Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Nunca case com alguém que não te escreva uma poesia,
Nunca case com alguém que escreve sem uma lágrima derramar.
Saiba que foi pouco perto do que você já teve,
Se um dia se cansar de procurar, de querer, de sonhar.
Se um dia se cansar até mesmo de você,
E não quiser nada disso, nem mesmo um olhar,
Estarei aqui, pronto para escrever mil e uma poesias,
Só me dê um caderno, uma caneta e teu abraço.
Mas um abraço que fique, que não vá embora,
Um abraço que seja lar, refúgio, abrigo,
Que dure além do tempo.
Que me faça sentir que, no fim, estou com você
Se um dia sentir saudade, desejo, vontade de voltar,
Lembre-se que meus versos sempre te esperam,
Que meu coração bate por você sem nada esperar
E que no meu abraço, sempre vai encontrar o seu lar
**Nunca Case Com Alguém**
*(Verso 1)*
Nunca case com alguém
Que não te escreva uma poesia.
Nunca case com alguém
Que não derrame uma lágrima.
Saiba que foi tão pouco
Perto do que você já teve,
Se um dia se cansar de sonhar,
De querer e procurar.
*(Verso 2)*
Se um dia se cansar de você,
E nem um olhar desejar,
Estarei aqui, pronto a escrever,
Mil e uma poesias, sem parar.
*(Refrão)*
Mas um abraço que fique,
Que não vá embora,
Um abraço que seja lar,
Refúgio, abrigo, até o fim.
*(Verso 3)*
Se sentir saudade, vontade de voltar,
Lembre-se que meus versos te esperam,
Meu coração bate por você,
Sem nada mais esperar.
*(Refrão)*
Mas um abraço que fique,
Que não vá embora,
Um abraço que seja lar,
Refúgio, abrigo, até o fim.
*(Ponte)*
Não deixe que o mundo
Apague essa chama,
O amor é feito de versos,
De cada drama.
*(Refrão)*
Mas um abraço que fique,
Que não vá embora,
Um abraço que seja lar,
Refúgio, abrigo, até o fim.
*(Coda)*
Se um dia sentir saudade,
Desejo de voltar,
Lembre-se que no meu abraço,
Sempre vai encontrar o seu lar.
O combate à corrupção em África é igual a uma mulher grávida, que cansada da gestação, jura nunca mais voltar a engravidar, mas, após ter o bebê, em pouco tempo volta à engravidar.
Os pés que trilham os caminhos da bondade, nunca serão alvejados pela peste lançada pelos cavaleiros das trevas.
As trevas nunca nos irão sufocar, ainda que a luz da eternidade não se acenda durante a nossa caminhada pela vida.
O perigo de amar e proteger, está em viver na pele de quem amamos sem nunca percebermos o sentido e o alcance dos sentimentos sólidos de quem protegemos.
Por melhor que sejamos nunca seremos suficientemente capazes de obter reconhecimento aos olhos dos humanos.
Não renunciamos a nossa existência, com medo de nunca mais voltarmos a conhecer o mundo tal como ele nos parece ser hoje.
O tempo passa sobre os nossos sonhos, sobre os nossos desejos e anseios, mas, nunca nos torna capazes de desvender o mistério que existe entre o nosso eu espiritual e o nosso eu humano-material.
O mundo que se fecha em nós, nunca esteve aberto nas nossas cabeças, pois, somos a realidade do mundo que exteriorizamos e que todas as outras pessoas pouco ou nada conhecem.
Por muitos bens materiais que tenhamos na vida, nunca seremos plenamente felizes, pois, se por um lado, alguns se aproximarão de nós por interesse, outros se afastarão de nós por ódio, por acharem que não somos merecedores do que possuímos.
As políticas reactivas, nunca foram eficazes, nem capazes de resolver os problemas de uma Nação, pois, uma Nação que se quer próspera tem de ter e conceber políticas proactivas e exequíveis.
Mesmo que quiséssemos saber mais de nós, nunca seria possível percebermos o quanto nos oprimimos, por pensar que a nossa felicidade é completada por alguém.
Por mais que busquemos entender o mundo, nunca encontremos uma explicação cabal que nos leve a perceber em concreto o motivo da nossa real existência.
A lógica alcançada pelo nosso pensamento acerca do mundo, nunca será suficiente para entendermos os fenômenos que abalam a natureza humana.
Somos donos da nossa própria vida enquanto detemos a possibilidade de respiramos, mas, a vida nunca nos pertencerá em pleno.
A minha pátria nunca se vergará a vontade inconfessa dos oportunistas, por isso, hoje, ao completar o seu quadragésimo quinto aniversário desde que nos tornamos independentes, nos transformou em jóias preciosas para África e para o mundo.
Podemos contar inverdades a nossa dignidade, mas, nunca nos convenceremos que somos seres infinitos.
