Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue

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Parafraseando vários sábios: ninguém pode pensar e bater em alguém, ao mesmo tempo.

Ame meus defeitos, porque minha qualidades até eu mesmo consigo amar.

Jesus devia ter cabelo crespo,
pele escura,
mas o racismo até mesmo Cristo
transfigura.

Eu quero que ela viva a vida comum que deseja. Mesmo que isso quebre meu coração. A hipótese de não vê-la me machuca tanto que sinto que vou chorar. Mas estou me preparando para partir só para que ela possa ser feliz. Isso faz sentido? Deve ser assim que é estar apaixonado.

- Busco um homem honesto.
- Elogiar a si mesmo desagrada a todos.
- O amor é uma ocupação de quem não tem o que fazer.
- O insulto ofende a quem o faz e não a quem o recebe.
- A sabedoria serve para reprimir os jovens, para consolar os velhos, para enriquecer os pobres e para enfeitar os ricos.
- A liberdade para falar é a coisa mais bela para um homem.
- Um filósofo só serve para machucar os sentimentos de alguém.
- O tempo é o espelho da eternidade.
- Sou uma criatura do mundo.

Acho bonito e, ao mesmo tempo, triste como tu amas a outra pessoa assim como eu te amo.

Apegar-se ao conhecimento é o mesmo que se apegar às coisas.
Todo apego, seja de que natureza for, é uma prisão.
Quem não é livre do que sabe, não pode aprender sempre.
Sábio não é aquele que se imobiliza no seu vasto saber, mas aquele que é capaz de renunciar a tudo o que sabe para saber mais.

NAVEGUEI EM SUAS MENTIRAS

Navegando a procura de algo, nem mesmo sabia o que procurava!
derrepente você me apareceu, não podia
ouvir sua voz e nem ver o seu rosto.
Mas algo dentro de mim com o tempo
devagar estava mudando.
A cada teclada aprendi a ti conhecer
Minha intuição dizia para fugir, desistir.
A entrada de seu nick simples e forte
Sentia uma tremedeira, um frio por dentro

viajávamos madrugada a dentro, uma viajem ,repleto de amor e magia
Mas o tempo foi me mostrando que nunca foi
sincero, mas já estava envolvida como um vírus que
destruía aos poucos o meu coração.

Seria como travar minha memória não
me dando tempo de salvar essa nossa união
Seleciono suas hipocrisias e jogo na lixeira
de suas falsidades, sua falta de caráter e criatividade!
jogava com todas os mesmos argumentos.
Tentei reiniciar para que pudesse mudar,
dar uma chance, e foram tantas as vezes quis deletar essa esperança.
Senti vontade de rackear o seu pensamento
para que não brincasse com mais ninguém.

Invadir o seu coração e nele entrar e ver
quanto frio e insensível ele é, ferindo sem
se importar, quantos corações foram quebrados
por suas arrogâncias sem se arrepender
das suas atitudes mesquinhas.

Fiz então a colagem de toda
essa ilusão e guardei no histórico
de seu egoísmo.
E no site do seu orgulho estupidamente saiu fora do ar.
Os programas dos meus sonhos ao seu lado
só davam endereço errado pois o endereço
certo a muito alguém já ocupava.
E foram fechados por ter
causado uma operação ilegal.
O disco rígido de seu cérebro estavam cheios de mentiras
encenações.
Nem que fizesse limpeza nos programas de sua
mente, não removeria essas coleções da sua memória
pois estavam protegidos pelas suas ignorâncias.

Mesmo sem espaço seu ego tinha que ser satisfeito,
sentir que podia tudo e se engrandecer.
Vinte quatro horas de navegação isso o deixou
viciado em tentar destruir suas vitimas que foram tão
simples em suas sinceridade, mas isso para você não
importava, pois queria apenas usar, pisar e ferir
quem ousasse gostar de você
Sendo assim fugi de suas atitudes doentia
formatando você de minha vida com a
certeza de nunca mais te encontrar,
Nunca mais...

Renunciar a si mesmo, tomar a cruz a cada dia e seguir Jesus é uma alegria.

