Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue
Como podemos dizer que somos felizes se nem a liberdade nos apropriamos de verdade, pois o ser da contemporaneidade é desprovido de um agir autêntico do seu próprio ser, porque ele está sempre influenciado por interferências que ele mesmo desconhece.
Todo tipo de conflito é apenas um reflexo da batalha interna entre quem somos e quem ainda resistimos a ser.
A vida, muitas vezes, é vista como uma balança injusta onde o peso do "ter" supera o do "ser". Algumas pessoas enxergam o valor do outro apenas pelo que possuem ou pelo que podem oferecer materialmente, transformando relações em transações. Contudo, o verdadeiro valor de alguém está em sua essência, caráter, e humanidade, não em seus bens. Relacionamentos genuínos florescem quando enxergamos o outro pelo que ele realmente é, pelo que sente e representa, e não pelo que possui. Afinal, riqueza material é passageira, mas o brilho de uma alma autêntica permanece eterno. Que possamos priorizar o ser ao invés do ter, construindo conexões que verdadeiramente importam.
Sobre o ter e o ser
A busca incessante pelo "ter" versus a realização plena do "ser" é um dilema existencial que acompanha a humanidade desde os primórdios. Vivemos em uma sociedade que, muitas vezes, nos condiciona a valorizar a aquisição material acima de tudo. Anunciantes, influenciadores digitais e a própria estrutura capitalista nos bombardeiam com a mensagem de que a felicidade se encontra na posse de bens, na busca constante por mais e mais. Mas será que essa equação se sustenta?
A verdade é que a felicidade, a realização pessoal, não reside na quantidade de objetos que possuímos, mas na qualidade de nossas experiências, em nossos relacionamentos e, acima de tudo, em nossa essência. O "ter" pode nos proporcionar conforto, segurança material, até mesmo um certo status social, mas raramente preenche o vazio existencial que muitos de nós carregamos. A busca desenfreada pelo ter pode nos levar a um ciclo vicioso de insatisfação, onde cada nova aquisição gera um novo desejo, uma nova carência.
O "ser", por outro lado, é uma jornada de autodescoberta, de aceitação e de conexão com o mundo ao nosso redor. É sobre cultivar valores autênticos, construir relacionamentos significativos, perseguir nossos sonhos e encontrar propósito em nossas vidas. É sobre reconhecer nossa individualidade, nossas forças e fraquezas, e abraçar nossa vulnerabilidade. É sobre contribuir para algo maior do que nós mesmos, deixando nossa marca no mundo de forma positiva.
O equilíbrio entre "ter" e "ser" é crucial para uma vida plena e significativa. Não se trata de renunciar completamente ao "ter", mas de colocá-lo em sua devida perspectiva. Os bens materiais podem ser úteis e até mesmo prazerosos, mas não devem se tornar o centro de nossas vidas, o único critério de sucesso ou felicidade. Devemos buscar um equilíbrio, onde o "ter" nos sirva como ferramenta para alcançar o "ser", para realizar nossos sonhos e contribuir para o bem comum.
A verdadeira riqueza reside naquilo que não pode ser comprado ou vendido: a saúde, os relacionamentos, a paz interior, o propósito de vida. Cultivar essas riquezas internas é o caminho para uma vida verdadeiramente plena, uma vida onde o "ser" transcende o "ter" e nos conduz a uma existência autêntica e significativa. A pergunta que devemos nos fazer não é "quanto eu tenho?", mas "quem eu sou?" e "qual o meu propósito?". As respostas a essas perguntas nos levarão a uma jornada de autoconhecimento e realização pessoal, muito mais valiosa do que qualquer bem material.
A verdadeira riqueza não se encontra no que possuímos, mas no que somos.
Ser , estar, permanecer. Às vezes somos… Por vezes deixamos de ser… Mas o que importa na vida é permanecer… Ser a nossa profunda verdade, vivenciar pensamentos infinitos… Ser a resposta da nossa própria felicidade, silenciar em meio as tempestades da nossa efêmera existência nessa terra, mas nunca nos afogarmos nos rios das dores… Apenas flutuar nas águas doces e fugazes das alegrias de viver! Janice Cisne
“O outro sempre vai ser melhor aos nossos olhos se assim permitirmos. Afinal de contas a grama do vizinho só é mais verde, quando não cuidamos a nossa.”
Se falarem que eu sou uma péssima pessoa, eu sou. Que eu sou uma pessoa estranha ou espontânea, eu sou. Eu posso ser vista pelo outro como irritante, humilde, cordata, teimosa, arrogante, inteligente, bondosa, disciplinada, estúpida, indiferente, atenciosa, feia, bela, egoísta, generosa... Eu posso receber todos os adjetivos e ser tudo aquilo que o outro acha que eu sou na perspectiva dele, nas vivências dele. Eu posso ser um fragmento na mente dele. E eu não tenho controle sobre isso. Portanto eu sou o que penso ser, sou o que dizem que sou e sou o que realmente sou.
O ser humano tem intelecto
e duas pernas adjuntas,
caminha com algumas respostas
e um turbilhão de perguntas.
"Ser sozinho sempre é dançar eternamente com a própria sombra, sem jamais tocar outra eterna alma."
By Amauri Alves
Aquele mortal que se julga perfeito por apontar "meras imperfeições" naturais, ilude-se perfeitamente com inteligência artificial... O ser humano e suas meras criações e padrões de invenções à invenção, desde estas palavras que vos dialética.
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