Amor entre Almas

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Faça uma limpeza no disco da sua mente e apague os arquivos de ódio, raiva, mágoas, tristezas, entre outros negativos. Você vai ficar com espaço suficiente para criar arquivos de felicidade.

Inserida por DamiaoMaximino

Não se alegre por ter tantas opções. Pois entre quem te quer de verdade e quem te quer por um momento, existe um abismo enorme.

Inserida por jeyksonrocha

O prazer, soluço e sussurro...

Entre soluços e sussurros o prazer!
Despretensioso usurpador do fato
Eis que a cama a batalha, seu lazer
O momento único... A chama o ato

Entre gracejos e dizeres a certeza!
Cuja palavra revela somente ais
O seu par sussurra a sua grandeza
E o soluço da moça não para jamais!

Ah! Entreabertos ou fechados, qual?
A dança dos corpos... Feito pintura
O suor lânguido nos dois sem igual

Precede o grito a fala! É partitura
O tom, semitom, a nudez fenomenal
Soluço e sussurro, prazer! sou lisura.

André Fernandes

Inserida por andre_fernandes_3

A essência da tua marca pessoal consiste numa coexistência relevante entre o teu ego e o ecossistema.

Inserida por manuel_sousa_pereira

ONIROTRIP - O CAMINHO DA LUCIDEZ

1 - Perdido Entre Bolhas Vermelhas
O sonho mais antigo do qual consigo me lembrar eu tive aos três ou quatro anos de idade. A princípio me despertava
curiosidade e confusão, depois se tornava desconfortável e assustador. Este sonho eu tive várias vezes na época:
Um cenário visto em primeira pessoa, onde tudo era vermelho e cheio de esferas ou "bolhas" do meu tamanho para
maior. Não havia chão, teto ou paredes, apenas aquelas bolas vermelhas à flutuar. Geralmente era só isso, eu acordava
e pensava naquilo por um momento e esquecia. Uma vez neste sonho, vi a imagem do meu pai entre as bolhas, eu tentava
alcançá-lo mas ele se distanciava e desaparecia no ambiente, o que me causou pânico e medo. Não sei se sonhei outras
vezes com isso, mas sempre me recordei, é a lembrança mais antigo que possuo de um sonho.

2 - Moscas Volantes e Pensamento psicodélico
Ainda aos três ou quatro anos, lembro-me de estar deitado na cama olhando para o azul do céu e brincar com as
moscas volantes, minhas primeiras alucinações, tentava controlá-las me concentrando e a cada piscada elas retornavam
a posição de antes, fazia isso até pegar no sono. Desde sempre tive pensamentos psicodélicos e a lembrança de interagir
com as sombras nos meus olhos é a mais antiga indução à alucinação visual que posso recordar.

3 - Sonhos Assustadores
Sempre tive uma imaginação muito aguçada assim como energia hiperativa, brincava bastante sozinho e achava bom, passava
o dia todo fantasiando coisas.
A forma de criação da minha família sempre teve um certo exagero quanto aos perigos, o temor sempre foi incentivado e cresci
com medo de muita coisa, um medo alimentado em demasia também na minha imaginação. O temor de certas coisas como cobras,
rios e bois, levei para dentro dos sonhos onde vivenciava pesadelos quase todas as noites. Sempre acordava muito assustado e
ficava pensando nestes pesadelos, logo após acordar e também durante o dia. Às vezes adormecia relembrando dos terríveis sonhos,
o que fazia com que se repetissem, muitas vezes eram sonhos idênticos ou continuações.
Muito intensos e vívidos os pesadelos se destacavam, apesar de apavorantes, me fascinavam.

4 - Imaginação + Memória
Depois dos seis ou sete anos de idade minha imaginação foi ficando cada vez mais rica, incentivado por programas de TV como Power
Rangers e Dragon Ball eu passei a criar elaboradas histórias e vastos universos para minhas brincadeiras, vivia no mundo da lua. Toda
a minha imaginação inundava os sonhos com monstros, nuvens voadoras, personagens diversos e fim do mundo.
Nesta época, não só os pesadelos, mas também os sonhos comuns se tornaram bastante mais vívidos e detalhados. Eu tentava
recordá-los durante o dia, juntar todas as partes em ordem de cada acontecimento. Neste ciclo de imaginação e memória, fui me
aproximando cada vez mais do mundo onírico, tornando-o cada vez mais familiar.

