Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
... e quantos,
entre os homens,
são capazes de observar?
E, entre os que sabem, quantos
são capazes de envergar a simesmos,
se cada homem representa para si
o mais distante dos
seres?
... a quem
desconheça o valor
do afeto, que ao menos se aplique à respeitabilidade entre afins - do contrário,
pouco ou nada terá a oferecer
a si, aos outros e tampouco
à vida!
... e quantos,
entre os homens, os que sinceros,
verdadeiros, sabem observar?
E, entre aqueles que sabem, quantos
são capazes de perceber a si mesmos -
quando cada homem é, para si,
o mais complexo dos
seres!
Estava durante
entre os passos
da consagração
dos advogados
ali em Mérida,
Tu não me viste
Porque eu
era a oração.
Não sei se ela
quis ir por
vontade própria,
Se está presa,
sequestrada
ou se
a levaram
sugestionada,... Não me importa
o motivo:
me tragam
a Anabel
de volta até
se ela se
trata de mais
uma mentirosa;
Mas me tragam
essa moça
sã e salva,
Porque a Mãe
está sentindo
muita falta.
Te peço uma
Missa e um Culto
aos militares e civis
uma vez semana
até o final da pena,
a sua compreensão
e a sua paciência
para que se varra
toda a truculência.
Tudo faz lembrar
do General preso
injustamente,
Mesmo aquilo
que não tem
a ver com ele
ou que não faz
nenhum sentido:
Ele que não tem
acesso a Bíblia,
Não pode ler
nenhum livro
E foi posto na
redoma
de vidro,...
Sinto
tanto
o tempo todo,
que isso tudo
até parece que
aconteceu comigo.
Entre os peixes coloridos
e os corais acroporas
coloquei a prece, o enigma,
a rota e a amorosa
poesia para que a minha
mão alcance a sua
e tudo o quê o amor nos destina.
O casamento bíblico é entre um homem e uma mulher, em um lugar privado, para o prazer, a pureza e a reprodução da família.
Hebreus 13:4 💍
O judaísmo bíblico não vê conflito entre o ritual e a riqueza; já o cristianismo bíblico enfatiza a salvação e o trabalho. 🙏⚒️
✝️ A tradição oral expressa na oratória bíblica é o elo entre o entendimento das Escrituras e sua aplicação na comunidade cristã. 📖
O deserto que tens
inteiro me oferecido
é nele que caminho,
e tenho buscado abrigo,
entre o zênite e o nadir,
No adágio do teu silêncio
apreciando a fantasia
que carrego e cultivo
quase como um dervixe,
entregando-me para que
a realidade não me devore.
A volúpia muito mais
do que ardente entre
nós revela e acende
as chamas obscenas
do desejo que iluminam
os olhos e os corpos,
Sem dizer uma palavra
te escolhi como o ilustre
morador dos meus sonhos.
O mais vadio nos destina
na Rota da Seda que
em ti nasceu escorregadia,
e serve esse teu doce
veneno que destila e vicia.
Sob a sombra do Ingá,
eufórico diante minhas
Uvas maduras os teus
lábios namoradores foram
feitos para entusiasmar,
e carinhosamente afoito
adentrar neste piquenique.
Para no nosso paraíso
sem nenhum pejo,
O desejo ser o fogo eterno
e senha intransferível
para qualquer um que atreva
ir pelas curvas mais hipnóticas
das nossas paixões eróticas.
A senha serpenteando faz arrepio
entre os meus montes ao alcance
das afáveis mãos e do altíssimo
lance e da tua intrépida escalada,
Para que no espaço de um assobio
venha com os apelos sedentos,
rumo para desinibir os trejeitos
por intenção desavergonhada.
O prazer é comando compartilhado
entrego-te o cetro, o corpo e o poder,
Sou tu'alma nenhum pouco recatada,
terra ocupada e paraíso consagrado;
o encaixe eleito feito para o amado.
Onde a liberdade é a régua por regra,
em tempo de colheita de umbus,
com a maior consagração e entrega:
o amor em nós sempre se celebra.
Borboleta Fantasma Azul
que pode ser encontrada
entre a Mata Atlântica
e a Amazônia profunda
desta Pátria romântica.
Absoluta em ti e oceânica
é esta poesia que captura
total o teu peito a distância
trazendo a sutil fragrância.
Devoção, entrega e pendor
em íntima congregação,
querência e plena sedução.
Com desejo e imaginação
sem pausa e com evolução.
Entre remédios, fotografias e o silêncio da noite, um veterano de grandes batalhas e memoráveis vitórias guarda uma ausência que nenhum calendário venceu: a saudade de um beijo na boca.
Entre encontros e desencontros,
Entre o ir e o vir,
Entre o amanhecer e o entardecer,
Existe teu sorriso
Uma constelação que ilumina o meu universo.
Entre todas as possibilidades,
Verei teu rosto resplandecer.
Dentro de mim, a alegria em toda a sua existência,
Por contemplar você.
Entre ganhar ou perder,
Minha escolha é estar ao seu lado,
Em alguma eternidade,
Onde possamos amar
Sem medo de que isso, um dia, acabe.
Entre a expectativa do que há de acontecer
e a realidade do viver,
o tempo de espera é pura tortura.
Bastou o encardido encontrar o ponto fraco do povo — esse abismo sutil entre a religiosidade e o fanatismo — para politizar as igrejas.
A religiosidade, quando saudável, nasce da consciência da própria fragilidade.
Ela é ponte: liga o humano ao divino, o erro ao arrependimento, a culpa ao perdão.
Já o fanatismo é muro.
Ele não aproxima; separa.
Não ilumina; incendeia.
Não convida ao amor; convoca à guerra.
Entre uma coisa e outra existe um terreno perigoso: o ego travestido de fé.
É ali que discursos políticos encontram abrigo, não para servir, mas para dominar.
Quando a fé deixa de ser transformação interior e passa a ser instrumento de poder exterior, o altar vira palanque — e o púlpito, trincheira.
Não é a política que contamina a fé; é o coração que, seduzido por certezas absolutas, troca o Evangelho pela ideologia.
O problema não está em cidadãos que creem participar da pública — isso é legítimo.
O problema começa quando a fé deixa de ser farol moral e se torna escudo partidário.
O fanático não se percebe capturado, acredita estar defendendo Deus, quando, na verdade, está defendendo homens.
E homens passam.
Projetos passam.
Mandatos também.
Mas o dano causado quando se confunde Reino com governo terreno atravessa gerações.
Talvez o maior sinal de maturidade espiritual seja justamente este: saber que Deus não precisa de cabos eleitorais, nem de militantes inflamados, mas de consciências coerentes.
A fé que se ajoelha não precisa gritar.
A fé que ama não precisa esmagar.
A fé que é verdadeira não teme perder espaço político, porque jamais dependeu dele para existir.
COSTURANDO A VIDA...
Nesse nosso presente entre um alinhavo e outro, a gente vai remendando os acertos e erros do passado, cerzindo sentimentos e emoções num futuro incerto numa colcha de retalhos…
