Amor Sincero e Nao Correspondido

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Celebro o teu beijo

em cada rincão

do meu corpo

eis o meu segredo.



Não sei se és

minha realidade,

no fundo sinto

que já sou

a tal chama

que em ti arde.



Sou a confiança

de uma criança

que pede por ti

para não temer

a noite escura.



Orgulho solene

de me sentir

erótica, quente

e rica como

uma divindade

por ter feito

você satisfeito

adormecer entre

os meus braços.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O quê será de ti,

eu não sei,

Mesmo que não

queira,

Lerás cada verso,

para entender

Que eu te amei.



Não me esqueci,

não resisti,

Aceitei o conselho

e a ironia de quem

dizia que voltaria

a me admirar:

virei uma mulher

Tão forte,

que agora não

Quer mais voltar;

porque de tão forte

que me tornei,

Só sei escrever

ao invés de chorar.



O quê será de ti

já não importa,

Os meus poemas

cuidarão de fazer

Por mim o quê

eu não posso:

Te tirar daqui.



Não existe beleza

na indiferença,

Ela se encontra

nos manifestos

- poéticos -

que não leste,

Nas fotos

que ignoraste;

Envenenaste

a minha crença

na tua existência,

E agradeço!

E salva de ti,

assim desse jeito,

'tu' me perdeste.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não nasci para

ser ignorada,

Não nasci

para não ser,

Nasci para

existir,

Nasci para ser

bem amada,

Fui embora

querendo ficar,

Parti para não

me perder.


O rasgo no peito,

as marcas

na pele,

são sinais vitais

da tua indiferença,

você me fez

perder tempo,

o riso e a crença,

o melhor de tudo

é que a cada vez

que escrevo

um verso,

eu te esqueço

e a dor

que sinto

dói menos

aqui dentro.


Não por lirismo,

mas por realismo,

exponho ao mundo

o meu coração

por ti destruído,

não foi restaurado,

está muito dorido,

embalando o último

poema que escrito,

foi a letra etérea

de libertação,

para eternizar

o grito da Terra

não escutado,

para eu não mais

cair na tua mão.


Como fera ferina,

você premeditou

me decepcionar

na minha data

natalícia,

no dia

devocional

de Santa Catarina,

para eu

me almadiçoar,

e esquecer

de me amar.


Não nasci

para você,

sou Verônica,

não nasci

para te carregar

na memória,

sou cigana

de partida,

rumo a terra

prometida,

nasci para

uma nova vida,

e fazer história.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sou presa de mim,

Nada me prende,

Sou feita de poesia,

Asas não criei,

Não sumi da pena,

Se ele aparecer

Para me soltar,

Nada mais sei,

sorrir ou inventar.



Dançando no abismo,

Sentimento revelado,


Alçando o estribilho,


Momento recordado.



Nada mais além

De mim e dele,

Na boca a sede:

Do beijo angélico

Que não provei,

Do abraço quente

Ainda guardado

para o amor divino.





Escrevo de mim


Para a largada,


Salto de partida,

Palavra reconhecida.





Egressa de mim,

Nada me prenderá,

Livre do passado,

Revoada do recomeço,

Nada me impedirá

De viver a toda hora,

Em todas as escalas

E de todos os planos,

Não quero mais enganos.



Alma lá da sacada,

Cabeça reerguida,

Vitória sobre o ego,

Estou amadurecida.



Nos teus olhos titânicos,

Eu vejo a cor do amor...

Inserida por anna_flavia_schmitt

No encerrar das portas

da minha juventude,

Você apagou a luz

do meu mundo,

Eu não quero saber

mais a teu respeito,

Amor você não tem,

e nunca teve por mim,

E nunca terá por ninguém.

Você acabou comigo,

da mentira você é filho,

Brincou com o destino.

de quem te queria Bem.



Não foi nenhuma vicissitude,

tudo aquilo que você sofreu,

Foi você mesmo que plantou,

e ainda de fato não colheu,

E nunca será bastante,

porque te quero distante.



Você nasceu sem caráter,

Brincou com a fé,

Você nasceu sem alma,

Zombou com a esperança,

Você nunca será respeitado,

E quando tudo der errado,

Há de se lembrar para sempre,

que não se humilha uma mulher!