Me espelho em Aleijadinho, com a doença degenerativa, que mesmo sem os dedos esculpia.

Filosoficamente, a Bossa Nova é um estado de espírito... Chaplin, Picasso, Debussy e até mesmo Beethoven foram Bossa Nova.

A dor da rejeição, mesmo que passageira, é desconfortável.

PRIMEIRA ELEGIA

Quem se eu gritasse, me ouviria pois entre as ordens
Dos anjos? E dado mesmo que me tomasse
Um deles de repente em seu coração, eu sucumbiria
Ante sua existência mais forte. Pois o belo não é
Senão o início do terrível, que já a custo suportamos,
E o admiramos tanto porque ele tranqüilamente desdenha
Destruir-nos. Cada anjo é terrível.
E assim me contenho pois, e reprimo o apelo

De obscuro soluço. Ah! A quem podemos
Recorrer então? Nem aos anjos nem aos homens,
E os animais sagazes logo percebem
Que não estamos muito seguros
No mundo interpretado. Resta-nos talvez
Alguma árvore na encosta que diariamente
Possamos rever. Resta-nos a rua de ontem
E a mimada fidelidade de um hábito,
Que se compraz conosco e assim fica e não nos abandona.
Ó e a noite, a noite, quando o vento cheio dos espaços
Do mundo desgasta-nos o rosto -, para quem ela não é /sempre a desejada,
Levemente decepcionante, que para o solitário coração
Se impõe penosamente. Ela é mais leve para os amantes?
Ah! Eles escondem apenas um com o outro a própria sorte.
Não o sabes ainda? Atira dos braços o vazio
Para os espaços que respiramos; talvez que os pássaros
Sintam o ar mais vasto num vôo mais íntimo.

Sim, as primaveras precisavam de ti.Muitas estrelas
Esperavam que tu as percebesses. Do passado
Erguia-se uma vaga aproximando-se, ou
Ao passares sob uma janela aberta,
Um violino se entregava. Tudo isso era missão.
Mas a levaste ao fim? Não estavas sempre
Distraído pela espera, como se tudo te ansiasse
A bem amada? (onde queres abrigá-la
Então, se os grandes e estranhos pensamentos entram
E saem em ti e muitas vezes ficam pela noite.)
Se a nostalgia te dominar, porém, cantas as amantes; muito
Ainda falta para ser bastante imortal seu celebrado sentimento.
Aquelas que tu quase invejaste, as desprezadas, que tu
Achaste muito mais amorosas que as apaziguadas. Começa
Sempre de novo o louvor jamais acessível;
Pensa: o herói se conserva, mesmo a queda lhe foi
Apenas um pretexto para ser : o seu derradeiro nascimento.
As amantes, porém, a natureza exausta as toma
Novamente em si, como se não houvesse duas vezes forças para realizá-las.
Já pensaste pois em Gaspara Stampa
O bastante para que alguma jovem,
A quem o amante abandonou, diante do elevado exemplo
Dessa apaixonada, sinta o desejo de tornar-se como ela?
Essas velhíssimas dores afinal não se devem tornar
Mais fecundas para nós? Não é tempo de nos libertarmos,
Amando, do objeto amado e a ele tremendo resistirmos Como a flecha suporta à corda, para, concentrando-se no salto Ser mais do que ela mesma?
Pois parada não há em /parte alguma.

Vozes, vozes.Escuta, coração como outrora somente
os santos escutavam: até que o gigantesco apelo
levantava-os do chão; mas eles continuavam ajoelhados,
inabaláveis, sem desviarem a atenção:
eles assim escutavam. Não que tu pudesses suportar
a voz de Deus, de modo algum. Mas escuta o sopro,
a incessante mensagem que nasce do silêncio.
Daqueles jovens mortos sobe agora um murmúrio em direção /a ti.
Onde quer que penetraste, nas igrejas
De Roma ou de Nápoles, seu destino não falou a ti, /tranqüilamente?
Ou uma augusta inscrição não se impôs a ti
Como recentemente a lousa em Santa Maria Formosa.
Que eles querem de mim? Lentamente devo dissipar
A aparência de injustiça que às vezes dificulta um pouco
O puro movimento de seus espíritos.

