Amizades Antigas

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A frase do dia é: Agradecer por tudo e não ficar remoendo antigas cantigas que você já conhece a letra e não te faz nada bem cantar.... Novas músicas, novas histórias e você também pode renovar seus conhecimentos e mudar os pensamentos, considerando quem te considera de verdade e desejando o melhor para todos. Assim, com certeza você viverá muito melhor 😉 sorria ☀️ AGRADEÇA MAIS E RECLAME MENOS.

A Sua Dor Mora em Mim


Colecionei luas quebradas no fundo dos bolsos, pedras antigas que aprenderam a chorar antes dos rios, areias que se tornaram partículas de sangue, meu nome dormia entre galáxias apagadas, enquanto teus passos atravessavam constelações e sem perceber as cinzas que deixava marcadas em mim, havia um jardim escondido dentro do meu peito, onde só raposa de nove caudas, aquela que sempre guardava os seus segredos, a que sempre trazia água quando você tinha sede, aquela que daria a alma pra salvar a sua, a que roubou as estrelas pra você pousavam e descansar e pós sobre meus ombros, levando em lugares que você sempre quis visitar.
Eu sempre te chamava teu nome em idiomas que os ventos esqueceram, mas a madrugada devolvia em forma de silêncio, por que minha dor é a sua dor e a sua dor é a minha dor, eu me desfiz lentamente, como um planeta que escolhe cair na órbita de um sol que nunca o viu o verdadeiro brilho, as noites em Saturno parece inclinar-se sobre o mundo, como um velho sacerdote observando aquela raposa se perder no seu próprio amor que se tornou proibido.
E me destruir em você, como cristal lançado ao mar, como cometa que aceita morrer apenas para iluminar um céu, o seu céu, nas cidades invisível que construir, mas pontes que ergui entre universos, nos oceanos que dei seu nome, nas cartas que pedi ao vento que lhe entregasse, nos planetas que inventei para que você pudesse habitar, mas na sua realidade você não me escolheu.
Enquanto eu recolhia as luvas quebradas e você caminhava por outras estações, eu aprendi o idioma das auroras somente por que você amava escutar os cantos delas, enquanto meu coração contruia moradas, o seu seguia caminhos que nao levavam até mim.
A esperava que ainda restava me fez sentir que existe chance, só que isso aconteceu nos meus pensamentos, porque na sua realidade, na sua realidade, você nunca me escolheu, ainda bem que tive as ametistas que guardaram meus segredos, e as obsidianas beberam minhas lágrimas, Saturno, velho sacerdote do tempo, escreveu meu nome nos anéis do esquecimento, eu conversava com estrelas adormecidas, pedindo que levassem até você as cartas que nunca tive coragem de enviar, que falei pro vento sopra, mas os meteoros retornaram vazios, trazendo apenas poeira e inverno onde era mais frio que Urano, no templo das coisas impossíveis, acendi velas feitas de auroras, e cada chama dizia teu nome como se amar fosse uma espécie de feitiço capaz de dobrar o destino.
Talvez eu tenha sido oceano para quem precisava apenas de chuva
Talvez eu tenha sido eclipse para quem procurava somente a luz
Talvez eu tenha sido fogo pra quem precisava de água
Talvez eu tenha sido inverno pra quem precisava do verão
E mesmo assim, dividi meu céu, minhas estrelas, meus desertos e meus marés, carreguei tua ausência como quem carrega uma constelação inteira nos braços.
Por que a minha dor é a sua dor, e a sua dor se tornou minha dor, mas somente dentro do universo que criei, porque no mundo onde as horas respiram, onde as pessoas fazem escolhas e os dias seguem seu curso, você caminhou por outra estrada e eu fiquei entre planetas partidos, em eras de histórias que já foram contadas, entre pedras antigas e luas sem nome, aprendendo que algumas almas se encontram apenas para morar nos sonhos.
Talvez, em algum horizonte distante, eu descubra que o amor não era pesado e sim leve por inteiro, enquanto o céu contempla mais uma vez o meu jardim florescer lentamente.

Existe uma contradição histórica evidente na recepção de antigas heresias pela teologia atual. O arianismo permanece marginalizado, manifestando-se hoje nas Testemunhas de Jeová. Por outro lado, o determinismo maniqueu — também condenado nos primórdios da fé cristã — foi assimilado pelo determinismo teológico calvinista que, paradoxalmente, desfruta do status de ortodoxia.

⁠Isaías 43.18-19: Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova... O mundo não é mudado por quem olha para trás e vive discutindo o passado.

⁠Isaías 43.18-19: Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova...
Tem perdas que são bênçãos! Pois só com as mãos vazias você poderá receber o novo de Deus na sua vida.

⁠Isaías 43.18-19: Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz; porventura, não o percebeis? Eis que porei um caminho no deserto e rios, no ermo. O passado é referência e não residência.

As pessoas são usadas e jogadas fora!
A reciclagem das pessoas faz parte das antigas moralidade da geopolítica e politismo da boa troca de escambo.
As estruturas humanas são julgadas e pesadas e vendidas.
Quanto vale prato de comida?
O quanto temos que pagar pelo café?
A simbiose da economia são expostos pelas taxas e impostos pagos..
Tudo calculado em base de uma regime da politica.
Como um homem pode ser dono da sua vida?
Os costume do senado corroem a moralidade.. a ética deixou de existir.
Geopolítica, quebra as asas da democracia.
Politicamente correto da da direita o governo governa para o governo!
Nem ricos nem pobres apenas o governo do Império.
Entre as faces da fakes news todas notícias são manipuladas. Acreditar em quem?