Não se brinca com a fé

de ninguém e ainda mais

de quem faria tudo por você;

Você conseguiu a proeza

que eu me arrependesse

Do meu arrependimento.



Não me esqueci de nada

e nem me esquecerei,

Dos dias de silêncio,

do desprezo ao meu esforço,

da ofensa a minha beleza,

das pequenas mentiras,

da falsa promessa de união,

do filho prometido,

dos dias ruins ao teu lado

e que me adoeceram,

A memória de ti será esvaziada.



Fostes o tempo todo original:

um homem de mentira,

Na verdade é o que você é.

Valeu a pena ir a pé,

porque aonde nada vale,

Eu não posso existir.



No coração tenho um corte,

por ti enfrentaria a morte,

Você nasceu para não ser,

e nunca ter existido;

Que bom que você saiu

da minha vida e caminho,

Agradeço que tive sorte!



O último poema para você

é para te enterrar vivo,

Porque não me terás como abrigo,

e tampouco como salvo-conduto,

Quero um cavalheiro genuíno,

que se comporte como adulto,

E jamais se pareça contigo,

porque tens o aroma do lixo,

Ainda bem que descobri há tempo!

Vou ter o meu coração reconstruído,

Confesso que fui embora convicta

Da certeza que em algum lugar

do mundo não poderia negar

A minha existência e presença

para quem vale a pena amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você sabe muito bem,

que eu não quis admitir:

- Que nós somos iguais!


Você me conhece bem,

por isso não preciso falar

que você mora em mim.


Eu sei que moro em ti,

fingi não [perceber]:

para não me entregar...



Você sabe que vou além,

que escrevo com o gentil

- arrimo -

Destes teus olhos celestiais,

e eles não se apagarão jamais!



Eu vivo uma inevitável

primavera que não passa,

a minha alma te abraça.



Eis o solstício irremediável

eterna chama que não abrasa

a vontade na imensidade.


A inspiração particular,

em tons solares e florais,

só para te embriagar demais.



Você me conhece muito bem,

- ilustre cidadão do meu peito -

e devastador como ninguém.

Você venceu o próprio tempo,

viraste paixão em poemas inteiros!



Sou senhora da minha liberdade,

- proprietária do meu nariz -

e boêmia das palavras.


Além das matizes mais florais

e de todos os bons 'setembros',

Eu reconheço que estou assim

- vivendo -

A mais colossal das estações:

- A Primavera do amor demais...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sou aquela que não quis ver:

o teu olhar como um oceano,

Louco para me [ter]

morando no teu castelo,

Cortejando o mais profano.



Ninguém pode me tirar o direito

de te amar em [silêncio],

Ninguém pode nos roubar de nós:

a jura, a ternura e o compromisso.

Entraste na minha vida como magia,

pleno com este doce [feitiço...



Sou a ilustre cidadã que vaga

[nua] no teu mundo:

- A aventura impensada,

o teu esquecer das horas,

e a tua Lua na madrugada.



Ninguém pode contra nós,

juntos somos imbatíveis!

Ninguém nos [conhece],

os nossos olhares se reconhecem,

Falamos de amor olhos nos olhos.



Sou a alma insubordinada,

que apeou no teu [forte],

E tocou no teu coração.

O teu querer virou atordoado,

o teu impulso será multiplicado!



Ninguém pode me tirar de você,

e nem mesmo o [tempo;

Ninguém pode me tirar você

de dentro de mim.

Brindamos com [convencimento]

a certeza do amor ter nos encontrado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não importa o tamanho

da nossa [fantasia...,

Ela apenas nos compete;

e com ela a gente se refugia.



És tu a minha estrela

com a tua luz [invasora

da minha intimidade;

És tu deidade cósmica

de joelhos sou adoradora.



Não importa o tamanho

do nosso [desejo...,

Ele apenas é o tempero;

com ele a gente faz a receita

para embalar a sintonia.



És tu a minha embriaguez

com a tua tez [sedutora...,

Da minha infante lucidez:

és a parte mais promissora.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O seu silêncio não me engana,
E tampouco a tua ausência.
O teu peito sempre reclama,
E quer o meu por excelência.

A sua emoção pela vida,
E repleta de malícia.
A sua forte experiência,
E que deseja-me rendida.