Certo, é estranho não habitar mais terra,
Não mais praticar hábitos ainda mal adquiridos,
Às rosas e outras coisas especialmente cheias de promessas
Não dar sentido do futuro humano;
O que se era, entre mãos infinitamente cheias de medo
Não ser mais, e até o próprio nome
Deixar de lado como um brinquedo quebrado.
Estranho, não desejar mais os desejos. Estranho,
Ver tudo o que se encadeava esvoaçar solto
No espaço. E estar morto é penoso
E cheio de recuperações, até que lentamente se divise
Um pouco da eternidade. - Mas os vivos
Cometem todos o erro de muito profundamente distinguir.
Os anjos (dizem) não saberiam muitas vezes
Se caminham entre vivos ou mortos. A correnteza eterna
Arrebata através de ambos os reinos todas as idades
Sempre consigo e seu rumor as sobrepuja em ambos.

Finalmente não precisam mais de nós os que partiram cedo,
Perde-se docemente o hábito do que é terrestre, como o /seio materno
suavemente se deixa, ao crescer.Mas nós que de tão grandes
mistérios precisamos, para quem do luto tantas vezes
o abençoado progresso se origina - : poderíamos passar /sem eles?
É vã a lenda de que outrora, lamentando Linos,
A primeira música ousando atravessou o árido letargo,
Que então no sobressaltado espaço, do qual um quase /divino adolescente
escapou de súbito e para sempre, o vazio entrou
naquela vibração que agora nos arrebata e consola e ajuda?

Foda-se

Eu sei falar bonito.
Mas gosto mesmo de conflito.
Por isso, tô nem aí, se gostam ou não.
Meu barato? É palavrão!

Um dia...

Fiz de tudo para te ver feliz, mesmo que às vezes para isso eu ficasse triste, pensando, se estava certo querer o seu bem, sendo que você pouco se importava comigo.
Cheguei a conclusão que tudo que fiz por você, foi por AMOR.
Perdoe-me se fiz você sofrer, tenho a certeza de que foi tentando te fazer FELIZ!!!

A liberdade é seu jardim secreto. Sua pequena conivência para consigo mesmo. Um sujeito preguiçoso e frio, algo quimérico, razoável no fundo, que malandramente construiu para si próprio uma felicidade medíocre e sólida, feita de inércia, e que ele justifica de quando em vez mediante reflexões elevadas. Não é isso que sou?

Jean-Paul Sartre
SARTRE, J., A Idade da Razão, 1945

Na medida em que o homem desconsidera o outro
e se isola, também perde-se no vazio de si mesmo.

Eu quero saber quem inventou a dor
Eu quero saber quem inventou o luto
Eu quero saber se o mesmo não tinha gente
Gente que abraça, afaga, compartilha e brinca
Gente que protege, ama, se doa
Gente como a gente
Gente que nos fez gente
Eu só quero saber...
Quem foi essa gente que diz que sente?
Eu só quero saber, se vai existir o reencontro da minha gente em algum momento, isto meu bem, seria tangente.

Desistir do que ama ou seus sonhos , pelos obstáculos que surgem no caminho, é o mesmo que matar seu cachorro por ter pulgas .

CAMALEÃO IN VITRO

Sou um verdadeiro investigador de mim mesmo
Cada dia descubro algo novo em mim
Creio que meu “eu” atual é um retrato em branco e preto, ou às vezes em tons de sépia e o meu passado é um retrato colorido, cujos tons se avivam no decorrer do tempo.

Nos espelhos da vida já me vi de tantas formas...
Me vi bonito, feio, inteligente, ignorante, criativo, ocioso, atencioso, disperso, amável, insuportável...
Tanto me vi que enjoei.
Posso ser tudo, como também posso não ser nada, mas nessa vida cheia de imagens ilusórias e utópicas a única conclusão a que posso chegar é que eu sou e sempre serei apenas o reflexo daqueles que me observam.