Amor entre Pessoas que Nunca se Viram

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Cá estou eu... Entre uma cachimbada e outra, entre uma correção de livro de inglês e outro, entre um escorregão ortográfico e outro, entre uma trilogia de livros e outros, entre um saboroso copo de vinho tinto e outro, entre frases de William Shakespeare e outros, entre a cruz e a espada de Saint James e outro.. entre filmes de 007 e outros.. entre a juventude e a velhice.. preso às lembranças dos anos de 1980,entre a filosofia & teologia, vou vivendo em verso e prosa os meus tenebrosos dias numa sociedade de "poetas mortos"... entre o amor e o ódio e as decepções do dia a dia.. no mito da minha caverna de Platão, na minha paixão platônica eu vou narrando o meu cotidiano cinzento e filosófico na presença do ocaso e na aurora boreal da minha alma, faço minha as palavras de Robin William em A SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS: Carpen Die - "aproveite o dia"
(Texto de minha autoria)

Inserida por joseaquino777

A singular discrepância entre a criança e o adulto é a idade

Inserida por G48R13L

O respeito entre o casal estabelece-os.
A humildade consolida-os!

Inserida por VisaoConnect

Existe uma sabedoria oculta na loucura; conhecimento dado a quem transita entre os dois mundos, sem ser detido pelo julgo alheio.

Inserida por ElizaSchierWendler

A diferença entre o sábio e o ignorante é que o sábio tem dúvidas, o ignorante, certezas...

ENTRE O REAL E O SONHO

Ela anda pelas calçadas centenárias
devagar, lentamente, admirando os detalhes que tem cada prédio,cada canto, cada pedaço que lhe rodeia.
Ela sente no ar um quê de solidão, de saudade
É um sentimento que penetra pelos poros, se faz sentir
em seu olhar carregado de devaneio...
Ela anda pelas ruas e parece fora do tempo, está longe do agora...
Há um quê de sonho...
Aqueles paredões de pedras, os mirantes, os nomes de ruas, as escadarias, os becos e o ar de passado tão presente...
A língua que ela fala para si mesmo, em brincadeira, tem sotaque carregado do português falado em sua terra de origem, Portugal...
Ah "última flor do lácio", como és bela! Pensa em seu sonho que vê bem perto de si o poeta Camões...
Ela vai seguindo...
Rua do Sol, Praça João Lisboa, Rua de Nazaré, passando pela
Praça Benedito Leite, indo, indo, passando pelo Palácio dos Leões, chegando a Beira -Mar, Praia Grande, voltando pela Rua de Portugal, entrando e saindo por aquelas ruas onde o passado parece tão presente que não se sabe se estamos neste século ou em trezentos ou mesmo quatrocentos anos antes...
Ela ama esta cidade, não se pode negar...
Ela, se pudesse,se transportaria para o passado, e tentaria conhecer o Daniel de La Touche, mas também amaria ver e falar com Alexandre de Moura... Iria ver com certeza e adorar, os índios daquela época.
Ela continua andando, devagar, seu olhar cheio de luz do que passou...
O sol a pino, bate em seu rosto e ela se vê no tempo presente, mas o ar impregnado de saudades do que ela não viveu mas tão real como se a cidade lhe tivesse passado toda a sua história como sendo seu...
(10/06/2017)
Raimunda Lucinda Martins

Inserida por nelremar

O inimigo mais perigoso da verdade e da liberdade, entre nós, é a enorme e silenciosa maioria do meus concidadãos. Essa massa amorfa. É ela! Sim, agora já o sabem".
(Dr. Stockmann, o médico)

(Um inimigo do povo)

Inserida por Filigranas

Pequenas coisas, minam sentimentos, vontades, desejos entre outras. Por isso aconteça o que acontecer, amanhã eu recomeço como se nada tivesse acontecido e só tomo providência qdo se torna algo frequente, do contrário nem vale a pena registrar.