5 - Rios, Cobras e Bois
Os pesadelos que eu tinha eram basicamente vividos com minha reação instintiva ao medo. Ao sonhar com um rio, naturalmente
eu tentava manter distância dele, me afastar se possível. Mas a simples presença da água tornava a situação muito desconfortável
e conforme o medo tornava-se intenso eu era atraído para aquilo que me assustava. Pesadelos com rios eram os mais "leves", tirando
a agoniante experiência dos afogamentos.
Sonhar com cobras era diferente pois geralmente elas apareciam de forma inesperada, como na vida real, tornando uma situação
boa ou neutra em algo instantaneamente desagradável. Como sempre o sentimento de medo prevalecia, incapacitando-me de
qualquer ação, com frequência minha pernas paravam de funcionar deixando-me exposto e sem reação ao ataque.
Porém, as experiências mais assustadoras e agoniantes eram os pesadelos com bois e vacas; Assim que surgia no cenário algum
cercado ou pasto, a minha mente ficava em alerta, o ambiente do sonho começava a mudar aos poucos, cada vez mais com clima de
suspense e apreensão. O medo antecipado sempre fazia surgir um ou vários bois, que perseguiam-me aterrorizando noite adentro.

6 - Reconhecendo Padrões e Alterando o Ambiente
Com tamanha frequência desses pesadelos com vacas, passei a reconhecer vários padrões nos sonhos. Sendo uma situação previsível,
ficava em alerta com cenários familiares, mantendo a calma e me concentrando, tentava assim evitar que o sonho fosse para um lado
mais sombrio.
Tais pesadelos possuíam um certo padrão, geralmente eram iguais; uma situação boa se tornava aos poucos desconfortável, o ambiente
se mostrava hostil e estranho, cada vez mais o medo era intensificado e então de forma crescente o terror seguia até um ápice de horror
despertando-me apavorado. (Era só mais um pesadelo!).
Em vigília, tentava lembrar o que eu tinha sonhado, cada vez mais me atendo aos detalhes para evitar esses pesadelos. Aos poucos
pude desenvolver um certo raciocínio e estratégias instintivas dentro dos pesadelos, me aproximando assim da lucidez.
Minha primeira ação espontânea dentro de um sonho foi tentar modificar o ambiente, de hostil para agradável. Passei a reconhecer
cenários prováveis à pesadelos e evitá-los. Lembro-me de estar em situações desagradáveis e alterá-las de forma consciente.
A primeira vez que fiquei lúcido dentro de um sonho foi no auge do medo, enquanto fugia consegui pensar em uma forma de encarar
o pânico; parei e me voltei para o que me perseguia. Imediatamente o pesadelo acabou, tornado-se um sonho tranquilo novamente. Foi
apenas um segundo de lucidez, mas aquilo me intrigou por dias.
Depois disso, eu tive vários pequenos momentos de lucidez para fugir de pesadelos.

7 - A Descoberta dos Sonhos Lúcidos
Com o tempo aprendi a criar ambientes no sonho, alterar cenários e situações, mas ainda assim sem estar completamente lúcido. Eu agia
de forma instintiva, como defesa. Cada vez mais eu focava em recordar os sonhos e seus detalhes, minha relação com o sono e o estado
de vigília foi se tornando cada vez mais íntima.
Não demorou muito para que eu começasse a ter experiências de lucidez interagindo com o universo onírico, estados lúcidos que duravam
cada vez mais tornando-me fascinado por tudo aquilo.
Por muito tempo achava que era algo só meu, pois ao falar com outras pessoas a respeito disso causava um certo espanto, ou diziam que eu
era mentiroso ou que era algo espiritual.
Na minha pré adolescência passei a ter contato com a internet, pesquisei bastante a respeito de sonhos mas tudo que encontrava era
significados e predições. Foi por acaso que encontrei no Orkut uma comunidade com um nome muito chamativo; "Sonhos Lúcidos". Foi onde
descobri o que era SL, descobri o filme ''Waking Life'', aprendi sobre exercícios e os testes de realidade. Dormir nunca mais foi a mesma coisa.
Com exercícios e um pouco de conhecimento sobre o assunto tive vários SL, alguns muito longos e proveitosos. Vários vôos, diálogos, viagens,
criações, experiências incontáveis e inexplicáveis.