O seu silêncio não me engana,
E tampouco menos escraviza.
O meu peito é cheio de liberdade
E sou feita de inteira [poesia].

A tua convicção de que só se vive
- uma vez -
É distante da minha razão que segue
A luz do amor e a voz do coração,
A minha vida é vivida com paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Da Missa e da virtude

não conhece nada,

Não conhece o ditado,

e nem quem escreve

Do amanhecer calado,

não conhece a metade

Deste poemário atrevido,

e não menos sagrado.



Da alma e da liberdade

não conhece nada,

Não conhece o verbo,

e nem o sabor da carne.



Do gênio cheio de mar

não conhece nada,

Não conhece nem o rimar,

e nem a alma encantada.



Da feminina doçura

não conhece nada,

Não conhece o recato,

e nem quem devota

O dia rajado de Sol,

não conhece a ternura

Deste rimário tranquilo,

e não menos apaixonado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

É melhor deixar assim

do jeito que está...,

Não tente entender,

e muito menos insistir;

Se lance apenas a sentir...,

estou pronta para reviver.



O amor é caminho a seguir

- e ao mesmo tempo -

Um doce mistério que não é,

e não nasceu para se desvendar;

E brotou para não se esquecer.



É melhor correr atrás

do caminho que conhece,

Não tenha receio:

- Sou aquela te faz feliz

Batimento cadenciado

que o teu coração sempre quis.



A paixão é estação a provar

- que além dos tempos -

É uma manifestação que é,

e está aí para comprovar:

- Que não acaba fácil...

E que o tempo não é capaz de cessar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não me basta ficar só olhando,

Necessito tocar o corpo alheio,

Sem nenhum 'tipo de freio'...



Não me basta ficar te esperando,

Preciso tocar o teu coração,

Com toda a minha emoção.



Não me basta ficar te enganando,

Desejo revelar que sempre te amei,

Todo o amor do mundo eu guardei.


Dançam os corais nos oceanos,

- O mundo dá voltas

Colocaste-me dentro de ti,

Porque na verdade eu jamais saí.



Cantam os pássaros nos montes,

- O relógio dá voltas

Coloquei-te dentro de mim,

Porque na verdade és meu bandolim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não paro de percorrer

Com os meus olhos,

Que não são mais meus,

Sim, eles são tão teus.



Não devo ir adiante

Com o meu intento,

Até ser alvorada,

Por tua mão colhida,

Não sei se sou a flor

Mais bela ou preferida.


Não paro de correr

Com as minhas letras,

Pois elas são as pernas,

Que por ti dobrarão,

Aqui elas por ti estão.


Não sou mais a mesma,

O poente dança em mim,

As nuvens são de cetim,

Eu sou violeta pequenina

No teu imenso [jardim].

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu não acredito em amores perdidos,

e sim nos amores não encontrados...,

O destino costuma pregar peças,

eu quero te colocar sob meus cuidados.



O amor nas letras poéticas do Sol

que chegará calmamente...,

No desabrochar do arrebol,

eu desejo amar-te solenemente.



Eu não acredito em amores passageiros,

e sim no amor que rompe fronteiras...,

O divino amor não passa,

ele reúne dois e formam inteiros.



O amor nas rimas eróticas do amar,

que chegará deslizando...,

Nas ondas da água do mar,

eu estarei neste barco embarcando.



O amor que não passa

e nele crê, confia e espera.

Ele virá sem dúvida,

com uma infinita argúcia,

devastador e forte,

Como as forças da Natureza,

Eu sei que ele virá,

com a profundidade dos oceanos,

E com toda a sutileza que há de ser,

e nenhuma câmera irá capturar...



O amor virá arrebatador,

- ele já está escrito

O Universo está ciente,

que o amor de verdade virá,

O meu amor que não passa,

e jamais [passará];

Como derradeiro que é, se eternizará.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não sou feita de tíbias palavras

Sim, sou feita de poesias plenas,

Não sou feita de tristes amarras.



Eu sou poesia que fica,

Sou a perfeita indecência,

Eu sou a própria malícia.



Sou feita do teu doce sorriso

Não, sou a tua fina safra..,

Sou feita do teu verso despido.



Eu sou a mulher feita de poemas,

Eu sou a tal cheia de sol...,

Eu sou toda coberta de estrelas.