Inserida por zukawaguchi

Felicidade são pequenos momentos entre uma decepção e outra !

Inserida por -DenerP

A maior semelhança entre sábios e tolos, é que ambos são conhecidos pelo que falam.

Inserida por onirruan

Entre o nascimento e a morte acontece o maior espetáculo já visto: vida.

Inserida por ednafrigato

Entre a razão é a emoção ele escolheu viver sem sentimentos...

Inserida por Apenas1Rabisco

Madrugadas recheadas de silêncio, com um amargo gosto na boca, uma ânsia que transita entre a gargante e o estômago ressaltando o vazio interior.
A tristeza interminável na falta de algo que jamais poderá ser preenchido. É como um parto psicológico onde a criança teima em não sair, o médico não virá, e à mãe, sozinha em meio a um mar de sangue só cabe esperar o fim da dor que parece infinita.
O ponteiro do relógio em uma dança sádica parece caminhar no sentido inverso fazendo o tempo esticar-se num fragmento infinito e torturante de hora.
Como um mendigo, nú, segurando apenas um pedaço de cobertor caminho ao banheiro em busca de um medicamento capaz de sanar a dor que não é física, tomo um dois tantos quantos necessário for na espareça de uma reação curativa, proporcionar o sono profundo capaz de permitir chegar ao fim desta madrugada eterna que se tornou minha vida.
Deito me novamente na cama, agora gelada, olhando para televisão como única companheira que dá aos meus ouvidos vozes na esperança de sentir a presença de alguém, para quando os remédios fazerem seus efeitos eu poder repousar com a sensação de que qualquer pessoa velará pelo meu sono quando ele chegar.
Meu corpo mesquinho me faz levantar de forma súbita, e de joelhos no chão abraçado a privada vomito cada analgésico em meio a restos de um lanche que comi horas atrás. A dor permanecer, o tempo parece voltar, agora em meio a uma ressaca moral e um gosto amago. Escovo os dentes mas nada parece capaz de eliminar este gosto, este maldito gosto...
Abro o chuveiro, tomo um banho, mais um, o terceiro nas ultimas duas horas. De olhos fechado permito que a fria acaricie meu corpo, sim, a água mesmo fria é capaz de me abraçar e me fazer sentir acompanhado só mais uma vez.
Nada funciona, o tempo continua a sufoca-me, se pelo menos esse sufocar fosse capaz de me fazer repousar, mas não ele não é físico. Até me passa pela cabeça em utilizar de uma corda qualquer para tornar real e externo o nó presente na garganta, e assim novamente me entregar a um sono eterno que insiste em não chegar nunca.
Olho no celular em busca de mais uma vez ter uma única mensagem de alguém a perguntar se estou bem. Alguém seja quem for, apenas um alguém dentre aqueles todos que um dia confiaram a mim suas dores, porém caíram no esquecimento quando elas passaram. Nada, nem ninguém aparece.
E de todas as eternidades que busquei, a amor, a felicidade, a paz interior, um Deus e ate mesmo a morte, de todas estas a única que insiste em permanecer é a eterna dor de estar vivo em uma madruga solitária e funesta que nunca mais acabou!

Inserida por CleversonModesto

A paixão é uma linha tênue entre o desespero e a loucura

Inserida por ronaldo2718

O socialismo conjecturou a igualdade social entre os homens, más esqueceu de um pequeno detalhe: o homem é também um animal, a única diferença é que ele tem a capacidade de pensar.

Inserida por ronaldo2718

A diferença entre saudade e perda só descobrimos realmente quando morre alguém que amamos .

Existe uma grande diferença entre estar presente e estar se manifestando.

Inserida por matheustrindade

a felicidade são gotas por entre a chuva

Inserida por bruno1011

a felicidade são gotas por entre a chuva

Inserida por bruno1011

a felicidade são gotas por entre a chuva

Inserida por bruno1011