Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade

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Quanto menos tempo tenho para praticar as coisas, menos curiosidade sinto em aprendê-las.

Marchando no tempo,
antes de tudo e após tudo,
soberbo, o silêncio.

Você tem todos os motivos para não amar e apenas um que justifica todo o amor.

Amor... pois de amor andamos todos precisados! Em dose tal que nos alegre, nos reumanize, nos corrija, nos dê paciência e esperança, força, capacidade de entender, perdoar, ir para frente...

-O Amor não trai nunca, o amor é sincero, infinito e sem culpa.

Amor-próprio

Ao contrário do amor,
o amor-próprio não acaba nunca.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por portalraizes

Amor

Entre um e outro amor,
é aconselhável um pouco de respiração.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por portalraizes

museu da inconfidência

São palavras no chão
e memória nos autos.
As casas inda restam,
os amores, mais não.

E restam poucas roupas,
sobrepeliz de pároco,
a vara de um juiz,
anjos, púrpuras, ecos.

Macia flor de olvido,
sem aroma governas
o tempo ingovernável.
Muros pranteiam. Só.

Toda história é remorso.

Carlos Drummond de Andrade
Antologia poética. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
Inserida por Doug83

O amor antigo vive de si mesmo, não de cultivo alheio ou de presença. Nada exige nem pede. Nada espera, mas do destino vão nega a sentença. O amor antigo tem raízes fundas, feitas de sofrimento e de beleza...

Inserida por AbdaGulart

⁠Amar é privilégio de maduros. (...) Amor começa tarde.

Carlos Drummond de Andrade

Nota: Trechos da composição Amor e seu tempo.

Inserida por MarcioAAC

O amor ensina igualmente a ferir e a ser ferido.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por pensador

Amar sem inquietação é amar sem amor.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por pensador

O amor dinamita a ponte e manda o amante passar.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por pensador

Os temperamentos ávidos de guerrear sofrem com a paz e distraem-se no amor.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por pensador

Cartas de amor: imitação nem sempre feliz da linguagem real do amor.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por pensador

O amor é mais que tudo isso, é um olhar penetrante nos olhos cheios de emoção.

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

Enquanto alguns atacam o Papa, ele próprio viaja o mundo propagando palavras de amor, tentando com a sua humildade pessoal, que se tenha paz entre as nações.

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

Época de Natal, momento de paz, amor e esperança, momento mágico que envolve a todos, o adulto e principalmente a criança... Digo isto pelo simples fato, pois esta data mexe com os nossos melhores sentimentos, atingindo qualquer idade... Alguns desavisados insistem na tese de que nesta época, as pessoas se mostram em sua falsidade, mas discordo veementemente, pois prefiro acreditar que todos se voltam para si mesmos, olhando bem no fundo de sua própria essência, fazendo uma limpeza da própria mente... É a bondade de cada um se fazendo presente, a vontade de fazer o bem a toda gente, querer abraçar o irmão e ajudar o indigente, o que demonstra que ainda há esperança, que há em cada um de nós algo diferente... É o amor de Cristo que mais uma vez nasce em nosso íntimo, mostrando quem somos realmente. FELIZ NATAL!

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

Enfrentar as tempestades
Nas esquinas, onde a coragem se faz presente, para que possamos enfrentar todas as tempestades, sejam com
trovões, ou não...
Temos, então, a capacidade de nos reerguermos
e enfrentarmos as arestas da vida com toda a intrepidez, que, a nós, é doada...
esquinas, onde a coragem se faz presente, para que
possamos enfrentar todas as tempestades, sejam com
trovões, ou não...
Temos, então, a capacidade de nos reerguermos
e enfrentarmos as arestas da vida com toda a intrepidez, que, a nós, é doada...
Marilina Baccarat de Almeida Leão, escritora brasileira, no livro
"Vértices do Tempo"

Inserida por MarilinaBaccarat

Depois de algum tempo, eu não fazia as coisas porque não queria que ele pensasse em mim de uma forma diferente. Mas o caso é que eu não estava sendo sincera. Então, por que eu me preocuparia se ele me amava ou não, se não me conhecia de verdade?