Amor em Silêncio
Pode-se negar, resistir, até mesmo lutar, Contra o amor que nos tenta aprisionar, Mas no silêncio da noite, no olhar a brilhar, Ainda existe a chance de se entregar.
Um amor impossível, mas intenso e forte, No silêncio da alma, ele bate à porta. Nas estrelas distantes, encontro teu olhar, Mesmo sendo impossível, contigo quero estar.
Um coração sem amor, como um vaso vazio, perde-se na escuridão, sem rumo, sem guia. Um silêncio profundo, onde não há paixão, nele não floresce a doce emoção.
Ele aponta , e no silêncio mostra claramente , na sua simplicidade e humildade , no seu imenso amor que este é , e será sempre o caminho , a sacralidade existente dentro de todos nós " o coração " .
Feliz aquele que tem um coração puro , sincero , e que se apresenta com verdade diante do Criador , reconhecendo suas fragilidades , e reconhecendo " O Nosso Senhor como seu Salvador " !!
Te busco nas horas,
no silêncio
nos detalhes.
O amor cabe, inteiro,
no meu querer,
no meu sentir.
Aos meus olhos te
vejo tão perto.
Quero você agora
enquanto o tempo não
vai embora,
enquanto o dia não
não chega
e novamente
amanheço sozinha.
_ Sueli Matochi
"O silêncio o distanciamento a falta de contato,nem sempre é por ódio ou falta de amor...
É para poupar que pessoas que amamos saibam as verdades ,e não sofram tanto...
Nem sempre ser sincero é a maneira melhor para as pessoas que já sofreram o bastante ..."
Só nós
Vamos nos amar em silêncio,
nunca ninguém saberá
desse amor.
Será só nosso,
dirás à mim coisas de amor
guardadas em teu coração,
e o mesmo eu farei.
Seremos únicos.
Entre tantos que assim vivem,
o seremos.
por que amar, não se escolhe
a quem, mas sim, aquela pessoa
que nos fala, mesmo sem nada dizer.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista, R.Jj
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da.U.B.E.
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- Presidente
Pois o silencio com sua melodia
traz aos meus ouvidos
a letra de nosso amor,
transformado em dores
daquela poesia...
O amor me hostiliza. Estou em guerra com o silêncio. Quantos dias eu ainda terei de lidar com o impasse, nem sequer posso prever. Bom se fosse o último, se o travesseiro não precisasse mais secar minhas lágrimas, aquelas que durante o dia eu finjo não ser parte de mim, quando cumpro minhas atividades e ao lado dos meus amigos tento ser alegre e me mostrar forte, para que ninguém se preocupe comigo.
Com os pés no chão, sem ver o que você nunca mostrou. Eu deveria ter me comportado como uma adulta. Mas você disse que me amava. Sem desconfiança, te correspondi. Você ainda estava no passado, por que não me falou que nada estava resolvido? Por que sumir e me deixar à deriva sem qualquer resposta?
Usar-me para ocupar o espaço deixado foi um jogo muito sujo da sua parte, eu esperava bem mais de uma pessoa que se diz tão culta e madura. Você não é nada disso. Sim, eu te digo que você é tão imatura quanto eu, porém eu nunca te prometi que substituiria sua amadinha, eu nunca tive essa presunção. Queria marcar, te fazer feliz da maneira que podia. E eu me esforcei, sei que sim, também sei que chorar por você é criar mal estar, sensação de pena e eu não quero que você tenha “pena” de mim.
Você não gostaria de estar no meu lugar, teimar com a culpa, reconhecer as próprias fraquezas e declarar que está completamente sozinha. Estou sim. Dessa vez, entretanto, é pior do que as outras porque antes eu tinha a esperança de que algum dia eu encontraria que fosse me amar de verdade e agora eu não estou certa de mais nada, apenas com medo de ser sempre um tapa-buraco na vida dos outros, sem deixar lembrança alguma, apenas passar, exatamente como um segundo faz, passar e ninguém perceber.
Vejo-te tão feliz nos braços dela, não posso evitar a dor. Eu ainda queria o seu amor, como eu queria. Ser ela, para que você me amasse sem fugir. Para não ser a criança boba que ficou sem doce, que perdeu a boneca preferida. Talvez não passe de uma inveja boba, querer o que vai perder a graça. Talvez não passe de uma efêmera paixão de estudante.
Dilemas de um quase amor
Amor é a sombra que se perpetuou no silêncio; não existe compasso, sem antes ter havido passos, que os levou, um ao encontro do outro.
O amor está no silêncio,
Em silêncio por tanto tempo.
Passa num vento que não passa.
o amor, o cuidado, o projeto de cura.
o veneno sutil que mata e inspira
"Eles fazem amor"
Eles são iguais
Na medida em que se desigualam
O silêncio
Em que, sem querer, falam
Não diz nada além do que, sem querer, pensam
Eles são respostas
De perguntas que não precisam ser feitas
Eles fazem amor
Eles não tem duvidas
Que toda certeza traz um pouco de insegurança
Ele faz musica, ela dança
Eles fazem amor
O amor é que nem o silêncio do cemitério ao mesmo tempo que se está vazio, em outro lado parece uma bomba relógio querendo explodir.
Imagine um silencio de amor;
Junte, um olhar de misericórdia;
Acrescente atitudes de perdão,
E gotas de dedicação...
Agora, faça do sonho a realidade,
E do abraço o mais poderoso antídoto para curar todas as enfermidades...
Pronto, definimos este ser tão especial que chamamos de... Mãe.