Passo as noites lambendo feridas antigas, não porque ainda sangrem, mas porque já me acostumei com a dor.

As histórias de ontem e nossas antigas lições são importantes, mas a vida é o hoje e sempre o tempo vindouro à frente. Não precisamos caminhar com todo o peso morto dos infortúnios e dos poucos sucessos do passado. Hoje nos reinventamos e nos conquistamos, afastados de nossos medos e incertezas para a construção de um futuro bem mais inteiro, feliz e melhor.

Nas antigas igrejas católicas do barroco brasileiro, em Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e outras pelo nordeste brasileiro, existem na ornamentação tradicional sinais camuflados da cultura negra. São na verdade elementos da resistência da arte, religiosidade e da cultura afro descendente no Brasil que por um povo operário que de forma sublimar, por arte e inteligência sem igual conseguiu alforriar todo seu legado artístico, cultural e religioso sob todos os ditames opressores da cultura da sociedade européia opressora.

Continuando sobre as antigas comemorações do 13 de Maio, e o 20 de Novembro, que existem contradições históricas via viés políticos se Zumbi, existiu ou não. Só sei que avisei ao meu saudoso grande amigo e mestre Darcy Ribeiro, que a cabeça escultórica colocada na Praça Onze no RJ via PDT, não era dele, pois segundo alegações ele era Banto e é sim uma replica escultórica de um príncipe Argelino ou Nigeriano, exposta originalmente e ate hoje, no Museu Nacional de Londres. Enfim, com poucas pesquisas e estudos sérios e avançados sobre os elementos da cultura afrodescendente no Brasil e a inconsistente programação politica tudo vale e aceitam o que a cultura estrangeira colonial, diz.

Falando um pouco sobre as antigas publicações nas artes plásticas, entre livros, revistas, jornais e catálogos, onde apareciam ilustrações de gravuras, pinturas, esculturas e desenhos. No processo de diamagração das publicações, as imagens eram feitas por fotolitos e posteriormente acrescentadas por um editor, que não conhecia de fato as obras de arte. Sendo assim era muito comum, aparecerem fotolitos invertidos assim como medidas diferentes que não correspondiam ao tamanho original da obra. Por mais eram feitas por editoras conceituadas, mesmo depois de varias revisões antes da publicação de arte, os erros apareciam, da mesma forma em artigos de jornais e revistas sobre determinada obra.

Desfaça-se de tradições antigas, obsoletas e improdutivas, forjadas em experiências dolorosas do passado que ainda deixam cicatrizes no presente.

Apesar de feridas antigas machucarem profundamente, existe cura no tempo e novos recomeços surgem trazendo luz, porque toda tempestade cessa quando a esperança reconstrói nossa paz interior.

Às vezes, colocamos o passado dentro do presente e enxergamos antigas dores em pessoas que nunca nos fizeram aquilo. Não é justo com quem chegou depois, nem conosco, que continuamos vivendo feridas que já deveriam ter ficado para trás.

Ja’ me cansei de escutar
novidades antigas...


Nada de tão novo esiste
nessas humanas cantilenas modernas
onde a pré-histórica
desumanidade hipócrita persiste...
✍©️@MiriamDaCosta

🌬🌪⚡Ode à Iansã (2)


Senhora dos ventos que carregam histórias antigas,
dos trovões que chamam pelo nome o que deve despertar,
das tempestades que lavam a alma
como quem lava um altar profanado pelo tempo.


Óh Iansã!
Quando tu ergues teu braço,
a poeira se transforma em dança,
as folhas ganham voz,
os instintos se lembram de si mesmos.
És tu quem movimenta o que dorme,
quem assopra coragem
nos recantos mais frágeis do peito.


Óh Iansã!
Tua ventania não destrói:
revela.
Desnuda o que estava encoberto,
arranca máscaras,
afina verdades.
Rainha que conduz os espíritos
com a firmeza de quem conhece
os segredos da travessia,
leva contigo as sombras que colecionei,
os medos que herdei,
os silêncios que engoli.


Óh Iansã!
Devolve-me apenas o que é vivo,
o que é chama,
o que é livre.
E quando tua tempestade passar,
que eu me reconheça de novo
(limpa, inteira, acesa)
como folha que balança,
mas não quebra
e não cai.


Óh Iansã!
Tu és o instante entre o relâmpago e o silêncio,
o sopro que vira destino,
a dobra invisível onde o tempo se curva.
És o vermelho que dança na rotação do mundo,
a espada que corta o ar em espirais de fogo,
o búfalo que rompe as portas
do que ficou esquecido.


Óh Iansã!
No teu vento vivem vozes antigas,
ancestrais que conversam com as folhas,
mensagens que se escondem nos giros do ar.
Quando chegas,
os véus caem.
Quando falas,
as sombras se recolhem.
Quando danças,
o universo escuta.


Iansã, Rainha das passagens,
daquilo que se move entre mundos,
do que muda sem pedir desculpa:
abre o portal do novo em mim.
Que eu aprenda contigo
a ser vento quando necessário,
tempestade quando inevitável
e brisa quando o amor falar mais alto.


Eparrey Oyá!!!
✍©️@MiriamDaCosta

Deixe o passado no cemitério dele; parar de cavar sepulturas antigas é o primeiro passo para voltar a respirar.

A gente ainda quer amar,
Só não queremos,
Novos machucados.
Nas antigas cicatrizes.

Eu te amo como ama um homem que tem o hábito de olhar fotos antigas. Eu te amo como quem ama uma ideia, sem tocá-la.