Amor à Profissão
“Ninguém nasce para amar o próprio cárcere; aprende a confundir medo com afeto quando a sobrevivência depende de quem fere.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Quero brincar de viver.
Brincar com você.
Brincar de amar.
Brincar de morrer.
Morrer de amor
De amor por você.
Quem inventou o amor ,o amar o desespero de estar, de se ajuntar ,de casar, de honrar ,de valorizar,de sentir falta,de querer estar envolto,de gostar de sentir corpo a corpo,ahhhh como é Bom,como é Divino ,como.é Rico quem verdadeiramente tem um amor correspondido, um amor não dividido,um amor sem reservar; só amar e amar ,amar como antigamente se apaixonar e viver felizes para sempre,Eu quero meu felizes para sempre!!! Eu quero eu terei um romance a lá francês.
O que não posso viver
por Sariel Oliveira
Amar você
foi como segurar o mar nas mãos.
Por mais que eu tentasse,
por mais que eu quisesse…
nunca foi algo que eu pudesse manter.
Você nunca foi minha,
mas, ainda assim,
morou em mim
como se tivesse escolhido ficar.
E talvez esse seja o pior tipo de amor:
aquele que nasce inteiro,
mas não encontra espaço no mundo
pra existir.
Eu te vivi em pensamentos,
em silêncios,
em conversas que nunca aconteceram.
Te senti perto
mesmo quando tudo gritava distância.
E o mais cruel de tudo…
é que não faltou amor.
Faltou tempo.
Faltou caminho.
Faltou “nós”.
Hoje eu entendo:
nem todo sentimento vem pra ser vivido.
Alguns vêm
só pra atravessar a gente
e deixar marcas
que ninguém vê —
mas que mudam tudo por dentro.
E você foi isso…
um amor que eu senti inteiro,
mas que a vida
não deixou acontecer.
Sou feito pra viver, como um suspiro da vida, sou feito pra amar, como um brigadeiro da vida, a variedade de doces que a vida tem pra dar, aceito suas ofertas, chuvas de confeitos, lagos de chocolate, castelos de bolos, com muitas camadas de recheio, muitos sonhos, tortas de maçã, bretzel de coração e donuts besuntado em felicidade.
Maturei e entendi, que eu não quero só amar uma mulher. Eu quero dividir os dias com ela, os medos, as pequenas alegrias, uma vida inteira. Antes, eu achava que amor era incêndio. Hoje eu sei que amor também é café passado cedo e presença que fica. É acordar num domingo sem relógio nos empurrando pra longe, sem despedida atravessando a manhã. É construir memória dentro da própria casa, deixar nossos rastros nos cômodos, o nosso cheiro nos lençóis, o nosso silêncio confortável ocupando o espaço.
Mas existe um cansaço silencioso em amar outra mulher : o de sentir que o nosso amor está sempre diante de um tribunal sem rosto, severo e invisível. Como se precisássemos provar o tempo inteiro que é sério, que é família, que é amor legítimo, como qualquer outro. As pessoas perguntam demais, desconfiam demais, até dos nossos planos mais simples: ficar, envelhecer, construir futuro.
E isso cria uma tristeza difícil de explicar, como se a gente tivesse que parecer forte até quando só se quer colo. Como se desejar estabilidade, família, permanência fosse fraqueza. Como se amar profundamente fosse depender.
Mas eu quero, sim. Quero amar e ser amada com essa disposição . Quero uma casa cheia de rotina. Tenho um filho. Talvez queira outros. Quero o cotidiano dividido em dois corpos. Quero alguém que tenha vontade de permanecer, que olhe pra mim como quem encontrou casa. Quero viver um amor que não precise se justificar pra merecer respeito.
No fim, eu acho que pessoas como nós nunca sonharam alto demais. A gente só sonha com aquilo que tentaram negar por tanto tempo: o direito ao afeto, à permanência e à delicadeza de uma vida comum.
Alexsándra Duárte
A profundidade da tristeza revela a profundidade da nossa capacidade de amar, sentir e experimentar alegria.
E o que era para nós amar, não amamos.
E o que era para nós esquecer, não esquecemos.
"Porque valorizamos o inimigo e desprezamos o amigo."
Quando o medo de perder
é maior que a alegria de amar,
o que existe já não é amor, é apego travestido.
O amor não pode doer mais do que faz bem. Amar não é se anular, nem suportar o que destrói por medo de ficar só. A Bíblia diz que o amor tudo sofre, mas também diz que o amor é paciente, benigno, não se alegra com a injustiça e tudo protege. Amor que machuca mais do que cura não é amor, é prisão. E Deus não te chamou para viver preso, mas para viver livre, até no amor.
O propósito de Satanás é destruir sua capacidade de amar, porque é no amor que você mais se assemelha a Jesus.
