Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Amar pela metade é coisa de quem nunca se olhou no espelho. Quem some, esfria e finge desinteresse acha que é mistério… Mas é só carência mal disfarçada. Amor de verdade não se esconde, não joga, não se economiza. O desinteresse? Um nojo travestido de autocontrole.Se for para amar sem entrega, faz um favor: nem chegue perto. Porque intensidade não é para amadores.
Solteiro, sim. Sozinho, nunca. Estou completo demais pra aceitar metades. Minha paz vale mais do que qualquer presença que não some. Se for pra dividir a vida, que seja com alguém que transborde porque do resto, eu mesmo dou conta.
Teve um tempo em que eu me perdi…
tentando caber onde nunca fui bem-vindo.
Me doei esperando migalhas…
e confundi amor com resistência à dor.
Mas o tempo me ensinou…
que amor de verdade não pesa.
Que presença não se implora…
e que quem quer, prova.
Hoje, eu não insisto mais onde falta entrega.
Não me diminuo pra caber.
Não imploro pra ficar.
Se quiser estar ao meu lado…
que seja pra somar.
Porque depois que a gente se encontra…
entende que metade… nunca mais será suficiente.
Alguns quebram e nunca voltam. Eu quebrei... e me tornei inquebrável. No fim, entendi: a queda não é fracasso. E convite. Pra levantar mais forte do que antes.
É inacreditável como ainda romantizam o retorno de quem nunca ficou de verdade. Como se fosse possível apagar o passado e construir algo sólido a partir de palavras vazias e promessas quebradas. Amor verdadeiro não se baseia em idas e vindas, não é um jogo de conveniência. Não sou uma opção, sou a escolha. E quem não me escolhe com a intensidade que mereço, me perde. O amor não tem espaço para dúvidas ou migalhas. Ele exige presença, entrega, certeza. Quem não me faz prioridade não tem direito a voltar, não importa o quanto tente. Eu sou tudo ou nada, não existe meio-termo quando se trata de algo tão precioso. O que é verdadeiro não se perde, se faz presente, de corpo e alma, a cada gesto, a cada olhar. Se não for assim, se não houver entrega genuína, que fique a ausência, porque já é tarde demais para tentar me reconquistar. O tempo, esse, sim, não volta.
Amar alguém tóxico é como regar uma planta de plástico: você se doa, se cansa… mas nunca vê florescer.
Amar alguém tóxico é como tentar dar vida ao que nunca teve alma. Você se doa inteiro, se quebra em silêncio… até perceber que lutava sozinho por dois. É exaustão travestida de amor. É assustador como o coração insiste em amar até o último suspiro, mesmo quando tudo ao redor grita por socorro. Amar alguém tóxico é um veneno lento. Você se entrega, se parte, se esgota… e só depois percebe que amor nunca foi aquilo. Era apego, ilusão, esperança solitária. É amor? Não. São autossabotagens como nome errado.
"O orgulho lhe impede de dar o primeiro passo, fazendo com que você nunca saiba se aquilo dará certo.
Erros sempre existirão, injustiças acontecerão , aflições serão recorrentes, mas o senhor nunca te abandonará.
"Está cada vez mais difícil perceber os humanos, querem a verdade mas nunca estão prontos p'ra ela, querem à liberdade mas não sabem lidar com ela, lhes libertas aqui amanhã já estão presos em uma outra cela, passamos a maior parte do tempo fingindo sermos fortes, sem ao menos tentarmos em sermos fortes, conquistamos o amor e depois não sabemos o que fazer com ele, nos tornamos frios com os conhecidos para sermos quentes com os desconhecidos, cultivamos nada e ficamos na ignorância de colher algo, enquanto desdenhamos que ao menos tem um campo mas não faz o uso"
Inevitáveis aqueles momentos de reflexão: segundos feitos pra quem sabe que desistir nunca foi uma opção.
Quem nunca escreveu uma bela historia, não compreende a loucura do escritor. Mas quem já leu uma bela história faz da loucura do escritor uma mente brilhante.
