Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Amo a liberdade. E vagueio entre os extremos. Falo doce e falo amargo. Falo do jeito que escrevo. Letras sou.
Uma das diferenças entre os seres humanos e os outros animais está na capacidade humana de teorizar.
Por que séra que ferimos o coração,
Entre brigas entre intrigas a vida
anda e chora.
Ao andar num estrada a vida é como uma caminhada.
Então a sociedade começa a banalizar tudo. Tudo começa a se perder entre as falsas palavras e as verdadeiras somem. Procuramos um lugar para se apoiar, e nossa própria opinião passa a ser confundida e banalizada também. Somos banalizados, e sofremos. As pessoas nos julgam falsamente, descaradamente. E nem se quer percebem que os pensamentos são fácil confundidos hoje em dia. Às vezes somos banais e isso não é real. E às vezes somos originais, mas só os outros que não percebem.
Entre esperanças você vai vivendo, e um dia você acorda e abre os olhos para os fatos. Enxerga todos os esforços, as críticas, os sentimentos, as lágrimas… E você pensa que muita coisa foi em vão, a questão é que nada é em vão, e todo o sofrimento por mais que demore é recompensado, encare isso como algo a mais que você aprendeu. Eu aprendi que dar valor a quem não me dá não me leva a lugar nenhum, aprendi a dar valor aos conselhos. Cheguei à conclusão de que nossa vida deveria ser em duas etapas, a primeira vez deveríamos ir crescendo e aprendendo, para da segunda vez voltarmos no tempo e jovens de aparência usarmos a experiência de uma pessoa de mais idade, porque infelizmente quando aprendemos pelo menos quase tudo que se deve saber, já não temos tempo para colocar tudo isso em prática. Aprendi que ser pessimista também não leva a lugar nenhum, que se deixar vencer por pouco não é bom para você e nem para as pessoas que estão ao seu redor, às vezes não parece, mas elas sofrem com você. De talvez em talvez, esperança em esperança, você vai pensando e botando em prática suas decisões, e depois de uma dura queda vai recuperando sua autoconfiança. Sou jovem, sim, mas já aprendi que são coisas que vão se aprendendo com o passar do tempo.
Quando o individuo pratica a VIRTUDE, demonstra EQUILIBRIO (está no meio, entre o excesso ou a falta, do que chamamos de vicio), ganha ele, a comunidade e ambos são felizes.
“ Entre a Genialidade e o Dom”.
A Genialidade é a capacidade de um ser humano, de se destacar entre as pessoas em uma determinada função;
A Genialidade sempre se aprimora com esforço a cada dia;
O Dom é algo próximo da Genialidade, mas tal como ele, não há, ele é divino;
O Dom vem de Deus e a Genialidade vem do homem;
Se tivesse chance de escolher entre a genialidade e o Dom;
Escolheria certamente o Dom;
Porque sei, que serei guiado por Deus;
Pois pela Genialidade serei guiado pelos homens;
E no Dom sou aprimorado por Deus;
A lógica da vida está entre números e letras. O demonimador comum que buscamos cada dia com a comunicação ortográfica correta; A equação interrogativa, que uma frase resolve; Uma dizima periódica, vivida de duvidas e amores.
Somos números, somos letras, somos um conjunto só!
Que cada um, leva um pouco de nós em cada dia …
Porque você não me diz logo que me quer,entre por essa porta,agora,diga que me quer que sempre me quiz e seremos felizes.
As vezes escrevo pra esquecer...
Estranhamente, esquecer de tudo que entre poucas linhas sempre deixo registrando.
como se assim me libertasse de mim mesma, e desse vida aos meus pensamentos,
me permitindo ouvi-los, sempre que preciso falar.
os colocando diante mim como um filme que passa sem cortes,
para que eu possa ver detalhadamente todos os meus erros.
e quem sabe, em uma nova oportunidade eu possa acertar.
é uma forma de me ver, interiormente, e não simplesmente
como a imagem que costumo ver no espelho, que reflete um
rosto muitas vezes de olhar triste, e um sorriso meio sem jeito
quase que tentando se esconder...
são nessas pequenas fugas que me encontro
e entre essas simples palavras me reconheço.
e se ainda assim, eu não me entendo, ao menos com isso
aprendo um pouco mais de mim.
mesmo sabendo que posso levar uma vida inteira
sem que me conheça por completo...
A menor distância entre dois pontos é a menor distância; já o melhor caminho entre eles, é o de cada um.
Sabemos que somos adolescentes quando, deixamos a amizade entre homem e mulher, virar um instinto carnal.
A diferença entre eu e você é que, eu tenho sentimentos e coração, você pelo que aparenta, não parece ter nada, a não ser raiva e orgulho.
Quem sou eu em meio a multidão?..."Sou a diferença entre rostos e passos apressados que, envoltos a correria do dia-a-dia passam muitas vezes desapercebidos e gritando: -OLHA PRA MIM!"
NINGUEM
Ela anda entre a multidão despercebida
Salve-a
Algo a faz caminhar entre nos,tão bela,mais que beleza se vê nisso???!!
Esta sentada em uma mesa de bar,faça companhia a ela,mais não diga nada,apenas a observe...
-Era macabro mais hipnotisante a forma como ela mordiscava o canudo antes de puxa a bebida para seus lábios,apenas um brilho em sua boca,olhos fixados no movimento circular que fazia com o gelo-“Em que estaria pensando?”-mais não quis interrompe-la,não no seu ritual,acho que nunca se importou com quem se sentava a mesa com ela,afinal que coisa pra se fazer não é mesmo.