Não invado, sou poesia

O meu verso é de ferro,

E o meu corpo é de fogo.



Eu sou a menina fingida,

Eu sou a mesma [mulher],

Eu sou alguém que te quer.





A minha ambição é discreta,

Não desafio, porque sou lira;

Escrevo para uma paixão secreta.



Porque eu amo, sou poesia.



Porque tenho sede, sou poesia



Porque eu te espero, sou poesia.



Não vou além, porque sou poesia...



Porque como toda a poesia: sou poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Os meus poemas sempre repletos,

- e incorretos

Não menos poemas e tão secretos,

- inteiros

Sempre tão cheios de solidão,

de mares, de lugares e de paixão,

São na totalidade uma declaração

de uma pomba que pousou na tua mão.



Eu tive que cantar, contar e escrever,

Os meus poemas se espalham por aí,

e eu bem aqui nesta tarde com luar

- mais uma vez -

ao encontro do sol beijando o mar.



Os meus dias vivem a te esperar,

Eu sou a tal orquídea a se 'abrir',

é deste jeito vivo a perfumar...,

- todos os dias -

Até você voltar (para mim).

Inserida por anna_flavia_schmitt

O teu olhar tem a cor da noite,

a tua boca tem o sabor do mel.

O teu olhar não menos meu,

é tão caro quanto [brilhante...

A tua boca é plena e saborosa

possui lábios tão extasiantes:

Conjunto que me fez flamejante.



A tua existência é concreta,

a urgência que tenho secreta:

a primavera que não passa

(...) Primavera, eterna!



O teu gingar inesquecível,

e a tua pele incrível

Em mim [permaneceram];

a poética que nem os guerreiros

e a noção de pecado não derrotarão,

Estarão nos meus versos plenos

Repletos para fazer eternos

- dois corações -

Que a distância superarão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não me roube de mim mesma,

Eu me pertenço!

Sou filha da boa franqueza...



Não me roube a paz

De construir a vida

Que eu sempre quis

Eu deixei tudo para trás.



Não me veja com outros olhos,

Eu sou como sou!

Sou poesia, sangue e sonhos...



Não me tire o tempo

De procurar o amor

Imaculado no peito

De alguém que seja

- inteiro -

E seja cheio de candor.



Não me faça como passatempo,

Eu sou dona da minha vida!

Não se faz ninguém perder tempo...



Não me venha com intenções:

Primeiras, segundas e terceiras...

Eu busco muito mais que o teu querer:

Busco o verdadeiro amor

Talvez na dimensão que você viva,

Jamais irá entender, não queira me prender!



Não é justo fazer-me de objeto,

Sou dama de fogo e ferro,

Deixe-me no meu caminho certo.



Não é legítimo e nem legal,

Arrancar a poesia lirial,

Tirar a honra do meu andor,

De andar orgulhosa

Por cultivar o jardim celeste

Que florescerá com o meu sonho de amor!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há como esquecer da vez

que eu tirei você para dançar.

Não era impossível prever

que a gente iria se [cruzar.



O amor ainda vive no olhar

como composição essencial.

Nome ainda vivo no peito

como bailarina a [sapatear.



Não há como resistir a você

que chegou de vez para ficar.

Não sei como será adiante,

e o quê fazer para te [agradar.



O amor quando chega de vez

é como o vento a refrescar

que acaricia a face

em plena noite de [luar].

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como o barco que cruzou o [oceano

as asas da pomba bateram voo,

Como o tempo que não volta atrás

as areias se foram pelos dedos,

Como o curso do açude [desviado

as flores do jardim brotaram,

Regadas pela força do destino traçado.



O corpo dele é o meu cais,

Da boca desenhada sairão

Os mais eloquentes ais...



Das poções coralinas carregadas

para à beirinha da Praia de Salinas,

Dos amores que ficaram para trás,

existe apenas um que há tempos

- espero -

De um jeito que só ele sabe que é capaz.



O sorriso dele ao Sol

É o próprio Sol

A enfeitar o arrebol...


A existência dele é celeste

criada para servir à Humanidade,

Desde que eu o conheci

nunca mais fui mulher,

mudei de endereço,

mudei até de nome:

- Hoje respondo apenas por saudade.

Inserida por anna_flavia_schmitt