Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade
Enquanto alguns atacam o Papa, ele próprio viaja o mundo propagando palavras de amor, tentando com a sua humildade pessoal, que se tenha paz entre as nações.
Época de Natal, momento de paz, amor e esperança, momento mágico que envolve a todos, o adulto e principalmente a criança... Digo isto pelo simples fato, pois esta data mexe com os nossos melhores sentimentos, atingindo qualquer idade... Alguns desavisados insistem na tese de que nesta época, as pessoas se mostram em sua falsidade, mas discordo veementemente, pois prefiro acreditar que todos se voltam para si mesmos, olhando bem no fundo de sua própria essência, fazendo uma limpeza da própria mente... É a bondade de cada um se fazendo presente, a vontade de fazer o bem a toda gente, querer abraçar o irmão e ajudar o indigente, o que demonstra que ainda há esperança, que há em cada um de nós algo diferente... É o amor de Cristo que mais uma vez nasce em nosso íntimo, mostrando quem somos realmente. FELIZ NATAL!
Mas Carlos queria realmente saber se, no fundo, eram mais felizes esses que se dirigiam só pela razão, não se desviando nunca dela, torturando-se para se manter na sua linha inflexível, secos hirtos, lógicos, sem emoção até o fim…
Carlos, que falta fazes aqui! Que saudade eles têm de ti, com teus contos sobre os colibris. E que nostálgico é relembrar o que tu fizestes aqui. Desculpe o meu egoísmo, de hoje não te deixar ir.
Carlos meu amigo, eu sempre te lembrarei! Nos mesmos desencantos, que trazem em teus versos encantos, nos prantos que eu beberei.
POR AÌ (Autor: Carlos Henrique R. de Oliveira)
Fale que fui andar por aí
para espairecer a mente
sonhar caminhando
em silencio, com a mente a pensar.
Sentar em algum bar
as vezes é preciso
ou em qualquer lugar
com corpo presente e o pensamento vagar.
Vou por aí
onde o redor não vejo,
e é dentro de mim o enxergar
por aí a pensar.
Depois vou pra casa
e termino esta conversa ao deitar
até pegar no sono e encerrar
um dialogo comigo mesmo
em particular.
Enfrentar as tempestades
Nas esquinas, onde a coragem se faz presente, para que possamos enfrentar todas as tempestades, sejam com
trovões, ou não...
Temos, então, a capacidade de nos reerguermos
e enfrentarmos as arestas da vida com toda a intrepidez, que, a nós, é doada...
esquinas, onde a coragem se faz presente, para que
possamos enfrentar todas as tempestades, sejam com
trovões, ou não...
Temos, então, a capacidade de nos reerguermos
e enfrentarmos as arestas da vida com toda a intrepidez, que, a nós, é doada...
Marilina Baccarat de Almeida Leão, escritora brasileira, no livro
"Vértices do Tempo"
Serviço de quarto 24 horas: isto geralmente se refere ao tempo que o sanduíche leva para chegar ao apartamento.
Existem defeitos que são uma protecção contra alguns vícios epidérmicos, do mesmo modo que, em tempo de peste, os doentes de febre quartã escapam ao contágio.
