Amor Sincero e Nao Correspondido
Por que te amo?
Ninguém define a força do amor
Seja ele na felicidade ou até mesmo na dor
Não se troca, não se vende
O amor é infinito e com ele se aprende
Por que te amo?
O amor é um sentimento com ele existe a troca de momentos
Momentos afetivos que com certeza não se paga
Porque o amor de verdade é dado de graça
Por que te amo?
Ao vento é semeado, se não há coragem... No coração é guardado
Só sei que nada sei... Mas o meu coração à você eu me entreguei;
Ah... O amor não tem medo da carência... O amor é tão intenso
O amor tem muita paciência
O amor é continuamente imortal, o amor tem graça é incondicional
O amor é soberano, tem esperança, é inerente e tem perseverança...
Ah... O amor têm garantias se não for dos sentimentos com certeza é divina
Eu vi o amor em carruagem de fogo
Senti ferida que não doía em cicatriz
de novo e de novo...
Mesmo descontente, não me atrevia
esperar no que acontecia!
No mais bem querer, de querer andar
para não esquecer... De que solitário estou
Viver em um contentamento no mais
longiquo amor...
Sem vontade ou querer de está preso por amor
Ou vencer com vitória sem levar o prêmio
O mesmo sem a causa de poder ter benefícios
ao teu favor!
É o amor, amor... Amor!
O amor não se parece com nada porque se é amor não pode parecer com nada... Amor não pode ser... O amor é!
Ela é uma kalopsia;
O Preço da Travessia
O amor é um convite ao abismo,
um passo no escuro onde o chão não se vê.
O medo é o muro, o cinza mecanismo,
a trava na porta que impede o "você".
É o risco de ser, por inteiro, espelho,
de dar ao outro a chave do que guardei no fundo.
É ver o castelo, por mais que ele seja belo,
correr o perigo de se tornar pó, num segundo.
Quem teme a entrega, prefere a margem,
onde a água é mansa e o sol sempre brilha.
Mas a vida se perde em tanta paisagem,
se a gente não entra na própria trilha.
Amar é ceder o controle da maré,
deixar que o outro navegue o que é meu.
E o medo que sinto, de pé, quase em fé,
é o preço que pago por ser quem sou eu.
É o medo de, enfim, ser compreendido,
e, no fim da viagem, não ser mais um perdido
Sinceramente, eu sou viciado em falar de amor, e isso aconteceu depois que te conheci. Como não falar de amor ao ver esse sorriso maravilhoso? Como não falar de amor ao ver esse olhar que fascina... Como não falar de amor estando tão perto de um infinito poço de inspirações? Impossível, assim como é impossível te ver e não te amar.
"Cuidar dos animais é um gesto de amor. O problema começa quando esse amor não se estende às pessoas. Uma sociedade verdadeiramente humana é aquela que valoriza e respeita todas as formas de vida."
Lourenco@Cris
LUTO
O amor dói.
O amor dói na vida e estraçalha o coração na morte.
Mas se não doesse, seria amor?
O bom de amar, talvez seja o fato de que a dor cruel que sentimos é a maior prova de que tudo valeu a pena!
Ao partir um ente querido, um pedaço de nós parte com ele mas é a parte de nossa alma que pertencia a essa pessoa e, se dói quando arrancada, é porque realmente, como dito acima, valeu a pena!!!
O luto talvez não seja pra nos acostumarmos com a falta de quem foi embora, mas pra nos habituarmos a viver sem o pedaço de nós que foi junto. E, sabemos, não nos pertenceu. Por isso valeu a pena!
Amar alguém é entregar parte de nós a esta pessoa e, mesmo na morte e principalmente nela, sabermos que não temos direito a esta parte que entregamos por amor.
Por amar sofremos e somente por amar, é que vivemos.
Na esquina, o coração do poeta se desfez
Quando viu seu amor partindo
Gritaram: não escreva sobre amor!
Ele respondeu: "O amor vive em mim"
Eu só quero encontrar um amor que eu não tenha necessidade de ensiná-lo a me respeitar, porque esse dispositivo já o acompanha de fábrica.
Amar não significa aceitar ser diminuída. O amor-próprio é o limite que colocamos para que ninguém destrua a nossa essência.
A vaidade contemporânea não é excesso de amor-próprio — é seu colapso. Quem precisa ser visto a todo instante não se afirma: sustenta-se por empréstimo no olhar alheio. Não há transbordamento, há carência organizada; não há centro, há eco. E, assim, a existência deixa de ser presença e torna-se performance contínua — porque, sem testemunha, já não se sabe permanecer.
O amor maduro não é fusão — é consentimento na incompletude. O outro jamais alcança a totalidade do que se é; percebe fragmentos, projeta o resto, constrói uma versão que nunca é idêntica ao sujeito que supõe conhecer. A transferência, no sentido clínico mais amplo, atravessa toda relação afetiva: amamos sempre, em alguma medida, alguém que também é nosso construto. Permanecer não é ingenuidade — é a escolha de sustentar o vínculo mesmo sob a inevitável distorção perceptiva. Porque o amor não é ser plenamente compreendido: é consentir em ser amado de modo incompleto, e descobrir que essa incompletude, de algum modo, ainda sustenta.
O amor-próprio genuíno não tem estrutura narcísica — tem estrutura de luto. É o processo árduo de descer ao que foi negado: as partes cindidas, as representações de si rejeitadas, as feridas que o ego preferiu encapsular a integrar. Não se trata de buscar perfeição, que é formação reativa; trata-se de integração — recolher os fragmentos com lucidez suficiente para suportá-los sem os romantizar nem os negar. Quando esse trabalho avança, emerge o que a clínica reconhece como capacidade de estar consigo: a aptidão de olhar para o próprio interior com verdade e, mesmo assim, não fugir — não por resignação, mas por reconhecimento de que aquilo que se é, ainda que incompleto, ainda que ferido, merece permanecer.
Aprendi que não se deve recusar presentes. Sou grata e recebo com amor o que Deus me dá com a missão de cuidar e fazer o meu melhor.
Meu amor, escuta a voz do coração. Não perca o que temos. Podemos resolver. Nunca é tarde. Deixa o orgulho de lado. Vem e escreve pra eu te entender.
