e aos outros. Era um parasita, sugando o que podia de Lívia, que, por motivos que ninguém compreendia, lhe dedicava uma atenção especial. Talvez fosse fascínio, talvez interesse compulsivo e carnal, mas o fato era que Davi sabia como aproveitar-se disso, alimentando as ilusões de Lívia enquanto construía sua própria rede de vantagens.

O restante da equipe era composto por Samuel, o segundo mais velho, um homem animado, de energia leve, mas que escondia inseguranças profundas e uma natureza dúbia, e Heitor, o veterano do grupo, cujo coração puro e espírito resiliente o tornavam um estranho naquele ninho de cobras. Heitor havia aprendido a sobreviver, não por malícia, mas por necessidade. Ele observava o caos ao seu redor com olhos atentos, sabendo que o único caminho seguro era aquele que o levaria para longe dali.

A trama começou a se desenrolar quando Lívia, Clara e Davi uniram forças em uma conspiração intrincada. Eles criaram uma aliança baseada em interesses mútuos, cada um trazendo suas habilidades para a mesa: Lívia, com sua manipulação e capacidade de distorcer a verdade; Clara, com sua falsidade; e Davi, com sua habilidade de se fazer indispensável. Juntos, começaram a trabalhar com um único objetivo: derrubar Elias e promover Davi em seu lugar, garantindo a vontade de Lívia e que Clara fosse muito bem recompensada.

Porém, Elias não era tolo. Ele percebia os movimentos sutis, os olhares trocados, as conversas sussurradas quando pensavam que ninguém estava ouvindo. Ele começou a contra-atacar, espalhando rumores e manipulando situações para parecer estar jogando no mesmo time de Lívia, quando na verdade ele queria o seu lugar. Era um jogo de xadrez sombrio, onde as peças eram movidas no silêncio, e as consequências eram reais.

Enquanto isso, Heitor observava. Ele não era parte do jogo, mas também não era cego ao que estava acontecendo. Ele via as máscaras caindo, os sorrisos falsos, os olhares carregados de intenções ocultas. Ele sabia que aquele lugar não era feito para ele, que sua bondade e honestidade eram qualidades que não tinham valor ali. Mas também sabia que precisava aprender a jogar, não para vencer, mas para sobreviver até que pudesse partir.

Quando o confronto final aconteceu, foi como uma tempestade que há muito se anunciava. As alianças desmoronaram, as verdades vieram à tona, e os segredos que sustentavam o equilíbrio precário daquele reino de falsidades foram expostos. Clara tentou culpar Elias, que, por sua vez, acusou Davi, que tentou se esconder atrás de Lívia. Mas, no final, todos saíram perdendo, exceto Heitor, que, com sua paciência e resiliência, conseguiu escapar ileso.

Quando Heitor finalmente deixou aquele lugar, sentiu-se como um prisioneiro libertado. Ele sabia que nunca mais voltaria, que aquele capítulo de sua vida havia terminado. E enquanto caminhava para fora, sob a luz de um sol que finalmente parecia brilhar, ele sorriu. Não porque havia vencido, mas porque havia sobrevivido. E, às vezes, isso era tudo o que importava.

Inserida por mauriciojr