8 - Na Contramão da Realidade
Me tornei um Onironauta, o mundo dos sonhos era meu lugar preferido...
A frequência dos sonhos, os falsos despertares, os exercícios em vigília tudo foi ficando cada vez mais intenso afetando de forma negativa a
minha realidade. As lembranças misturaram-se e eu as confundia. Comecei a não ter mais certeza absoluta do que era real, o universo onírico
havia me afetado demais, e aos meados da adolescência temia pela minha sanidade. Iniciei um processo de afastamento dos sonhos, parei com
os exercícios e tentei focar na realidade.
Cada vez mais responsabilidades e preocupações foram ocupando a minha cabeça, mergulhei numa rotina intensa e nunca mais voltei a sonhar,
buscando sanidade
com medo de me perder
abandonei os sonhos
para tentar encontrar
O Caminho da Lucidez.

9 - Com o Pé na Estranha Estrada
Hoje, com vinte e oito anos, estou tentando retornar aos sonhos
Com calma e sabedoria
imagino que esteja mais seguro
viajar para os confins desta estranha estrada.
Sem pressa, primeiro dormir, para depois sonhar
Vou lembrando sonhos e fazendo mapas
marcando padrões e revisitando o subconsciente
Sei bem por onde andei
cá estou novamente
onironauta desperto!

Crislambrecht

Inserida por crislambrecht

Mãe entre Ciprestes -

Mãe que vives entre ciprestes e ventos
intacta como o silêncio ...

Mãe-terra, na terra serena,
adornada de mim,
feita de noites e Sóis
beijada pela Lua!

Mãe das pálpebras caídas
que não arde nem fala ...

Mãe do azul que nos legou
sob um mar de ventanias,
agreste e verde,
com vontade de ficar!

Mãe pura sobre os sonhos
com passos de andorinhas
cansadas de voar ...

Mãe! Intacta e casta como a água
que cai de todos os silêncios
sob as lousas frias, brancas,
que se fecham em saudades ...

Ó minha mãe ... minha Mãe ...

(Dedicando à tia Maria Eduarda Salgueiro estes versos, neste novo estar, da sua vida ... agora!)

Inserida por Eliot

⁠⁠Entre o pensamento e a ação há uma linha tênue e só depende de um passo para que um se concretize no outro

Inserida por renata_lima_8

Entre eu e a poesia
há uma relação de verdade
ainda que seja mentira

Inserida por O_Carpinteiro

⁠NO BREJO (INDRISO)

Barulho no brejo havia
Entre o mato a água resplandecia
Sol no céu luzia

Multidão de girinos fervilhavam

Coaxava insistente a gia

Sapo-martelo logo respondia
Grilo no mato dizendo que cria
E eu maravilhado ouvia...

Inserida por SednanMoura

Entre as nossas qualidades, deve haver gentileza, caso contrário, as demais poderão não ser notadas como atributos.

Elane Azevedo ✍🏼🌺🍃

Inserida por ElaneAzevedo

⁠há algo terrível e incurável, acima de qualquer compreensão mortal, no ódio que nasce entre próximos e amados, no coração traiçoeiro confiei minha esperança é pelo coração traiçoeiro condenada fiquei.

Inserida por jessica_cavalcante

⁠Não pode haver intermediário entre céu e inferno que não tenha estado no céu e no inferno.

Inserida por pensador

⁠O mediador entre o cérebro e as mãos deve ser o coração.

Inserida por pensador

⁠Todos nós temos de aprender a distinguir entre os bons e maus espíritos, já aos médiuns isso é essencial para evitar que se transformem em falsos profetas.

⁠O que faz a diferenca entre o fracasso e o sucesso é o que as pessoas fazem com os recursos que ela tem.

Inserida por Heriberto

A diferença entre as pessoas que conquistam, e as que não conquistam algo na vida, é que, enquanto umas se colocam em modo: "eu quero" outras se colocam em modo "eu vou buscar".

Inserida por nayzash

⁠A diferença entre um professor sábio e o tolo está na habilidade no "jogo de cintura". o melhor sempre tem um plano "B" em funcionamento! O outro planeja demais.

Inserida por Kllawdessy

⁠Meu lado santo
Escondo,
Entre fogo e paixão
Escondo
Na loucura de mim
Escondo,
Meu lado santo !

Inserida por LeoniaTeixeira

⁠Entre mundos se compreendem, um pela fala, outro pela mente...

Inserida por AnaTorquato

Não há normal entre os seres humanos.
Façam-me crê que é normal o alto índice de egoísmo
vaidade
arrogância
amostragem
intolerância
estupidez
Apego a indecência e amoralidade
misericórdia só pra si...
É isto que cremos como normalidade Humana?

Inserida por dalainilton