Amor Cérebro
O amor é um defeito nas funções elétricas do cérebro. Você deveria jogar suas emoções desnecessárias naquela lata de lixo.
Aos olhos a luz, ao cérebro, conhecimento as mãos o afago e ao coração amor!!
_______Marinete Inocencio
“O amor não se acaba, isso é apenas uma função pratica do cérebro, que te dá a liberdade de mais escolhas sem o palpite do coração”
Gritarei pelas maltratadas pessoas com coração de gelo e cérebro de ferro, maltratam o amor e acreditam estar vivendo dele, as pessoas são livres, não possuem donos. Gritarei por todas elas e pelas que ainda derramam lágrimas em silêncio. Meu grito encherá o vento, gritarei para que a injustiça não a tape o silêncio, para que o vento seja o lamento das que sofrem, para que as lágrimas das que choram se façam estrelas. E volto a gritar, até que o vento que se fez lamento se faça riso, até que não tenha estrelas feitas de choro. E eu grito mais forte, para que o grito se faça batimento, e o batimento depois sonho, sonho que se faça estrelas, para que não sejam feitas de choro.
Dizem
Coração sente
Cérebro pensa
O amor como acontece
No meio de zilhões
É você
Inexplicável
Confusão
Alegria
E sofrimento
Caminham juntos
Eu não queria
Mas é você
Você muito complicado
Eu também o sou
Poderia ser bem simples
Um fogão a lenha
Um cafezinho
Um pão de queijo
Uma rede
Um pássaro preto cantando
O cachorro abanando o rabo
O gato se espreguiçando
Na manta xadrez
O cheiro da mata
O som das águas rolando
As nuvens em forma de bichinhos
A noite as estrelas
Minha amada lua
Uma fogueira
A manta xadrez do gato
Uma música
Aquela música sabe
Mas não é
Mas é amor
Turbulento
Devasso
Sem tempo
Correria
Contas enes
Mas é Amor
O peito rasga em dor
Em desejo
É amor
Nós tempos modernos
O amor, talvez, não passe de uma ilusão cuidadosamente construída pelo nosso cérebro — uma fantasia tão envolvente que nos faz acreditar que é eterna. Na verdade, é como um sonho do qual não sabemos quando vamos acordar, mas temos a estranha certeza de que, cedo ou tarde, ele vai chegar ao fim. E ainda assim, mesmo sabendo disso, insistimos em vivê-lo, porque é nesse intervalo de ilusão que encontramos algum sentido.
