Animais de Estimação Cachorro
Ao conversar com alguém, analise bem o que será dito, pois até mesmo um cachorro pode ser facilmente confundido com um lobo.
Mundo contraditório.
Vai entender!
Tanta gente tratando cachorro como gente.
Não que é para maltratar, mas tanto cachorro sendo tratado melhor que gente.
E um japonês gasta setenta e seis mil para se transformar em um cachorro.
Que desperdício!
Sei que o dinheiro é dele e sem ser hipócrita.
Mas isso daria ao menos aproximadamente quatrocentos e vinte e três cestas básicas,
que alimentaria pelo menos por um mês o mesmo tanto de famílias.
Conversa com nosso Pai - Me sinto impotente, Pai. Me sinto como um cachorro que caiu do caminhão de mudança e não sabe o que fazer. Não sei o que fazer diante tanta miséria; miséria material, miséria moral, miséria intelectual. Me sinto miseravelmente impotente diante de tanta miséria, Pai.
Li em algum lugar que o cachorro, quando dorme bastante, é sinal de felicidade. Devo ser um cão feliz.
Minha noite tem sonos picados,
e sonhos sem fio na faca cega que segue afiada.
Um cachorro late na alvorada amarga,
nos travesseiros do peito
com palavras encravadas.
Um cachorro chamado segredo
Tenho um segredo
Um cachorro chamado Segredo
Lhe dei esse nome por causa dos olhos.
Sinceros, castanhos e profundos, Pareciam guardar um segredo.
E com certeza guardavam.
Ele me olhava e olhava,
Parecia querer contar.
E com certeza queria,
Mas não podia.
O segredo não pode falar.
E um segredo nunca se pode contar.
Quanta sabedoria seus olhos mostravam,
Olhos grandes, lindos e brilhantes.
A inocência, em essência
Lembramos que não a temos,
Daí, tão graciosa.
O Segredo guardava um segredo,
Mas não podia contar.
Então, estava sempre ao meu lado,
Na sua forma de compartilhar.
Às vezes acho que o segredo
É a forma correta de amar.
Outras vezes penso que seja
Como o céu alcançar.
E assim vamos vivendo,
Eu e meu amigo,
Um cachorro chamado Segredo,
Que vive correndo e latindo,
E sempre que eu o abraço,
Aconchego meus segredos nos dele.
Nada precisa dizer, ou latir.
Nada preciso saber, ou ouvir.
É segredo.
Um pouco mais de natureza me faria feliz, quem sabe?
Um cavalo para afagar,
Um cachorro para rolar no chão,
Borboletas e passarinhos...
Um rio para colocar os pés,
E observar as pedras que brilham
Logo abaixo das águas cristalinas.
Um raio de sol sem pretensão,
Um tempo sem promessas,
O perfume da floresta,
Amar a quem merece,
Observar o que merece ser visto.
Não mais sonhar com o amanhã,
Só me distrair com os bichos
E ser um bicho, como eles são.
Que existe sereno no agora,
E não tem desejos,
A não ser de estar.
Um pouco mais de silêncio
E solitude me faria feliz, talvez?
Menos gente, menos gente...
Menos coisas e ideias...
Menos pressa para o abismo
Que o destino nos reserva.
Sono de melhor qualidade,
Mais céu e menos muro.
Mais natureza me faria feliz, quem sabe?
Acariciar um gato e sentir seu cheiro,
Abraçar um bezerro,
Adormecer sob uma árvore,
Sem nada para me preocupar.
Pensar menos na morte,
Sentir menos medo e saudades,
Brincar sem observar que estou sozinha.
Inocência que eu nunca tive,
Onde foste morar, antes que eu viesse ao mundo?
Coração sereno que nunca me pertenceu,
Sempre percebi tua falta.
Na minha imaginação ao menos,
Repouso sob um arco íris
Criança minha, que ficou no Céu.
Olhe no fundo dos olhos de um cachorro, e você sentirá algo que nunca viu nos olhos de um ser humano.
Há 14 anos, fui adotado por um cachorro de rua. Ele entrou em nossa casa, ficou debaixo da mesa e não saiu mais. Comeu a comida da Fedoca e da Pirenta (Valeska Poposuda). Adivinhem por que elas se chamavam assim?
Neste momento, tínhamos três cachorros: Fedoca, Pirenta e Marley. Chute por que o Marley se chamava assim. Ele foi trocado por um papelote de droga na boca de fumo. Neste momento, o Cuequinha entrou em nossas vidas e ficou. Ele nos amou com todo o seu amor.
Mas a vida é um mistério. A vida não, a morte é o mistério. Será se há algo depois deste mundo? Para alguns sim, para mim, não existe mais nada.
Acredito que meus cachorros, papagaios e tartarugas vivem. Vivem em minhas lembranças. Eu que morri para eles...
Amo-te meu Cuequinha, Fedoca e Pirenta.
Agora só nos resta a lembrança.
Minha mulher gosta de mim. Meus filhos gostam de mim. Meus amigos gostam de mim. Meu cachorro gosta de mim. É mais do que eu mereço.
Havia um cachorro no quintal. Toda vez que eu me aproximava para alimentá-lo, ele vinha e me mordia. Eu levava petiscos, tentava ganhar sua confiança, mas a reação era sempre a mesma: um olhar desconfiado seguido de uma mordida. No começo, eu não entendia. Por que ele reagia assim? Eu só queria cuidar dele, mas parecia que ele via em mim um inimigo.
Com o tempo, fui descobrindo o motivo. Esse cachorro, antes de estar comigo, tinha um dono que o maltratava. Alguém que não o alimentava direito, não lhe dava carinho, e talvez só se aproximava para punir ou ignorar suas necessidades. Esse passado de dor e desconfiança se refletia em cada mordida que ele me dava, em cada vez que ele se retraía ao menor gesto de aproximação.
Mesmo assim, eu insistia. Dia após dia, voltava ao quintal, levando comida e esperando pacientemente que ele me visse como alguém diferente. Mas nada mudava. Ele continuava me mordendo, como se eu fosse a sombra do antigo dono.
Então, um dia, decidi não ir mais até ele. Resolvi deixá-lo sentir minha ausência, para que ele percebesse a diferença entre o que tinha sido e o que poderia ser. Por alguns dias, mantive distância. E foi só então que ele começou a entender. Senti sua falta e percebi que ele também sentia a minha. Ele finalmente compreendeu que eu não era aquele que o machucava, mas o que tentava lhe dar uma nova chance.
Mas, quando ele se deu conta, já era tarde. O tempo que passei tentando ganhar sua confiança foi também o tempo em que, pouco a pouco, fui me cansando de ser mordido. Agora, que ele parecia querer minha presença, já não sentia o mesmo. Eu não queria mais correr o risco, não queria mais me machucar.
Às vezes, mesmo com boas intenções, não conseguimos consertar as feridas que outros deixaram. A desconfiança, quando alimentada por muito tempo, pode ser mais forte que a vontade de recomeçar. E, assim, cada um seguiu seu caminho: eu, ainda com a lembrança das mordidas, e ele, talvez com o arrependimento de quem demorou demais para confiar.
Em briga de cachorro grande, tom & jerry ficam de fora.
Não existe "inclusão" nas grandes disputas.
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