Amo essa minha Vida Louca
Fiz algumas poesias falando de uma mulher,
Por ela ser muito linda e minha inspiração,
Escrevi-lhe inúmeras vezes,
Já disse qual a razão.
Então ela me disse:
"Por que não escrever do que tu ver no dia a dia,
De tudo ao teu redor?"
Faça isso talvez será melhor.
Pensei no que me disse e isso resolvi fazer
Agora estou lhe escrevendo só para lhe agradecer,
Por tudo que me falaste, algo novo pude aprender.
Não sei se é poesia
Ou se é poema somente,
Só sei que eu lhe escrevo
Muito alegre e sorridente.
A BOCA E AS MÃOS
De repente minha boca anseia
Conversar com tua pele
Surfar pelo labirinto de poros
Entreabertos pelo desejo inerente
Desse preconizado diálogo
E tudo é tão raro belo e recíproco
Que todo o universo se cala
Enquanto nossos sonhos se buscam
E os úmidos lábios passeiam e se falam
Partícipes desse colosso mistério
Tão puro que é bom esse advinho
Sem limites de gemidos e sons
Insignes sedentos e prontos
Feitos do morango maduro entre os dentes
E uma taça cúmplice nas mãos lambidas
Lambuzadas do amor pelo vinho
Notou as lágrimas alheias
Mas as minhas são invisíveis
O som da minha voz é inescutável
O meu semblante é indecifrável
Aos seus olhos sou uma estatua
A qual não se move e nem se fala
Poema para Minha Rita
Pelo teu luminoso e meigo olhar me encantei;
Pelo teu sorriso e palavras doces me apaixonei;
Por tua pele macia e teu corpo, lindo e ardente, te devorei;
Por teu coração e tua alma eu te amo, pra sempre te amarei...
‘Não quero saber minha missão no mundo porque se souber, pode ser que eu fique só nela e esqueça as outras coisas’. Pois o erro de entendimento conceitual é exatamente achar que a missão se restringe a uma única coisa. Missão tem a ver com o tipo de comportamento a ser adotado diariamente frente a vida. Cumpri-la é exatamente a base para que as outras coisas fluam. Ou seja, cumprir a missão melhora a vida, jamais atrapalha. Nunca.
Você é o meu substantivo quando eu sou o artigo. Você é meu verbo e sujeito da minha oração. Você se torna meu adjetivo quando eu termino essa declaração.
Arma sagrada
Fiz da minha fé vem Deus
A minha arma contra
Tudo que há de mal
Lá fora nesse mundão.
Tanta gente saindo e não
Voltando. Tanta gente
Inocente tombando
E ainda tem gente zoando.
Olho pela janela e vejo
Tanta maldade pela
Cidade. Tanta coisa
Ruim acontecendo,
Tanta gente boa morrendo
Oro, rezo. Clamo ti a Deus,
Meu Deus sua proteção
E paz ao meu coração
Enlutado pelos tantos
Que já se foram.
Rogo a ti: Senhor, livrai-me
De tudo que há de ruim lá
Fora. Abençoai-me e fazes
Dá tua oração o meu escudo.
Ah, minha nossa! Eu morro todas as noites com você. Ah, minha nossa! Vivo para cada passo seu.
My My My!
- Peguei minha mala e fui buscar a liberdade.
- e então, como foi?
- Foi sufocante!
- Não era como você imaginava?
- Pior que era!
- E o que houve?
- É que sem perceber eu me perdi na solidão.
@CarvalhoEscrito
Em tempos antigos, mais primitivos (como estes?, perguntou outra parte de minha mente), era um ato de confiança dormir na presença de outra pessoa. Se a confiança fosse mútua, o simples sono era capaz de uni-los mais do que a junção de corpos.
A viajante do tempo, Outlander
Juro pela cruz de nosso Senhor de Jesus e pela lâmina sagrada que seguro, dar-lhe minha fidelidade e prometer-lhe minha lealdade ao nome do clã MacKenzie. Se alguma vez minha mão erguer-se contra o senhor em rebelião, rogo que essa lâmina sagrada seja cravada em meu coração.
A viajante do tempo, Outlander
MINHA RUA (soneto)
Das tuas sombras dos oitis a saudade ficou
És a rua do príncipe dos poetas, laranjeiras
Coelho Neto, onde sonhei de mil maneiras
E alegre por ti minha felicidade caminhou
Das tuas pedras portuguesas, o belo, cabeiras
Ao chegar de minas só fascinação me criou
Se triste em ti andei também o jubilo aportou
Me viu ser, indo vindo emoções verdadeiras
Em tuas calçadas a minha poesia derramou
Criando quimeras, quimeras tais derradeiras
Da Ipiranga a Pinheiro Machado o tempo passou
Em ti a amizade os vizinhos em nada mudou
Carrego tua lembrança, lembranças inteiras
Rua da minha vida, estória comigo onde estou...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Fevereiro, 16 de 2017
Cerrado goiano
ao dia 16 de fevereiro 1976,
quando chegamos ao Rio de Janeiro...
Sou tomado pela angústia todos os dias apesar de confiar no criador minha esperança se vai a cada segundo pensamentos do Mal me assombram o desespero toma conta da minha alma os dias se vão tão depressa e não obtenho as minhas respostas mais apesar de tudo confio em ti ó Meu Criador.
Se eu fosse Jesus ou Deus, despedia os porta-vozes que são assim sem minha permissão. Ninguém falaria por mim.
Se é inverno em toda rua
Se a minha cabeça vive na lua
Se o meu coração vaga, é por você
Se empilho as cadeiras no fim da estrada
Se eu jogo confete de madrugada
Se o meu corpo ferve, é por você
Na minha pele levo as marcas da arte, na minha pele carrego a tinta que traduz em formas as crenças e os sonhos da minha alma.
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