-O copo encontrava-se vazio,agora tavez fosse a hora para ela me notar,mais não,me surpreendi com uma gargalhada e era dela,ria descaradamente e bem alto.
-“Não foi perda de tempo,apenas ganhei experiência.” Dizia ela...eu não entendia e então pela primeira vez dentre tantas outras que eu ficava a observar,apaguei meu cigarro e perguntei sem exitaçoes:”O que você disse,eu não entendi?” e com um olhar carregado de ódio ela me encarou,não disse nada apenas encarou e se retirou.Pensava que aquela fora a ultima vez que eu realmente tinha a chance de ter a companhia dela e estraguei tudo por abrir minha boca.
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DO OUTRO LADO DA CIDADE
Correndo na chuva como sempre,estava indo pra casa,gargalhava como louco pela rua e nem ela sabia o porque,entro em seu apartamento e na mesma volúpia se desfez das roupas molhadas,cabelo molhado e grudado em sua pele;não tinha animais,morava sozinha,aprendeu desde cedo a companhia de seu quarto escuro,pois ela dizia que la so poderia habitar um único demônio “NINGUEM”.
Preparou minuciosamente seu banho,tudo o que fazia parecia um ritual,ascendeu quatro velas e pos uma em cada lado de sua banheira,preparou uma banho quente com canela em pó.Em frente ao espelho despia o que restou de sua roupa intima,ficava a se observar,os anos realmente não aparentavam passar para ela,entrou na banheira e submergiu seu corpo todo,ficava a olhar o teto por debaixo da água,esquecia o tempo,pessoas,todas as coisas que não faziam parte de sua mente e seu gosto,mas também ficou a pensar no rapaz que havia lhe feito companhia no bar,afinal ninguém gostava dela naquele lugar,talvez fosse suas roupas ou até mesmo maquiagem,ou até mesmo nenhuma das duas opções.
Passava horas a ler livros sobre Magia,Vampirismo,Tantra,Necromancia,era tanta coisa que so ela saia se achar neste mundo regado à pesquisas e vinho tinto suave.
Amanhecia e ela odiava a luz que batia diretamente em seu rosto,mais um dia querida Marrie,ia para o trabalho sua carga horária era de 11 horas de segunda à sexta e 7 horas fim de semana,seu salário era convertido em livros quando não em bebidas e utencilios pessoais.No auge de seus 20 anos tinha um gosto bem apurado mais que variava a cada dia;escutava o que pudesse guia-la no pensamento,sempre tão bem maquiada.
"Eu sou aquele que viveu no inferno, que morreu na própria agonia, que anda por entre todos, que respira, mas não sente nada, as lagrimas não lhe merecem mais os olhos, coração apenas bate por bater, se vivo não sei, medo de morrer não tenho, por que apenas os mortos não morreram"...
Começo já me perdoando pela repetição de palavras, mas é que entre essa história, rodou o tudo em uma coisa só. O amor, o olhar.
Foi um romance aparentemente eterno. Um amor jamais imaginado, na cabeça dela. Na dele confesso que não sei, mas o seu olhar dizia por qualquer palavra.
Eduarda era daquelas meninas desapaixonadas, que não gostava do amor, fazia de tudo um pouco para dizer que não amava a ninguém.
Gustavo era daqueles de rosas, poemas e romantismo. Só faltava realmente a coragem.
Eduarda sonhou com ele, Gustavo já pensava nela. No outro dia, quando ela o notou, lembrou do sonho… Que eles diziam que iam ficar juntos. Na mesma hora ela se apaixonou por aquele novo amor. Mas dessa vez – como sempre – maior do que todos.
Eram pensamentos da parte de Eduarda, musicas, coisas que ela escrevia sem parar…
Não sei de fato se foi uma forma dela encontrar uma razão para a vida criar uma felicidade, ou foi realmente algo inexplicável.
Só sei que ela não parava de pensar nele um minuto sequer, e ele sempre vinha em seus sonhos dizer tudo o que ela sonhava.
Todos os dias, o momento mais feliz era aquele em que eles se viam, e em que seus olhinhos brilhavam e o sorriso no cantinho da boca aparecia.
O encontro aconteceu, mas nada aconteceu. Mas ficaram esperanças altas no ar, iria acontecer algo.
E nesse lenga-lenga, passou-se um ano. Quando chegou o tal 2010, Eduarda estava cheia de esperanças, cheia de amor. Mas ai é que tá, o ano chegou levando tudo… Até os sentimentos. E a partir do momento que eles se conheceram, o amor saiu por ai… Vagando pelas ruas do Recife. O problema de Eduarda era que a partir do momento que ela conhecia a pessoa, ela via que não existia aquela perfeição toda. E mesmo dizendo amar o imperfeito, no fundo… Aquela doçura do romantismo que sim existia nela falava mais alto. Já Gustavo, se mostrou uma pessoa fria por fora, mas Eduarda sabia muito bem que ele não era nada disso. Ela via em seus olhos. E Gustavo também sabia muito de Eduarda, sabia que ela não era nada disso aparentemente mostrado.
Acabou. Não existe nada mais triste do que um amor assim acabar. E acabar do nada, da mesma forma que começou. Os olhares não mais se encontram não se tem a melodia das notas iguais. Nada, o tudo virou nada.
Agora Eduarda voltou a ser aquela desapaixona de sempre, nunca mais gostara de alguém. Ela dizia que tinha descoberto o amor verdadeiro, e agora seria difícil de interessar por alguém, nada se comparava… Mesmo sem mais sentir.
Já Gustavo continuava com sua capa por fora. E foi embora, longe dela… Para nunca mais voltar.
