Amo Ate seus Defeitos
Esta é uma sociedade que assassina seus gênios,
Despreza homens talentosos e atira seus poetas em vielas, becos e sarjetas
Dessa cidade tão opaca e escura
Quanto às almas dos Homens que nela Habitam.
Vor Dem Sechs
Em meio ao campo santo
Onde os poetas dormem em silêncio imersos em seus sonhos de morte
Vi meu rosto em meio aos crisântemos
Como se tomasse veneno
A angústia me mata por dentro.
Em meio às brumas das horas mortas
Ao Romper de mais um dia agonizante
Quando a luz ainda se esconde
Meu peito se rasga em terror.
Nos intervalos destas horas escuras,
Antes das seis;
Não desperto, desespero.
E os anjos que me guardam apenas contemplam em silêncio
Minha dor
Enquanto ando pelas ruas cobertas de ódio e cimento
Vejo as gárgulas no topo das catedrais
Que me espreitam a cada passo
Com seus olhares de pedra.
O CORVO
Vago por entre os túmulos que me fitam com seus olhos de mármore
Sentindo a chuva que perfura a carne e sangra a alma
Tornando o dia cinza
Reflito assim sobre a morte
Transformo todo vão pensamento ou cada tétrica palavra em sonetos sombrios
E as escrevo com imagens em minha mente
Os homens de outrora vagavam como sonâmbulos
Desprovidos da leveza do espírito
Reclamões, céticos e agnósticos.
Cuspindo discursos doentios nos ouvidos mecânicos da laica classe operária
Agora jazem em silêncio sepultados
Não mais desejam, não mais sussurram, não mais amam, não mais sangram
Silêncio
Consegue ouvir?
Um corvo me olha imóvel sobre as pedras
Olho para as lápides e procuro por homens
Não os vejo
Penso em mim quando eu já não mais existir
Outro alguém procurará por meus olhos?
Desejará ouvir minha voz procurando respostas?
E assim como eu agora só ouvirá uma resposta
Morreu...
Outras Estações
Quando o inverno roubar toda a primavera de seus traços
E o outono varrer todas as alegrias do verão
Sentaremos juntos ás margens do rio da babilônia e choraremos e salmodiaremos o fim das Estações
Com minha Lira cantarei acompanhado por anjos tristonhos em jardins de mármore Negro
Debaixo de uma tempestade de flores mortas
Levar-te-ei até a fonte onde beberemos da água do esquecimento
Depois descansaremos aos pés de carvalhos mais velhos que a morte
Sonharemos com outras estações sobre as quais o mundo nunca ouviu falar
E morreremos juntos sobre um altar de vitrais declamando juras eternas sem medo ou dor
Enquanto uma chuva negra desaba sobre ás cúpulas góticas da catedral do amor.
Amar sozinha é magoar seus melhor sentimentos , é viver nada de melhor.
Espantar a tristeza é se esforçar em vão.
POEMA LIVRE
Quero a noite e seus enigmas
Se tornando labirintos
De fantasmas benfazejos...
Quero o engenho do adulto
Elaborando a paisagem
De um sorriso de criança...
Quero a leveza da brisa
Deixando um cheiro do verde
No trajeto das manhãs...
Quero a fragrância das flores
No seio da primavera
Fecundando a natureza...
Quero novas perspectivas
Brotando de ideias claras
Como o despontar do sol...
E a poesia projetando
A universal transparência
De paz e de liberdade!...
Simplesmente
não sei se são seus olhos ou seu sorriso...
não sei se é tua boca ou tuas mãos...
não sei se são teus cabelos ou tua pele...
não sei se sim ou se não...
mas algo em vc me deixa sem saber de nada.
Aquilo que te faz sorrir morrerá, seus inimigos morreram, tente aceitar a vida do jeito que ela é, e tente aproveitar seu momento.
Pior que um fundamentalista ou uma multidão de loucos alienados, são seus líderes tão loucos e radicalistas quanto, que arrastam multidões para o caos de seus paraísos (manicômios) idealizados, e que no êxtase da estupidez, aspiram a morte na contraparte de suas vidas fugazes e medíocres para junto está de seu doentio deus.
Olhe para você com os seus olhos.
Não queira se mostrar como os outros querem te ver.Você precisa ser visto (a) com os seus próprios olhos. Para isso, observe-se e faça o que te faz bem.
Reflexão diária 01/05/2017
Mesmo admitindo seus erros quando não há mais fuga, o ser humano persiste em justificar suas falhas.
Mantis: Quando eu toco em alguém posso sentir seus sentimentos.
[toca na mão de Quill]
Mantis: Você sente... amor!
Peter Quill: Sim, eu acho – Sim, eu sinto um amor geral e altruísta por todo o mundo.
Mantis: Não. Amor carnal...
Peter Quill: Não. Não. Não sinto.
Mantis: [aponta para Gamora]... por ela!
Peter Quill: Não!
[Drax ri histericamente]
Drax: Ela acabou de contar para todo o mundo o seu segredo mais negro e profundo!
Parei atento para entender cada uma de suas formas, observando seus contornos e movimentos. E percebi que meu corpo ficou estático, querendo mergulhar em cada canto, como se formasse as peças de um quebra-cabeça. Mas depois de um tempo, mais importante do que encaixar-me nas curvas de seu corpo, eu precisava - e estava pronto - para deixar minha alma e meu coração ganhar as mesmas formas de suas paixões e espiritualidade. (Alma Gêmea - Victor Bhering Drummond)
Querida, apague todas as luzes
Deixe que apenas os seus olhos iluminem nossa noite
Eu fiz uma canção de amor pra você,
Eu a tatuei do lado de dentro do meu peito
para quando você chegar
Você sabe, eu sou um velho romântico sem lar
As vezes eu desabafo com as paredes do quarto
Elas me conhecem tão bem, e as vezes elas me abraçam
Eu estive te esperando por muito tempo
E agora que você chegou eu espero que a nossa festa dure para sempre
Você sabe, eu sou um velho romântico entregue a loucura
Eu estou dentro do caos do mundo agora, mas queria mesmo era estar dentro de você
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